You are currently browsing the category archive for the 'Não classificado' category.
Música:
“Grupo De Extermínio De Aberrações”, Violins
- – - – - – - – - -

Steven Patrick Morrissey líder do cultuado grupo The Smiths escreveu uma música chamada “We Hate It When Our Friends Become Successful” (“Nós odiamos quando nossos amigos se tornam bem-sucedidos”).
Não concordo com o titulo de sua música e hoje quando a banca de avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso de um dos meus melhores amigos/irmãos disse a tão esperada palavra “Aprovados!”, agradeci muito a um deus que não acredito por aquele momento.
Tratava-se apenas de cumprir os protocolos, por que sabemos que um Trabalho de Conclusão de Curso não se resume em apenas uma apresentação de escassos 30 minutos, mas ao longo de um decisivo e implacável ano, precedido de outros 3 anos de igual pressão e tão decisivo quanto.
Acompanhei bem de perto os dois primeiros anos acadêmicos do amigo Cae e posso afirmar em poucas palavras que é uma das poucas pessoas que eu realmente gosto nessa vida. Se temos diferenças não são essas que irão nos distanciar, assim como certa vez observou um magoado professor.
Creio que um dia a vitória do talento irá vencer, mas conjugar verbos e esperanças no futuro cansa a alma e mina a pouca fé dos poucos que a possuem. Um dos grandes sonhos que tenho nessa vida é ver meus reais amigos tornarem-se bem-sucedidos, mesmo antes de mim, ora bolas…
E eu ficarei muito feliz um dia quando ver o Cae levantar um Leão em Cannes. Mas sabe, talvez isso seja apenas elogios gravados em impulsos elétricos nesse universo digital onde conhecer e descartar informações se dissipam, assim como escreveu brilhantemente Álvaro Pereira Junior, ou talvez seja a única forma de relembrar momentos que farão para sempre parte importante da História desse amigo que tanto quero ver bem, contrariando Sir Morrissey.
Mesmo que alguém tivesse gravado a apresentação, hoje, esse fato não faria diferença porque a comemoração mesmo sabemos: fica na memória e no coração!
Amigo, só posso desejar uma coisa para os próximos anos na sua futura brilhante carreira: muito trabalho!
Grande abraço fica meu respeito e eterna admiração!
Rádio: “All I Need”, Radiohead
Quando o guitarrista Luke Jenner anunciou “Whoo! Alright Yeah… Uh Huh” e Matt Safer assumiu os vocais, olhei para um amigo e dei risada como quem pedisse permissão para passar vergonha e dançar sem saber dançar, logo depois eles tocaram “House of Jealous Lovers” e depois “Echoes”, uma hecatombe havia passado por ali e nada estava mais como antes.
Faz dois dias que aconteceu o Planeta Terra Festival, mas a idéia de festa que reinou durante todo o show do The Rapture ainda está presente…
Quando na metade de “House of Jealous Lovers” a guitarra esmerilhava as caixas de som lembrei do show do Primal Scream no TIM Festival 2004 (ainda lembrei de Jon Spencer Blues Explosion e And You Will Know Us By The Trail Of Dead), a impressão de bomba nuclear era a mesma, mas com um sorriso no rosto.
A edição do fraco TIM Festival 2007 e do Planeta Terra Festival 07 merecem maior destaque (talvez um texto cada no querido Poppy), mas por enquanto fica a avaliação dos shows que vi no Terra:
Lucy And The Popsonics
Pato Fu
Datarock
Lily Allen
The Rapture
Kasabian
Rádio: “Sun/Rise/Light/Flies”, Kasabian
VS 
A disputa de público entre os dois palcos mais interessantes do Planeta Terra Festival 2007, que acontece hoje, vai ser uma das coisas mais bacanas este ano no cenário de shows e no mundo pop nacional.
A idéia de dividir as atrações em dois palcos é bem-vinda, mas fica apenas a ressalva de que a organização do festival deveria ter acolhido a ótima opção que fez do Claro Que É Rock há alguns anos o melhor festival que este país já viu (não vale mencionar o Rock in Rio, ok?): não ter shows acontecendo ao mesmo tempo.
Se este é um fato comum em outros países, a idéia não é nada bacana com um país carente de grandes festivais e boas atrações como o Brasil.
Mas a disputa vai ser legal.






The Rapture e Kasabian tem tudo para fazerem os dois shows mais legais do ano, enquanto as duas bandas não entram no palco o posto de melhor show ainda é da surreal Bjork que fez do péssimo e mais fraco desde sua primeira edição TIM Festival valer a pena.
Uma coisa é certa: quando as potentes caixas de som da Villa dos Galpões do Morumbi tocarem “Whoo! Alright – Yeah…Uh Hoh” eu vou ficar feliz pra c******.
Rádio: “Whoo! Alright – Yeah…Uh Huh”, The Rapture
Como diria Homer Simpson…
“Não sou muito um homem de rezar, mas se você está aí em cima, me ajude, Super-Homem“.
Rádio: “Jesus Cristo (Acústico)”, Roberto Carlos
Daqui a um mês este blog não vai mais existir, se tudo der certo, claro.
É possível que volte para o endereço do meu primeiro blog, mas tudo depende de uma entrevista de trabalho.
A idéia inicial para os próximos 30 dias é me dedicar exclusivamente à conclusão do projeto escrito, edição, plástica, sonorização e finalização do meu Trabalho de Conclusão de Curso e me dedicar a alguns projetos pessoais, entre eles mudar de emprego, escrever e argumentar em 4 textos o que aprendi nos últimos quatro anos no ensino superior.
Em resumo a idéia é morrer na versão on-line ao longo desse mês. Creio que os leitores mais atentos entenderão que quando eu voltar (caso volte) a rotina normal de atualizações deste espaço será mais interessante do que realmente é, mas para isso é preciso primeiro matar meus ídolos e me matar também.
Entre o agora e o futuro algumas pílulas serão colocadas na bula médica para ingestão de quem se interessar. Nada que mude o mundo, ao menos o meu e o seu.
Assim como escreveu Carla Rodrigues “À parte que me cabe neste latifúndio [a blogsféra] , agradeço a lealdade, o interesse e a paciência.”
Esta nota não é um adeus, muito menos uma nota de falecimento on line, mas um aviso:
Visite os links ao lado, lá, nos próximos 30 dias você vai encontrar coisas mais interessantes do que neste blog.
Fica a dica, grande abraço e boa sorte.
Rádio: “Fistful Of Love”, Antony And The Johnsons
” – Olá, como vai
- Eu vou indo e você, tudo bem?
- Tudo bem, eu vou indo, correndo
- Pegar meu lugar no futuro, e você?
- Tudo bem, eu vou indo em busca
- De um sono tranqüilo, quem sabe?
- Quanto tempo…
- Pois é, quanto tempo…
- Me perdoe a pressa
- É a alma dos nossos negócios…
- Qual, não tem de que
- Eu também só ando a cem
- Quando é que você telefona?
- Precisamos nos ver por aí
- Pra semana, prometo, talvez
- Nos vejamos, quem sabe?
- Quanto tempo…
- Pois é, quanto tempo…
- Tanto coisa que eu tinha a dizer
- Mas eu sumi na poeira das ruas
- Eu também tenho algo a dizer
- Mas me foge a lembrança
- Por favor, telefone, eu preciso
- Beber alguma coisa rapidamente
- Pra semana…
- O sinal…
- Eu procuro você…
- Vai abrir!!! Vai abrir!!!
- Eu prometo, não esqueço, não esqueço
- Por favor, não esqueça
- Adeus… Adeus…”
“Sinal Fechado”, Paulinho Da Viola
Rádio: “Tormenta”, Wado
Esta foi uma das semanas mais tensas do ano, quando não punk.
Por isso, tudo que eu preciso é um bom banho, uma massagem e minha cama com meus dois travesseiros.
Rádio: “Empty Walls”, Serj Tankian

Uma nova revista de artes; festivais de música até o final do ano; “Tropa de Elite” o fenômeno, não apenas o filme; o jornalismo vale a pena?; novo e arrebatador CD do Sigur Rós, “Hvarf/Heim”; Trabalho de Conclusão de Curso; Gustavo Ioshpe (preste atenção neste nome); Álvaro Pereira Junior e a melhor crítica de “In Rainbows”, disco novo do grupo inglês Radiohead; sexo; um mini-conto; amigos; “Amores Brutos” um filme devastador; Radiohead e a crítica…
Eu quero muito escrever sobre esses assuntos acima, tentarei fazer isso nos próximos dias, mas não há garantia alguma.
O final de semana, assim como a semana inteira, foi punk. Existem pessoas que reclamam e existem pessoas que fazem alguma coisa. Creio estar no segundo grupo. Por isso, não há motivos para reclamações.
Enquanto não encontro tempo para dar maior destaque a este blog, minhas prioridades hoje são outras.
No cardápio do dia:
Spank Rock (18h30)
Hot Chip (19h30)
Björk (21h00)
(intervalo)
Juliette and the Licks (23h00)
Arctic Monkeys (meia-noite)
The Killers (1h00 de 29/10)
Rádio: “Arctic Monkeys ao vivo no festival Luna Park 2007″
















