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“A expectativa para os shows do Radiohead no Brasil essa semana não é à toa: estamos às vésperas de assistir à maior banda do planeta hoje tocar o show da turnê do disco da década.”
Alexandre Matias

“Amores Musicais”, Delicatessen

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eueopop: e quando a lista de “melhores CDs nacionais de 2008″ já estava pronta, surge “My Baby Just Cares For Me” da banda de jazz Delicatessen

eueopop: “O Estado de S. Paulo” bloqueou o acesso a não-assinantes, mas você sabe: sempre é possível fazer algo para ler suas colunas favoritas

eueopop: leio que “O Curioso Caso de Benjamin Button” é semelhante a “Forrest Gump” não é bem assim, aliás, o primeiro e muito mais bonito e triste

eueopop: se eu pudesse mudaria de emprego a cada seis meses e visitaria a praia a cada final de semana…

eueopop: eu não fico me perguntando qual será a nova tecnologia usada pelos meios audiovisuais, mas onde/quem criará conteúdo para eles. Quem? Onde?

eueopop: cinema com tela do tamanho de um prédio (14m X 21m), imagens em 3D e ingressos a R$ 30,00… é assim que eles querem acabar com a pirataria?

eueopop: é oficial: Los Hermanos vai tocar no mesmo dia do Radiohead, não sei porque, mas não me animei tanto com isso, mesmo que pareça o contrário

eueopop: quando leio textos como esse penso: “A crítica musical morreu”, mas não vale dar atenção ao que não interessa, certo?

eueopop: dia 01/02 começo a publicar as listas “Melhores (e Piores) de 2008″, “Blog 2009″ e “Hot List (2009)”

eueopop: amnésia: nem percebi, mas hoje é dia de “Single OF The Week” e este “Estilo Twitter”, depois volto para escrever sobre “What She Came For”

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Estilo Twitter (# 12)

“Janta (com Malu Magalhães)”, Marcelo Camelo

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Eles não deixaram de amar o papel
Por Francisco Quinteiro Pires

Epístola aos Blogueiros
Por Fabrício Carpinejar

Música: “Birds”, Emiliana Torrini

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Ok, ok “Missão Impossível 3″ é bacana e merece algumas estrelas na escala de avaliação; “Fringe” ainda promete, o piloto por mais que contenha mais referencias do que originais quem sabe tenha sucesso e interesse quanto “Lost”, mas ninguém acerta todas, ninguém…

Quando o filme “A Bruxa de Blair” chegou a tela grande acompanhado de um pequeno trabalho de marketing, mas enorme mistério e exaltação, resultou em enorme retorno financeiro e holofotes, mas o que muito não se discutiu é que o projeto “Bruxa de Blair” não prometeu um filme, mas um “algo” a se conferir na sala escura do cinema.

“A curiosidade move a humanidade”, por isso não era possível separar a peça audiovisual da campanha de marketing. Existem pessoas que discordam do entrelaçamento de diversas mídias e plataformas, talvez essas pessoas sejam apenas românticos saudosistas ou ainda não perceberam que o hoje é diferente, quem trabalha ou pensa em comunicação sabe do que estou falando.

Não é possível mais pensar a comunicação da mesma forma que anos atrás – a “Bruxa de Blair” chegou as salas de cinema em 1999, há quase dez anos – hoje é imprescindível pensar e produzir qualquer forma de audiovisual como um polvo e seus vários tentáculos, quem pensar diferente não vai alcançar o devido objetivo.

A possibilidade de veicular um produto audiovisual hoje em diversas plataformas é um grande desafio – adaptação, publico alvo diferenciado, estética artística -, mas também um grande parque de diversões para quem produz essas peças. Obriga o profissional e seus produtores a conhecerem e tentarem entender como é distribuído e consumido esse produto, não é porque a venda de CDs caiu que a música vai morrer; não é porque o filme em cinema perdeu público e o DVD é falsificado que a sétima arte está no calvário, não vejo assim, vejo a reinvenção de algo, não sei ainda o que.

Durante o período que estive entre as grades da universidade percebi que tanto o pensamento dos professores e profissionais envolvidos quanto dos alunos era direcionado ao pré-estabelecido quando o bacana seria fazer algo fora das diretrizes, a margem do mercado – o caro leitor sabe muito bem que é na margem que as coisas mais bacanas surgem -, apostando em formatos diferenciados ou idéias ousadas. O status quo sempre vencia.

(Universitários de comunicação ousem, ousem!)

O comentário da Tula é certeiro em levantar questionamentos de avaliação – não apenas questionando o gosto do blog, mas também na forma de comparação. É sabido que toda avaliação é pessoal e acompanha um histórico, e por isso mesmo, creio, é interessante avaliar o que move os devidos resultados. Sempre questiono esse fator quando leio as críticas das pessoas que aprendi a acompanhar.

Me deixa extremamente descontente quando leio na capa ou no pôster do filme “Cloverfield – Monstro” a frase “do visionário J.J. Abrams“, questionar a capacidade artística e de produção de Abrams é insanidade, quando observado os filmes e séries citadas nos primeiros parágrafos. O trabalho de marketing pré-filme serviu-se de todas as plataformas hoje conhecidas, mas não conseguiu resultar em uma peça audiovisual do tamanho de sua sombra. O filme é péssimo quando comparado ao que sua sombra demonstrava e “vendia” ao expectador.

Nesse ponto – e não apenas neste – ainda creio que Daniel Myrick e Eduardo Sánchez foram muito bem sucedidos, pode ser uma fuga não terem prometido nada, ou quase. Mas entregaram muito mais do que esperavam os curiosos olhando na fechadura da porta.

Se por um lado o projeto “Bruxa de Blair” investiu no não convencional e por isso recebeu críticas devastadoras, não encontro em outras análises a mesma receptividade ao filme de Abrams. Pode ser a mudança dos tempos, ou não.

Ainda creio que “Lost” seja tudo que apresenta, “Fringe” merece ser acompanhado, mas ninguém acerta todas, ninguém…

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Tula, ainda sobre avaliações tão bem levantada por você. Creio que não seja possível colocar em um mesmo nível “Arquivo X – Eu Quero Acreditar” e “Cloverfield – Monstro”.

Sobre o primeiro ainda prefiro acreditar que a teoria escrita por Alexandre Matias se confirme, ainda mais quando estamos falando de e sobre Hollywood, sobre o segundo as palavras acima espero que tenham deixado claro minha opinião.

De qualquer forma, creio, é preciso acumular o máximo de informação e pontos de vista para formar um filtro e questionar as pessoas que aprendemos a acompanhar.

Música: “Monstro Invisível”, O Rappa

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Oi

A grande verdade é que não sei se estou gabaritado para analisar seus textos, assim como já o fiz em outras oportunidades, aqueles eram outros contextos.

Observando suas palavras creio que não seja extamente eu quem tenha que dizer se você deve ou não se inscrever, mas sim, uma única pessoa: você.

Eu, acho, que entendo quando meus textos ou rabiscos estão bons ou quase isso, mas não creio que possa dizer o mesmo dos seus, quando analisei algo de sua autoria em um breve passado estava imerso em um ambiente até então familiar: a universidade. Hoje, não é assim.

A única pessoa que pode dizer se seu texto para “Quem sou eu e por que escolhi o jornalismo como profissão” está a contento é você, desculpa parecer redundante.

Lembro a primeira vez que os sinos badalaram na minha cabeça e descobri que queria fazer Rádio & TV, se você não lembra do mesmo momento com jornalismo, desculpa mais uma vez, mas você não é e não vai ser jornalista.

Acho que um dos meus grandes defeitos sempre foi esse: ter certeza das coisas, ao menos, algumas.

Algumas pessoas que leio sempre dizem o porque de escolherem jornalismo, mesmo que nas micro-entrelinhas, por isso são meus mestres e como me perguntou uma amiga: – Mas em que eles te guiam, para que servem?

Para me darem suporte em busca das coisas que aprendi que são certas, sem eles minha vida cultural não seria a mesma, eles moldaram o que sou hoje, unidos, claro, a educação que recebi entre família.

Independente de você ter feito um bom texto ou não, eu indicaria que você se inscreva. Sempre é possível arrancar a trava de segurança das granadas (lembra?).

Dapieve sempre me ensinou algumas coisas que ultrapassaram as esferas da cultura pop; Luiz Antonio sempre me ensinou o valor da cultura nativa – meu preconceito com ela foi dizimado depois de suas aulas; Daniel Piza me ensinou que é possível, sim, fazer críticas inteligentes sem menosprezar a inteligência do leitor; Marcelo Costa me deu a melhor dica sobre escrever em algum veículo de comunicação, mesmo que este seja um blog ou um desconhecido site de cultura pop; e sempre é preciso ter leitores para que estes sejam nosso filtro e nosso censor, ninguém escreve para não ser lido.

Lendo algumas revistas antigas onde o tema jornalismo era a pauta principal fico extremamente triste por ver a visão que alguns estudantes ou recém formados têm da profissão e principalmente do mercado.

Dapieve diz que “O papel do jornalismo, hoje e sempre, é filtrar a incrível quantidade de informação e passar o resultado ao leitor, de modo claro, honesto e coerente. Às vezes conseguimos, às vezes não. Eu aconselharia ler/escutar/assistir a tudo que for possível. Qualquer pedacinho de informação um dia será útil, na tentativa de se organizar um filtro coerente. É montando um bando de dados mental, onde eles podem comparados, que hierarquizamos as obras de arte e podemos indicá-las.”

Na universidade sempre era questionado por que não escolhi jornalismo, a resposta era simples, mas por vários motivos ocultava: eu não tenho talento o suficiente.

Isso é cruel, mas é a realidade. A realidade do mercado é devatadora: “Tem talento? Para o lado de cá. Não tem, vai para o ralo!” Não há segunda chance. Não há espaço para amadores.

Uma vez quando observei seus textos vi uma menina talentosa e brilho nos seus olhos, hoje não sei mais se isso ainda existe.

Se existir pode me enviar seus originais, do contrário, apenas desejo boa sorte. E isso nada tem a  ver com sorte.

Abraço.

Marcelo Costa é jornalista formado em Comunicação Social; editor do seminal Scream & Yell; escreve o blog “Calmantes com Champagne”; colunista do iG Música; editor de homes dos sites iG, iBest e BrTurbo e um dos raros jornalistas que vale a pena ler.

1) Por que o rock?

E por que não? risos. Sinceramente, não tenho resposta pra isso. É algo maior do que eu. Deve ter sido algo antes mesmo de eu nascer. Simplesmente, o zumbido de uma guitarra me faz sentir vivo. Não sei explicar o motivo…

2) Qual o atual papel da grande mídia, quando blogs, podcasts, produtores independentes e inumeros outros meios multiplataformas fazem o mesmo papel que ela e muitas vezes trazem as noticias bem antes que os filtros de divulgação transmitam os acontecimentos?

A grande mídia atinge o grande público. Blogs, podcasts e as demais plataformas são nichos segmentados e direcionados. Existem milhares de pessoas que podem descobrir uma banda pela “Ilustrada”, mesmo com o fato de eu ter falado da mesma banda meses antes no meu blog.

3) No seu blog você sempre mescla cultura pop com literatura e algum inconformismo com a atual situação política. Você acredita que um dia (mesmo que em um futuro longínquo) o panorama vai mudar, incluso aí o pensamento dos políticos?

Eu acreditava que iria mudar quando o PT assumiu o governo e… bem, serviu para nos mostrar que sonhar muitas vezes custa muito, ao contrário do que diz aquele samba-enredo. Agora, uma hora qualquer aparece alguém e nos devolve a esperança, nos coloca no caminho do bem. Não conheço essa pessoa, nem sei se ela nasceu, mas a única coisa que não temos o direito de fazer é desistir. Pelos outros e por nós mesmos.

4) Se você fosse o curador de um grande festival de música brasileiro (de diversos estilos) hoje, quais são as cinco bandas ou artistas que você traria para tocar aqui?

Leonard Cohen, Lou Reed com o show “Berlim”, Radiohead, The National e Wilco.

5) Qual o papel do jornalismo hoje e qual o conselho que você daria para um jovem que hoje decide estudar jornalismo e posteriormente seguir uma carreira cobrindo a área cultural?

Acho que o papel do jornalismo hoje ainda é o mesmo de sempre: reportar a verdade, mesmo que ela lhe custe o emprego. Honestidade e caldo de galinha nunca vão fazer mal a ninguém, sabe. E para os jovens que querem se profissionalizar nessa área o conselho é: seja malabarista! Saiba escrever nessa área e em mais umas cinco outras, pois você vai precisar escrever muito sobre tudo até se estabelecer. E isso não é ruim. Pelo contrário…

Um CD e um filme hoje?

John Cale, “Paris 1919″ edição remaster. Um filme… “Acossado”, do Godard. Ainda estou pensando em Paris…

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“Eu e o Pop Talk Show”: Arthur Dapieve

Música: “Your Love Is The Place Where I Come From”, Teenage Fanclub

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Não consigo entender como um órgão tão adimirado e respeitado como o Comitê Olímpico pôde autorizar a realização das olimpíadas em um país como a China (desrespeitoso com os direitos humanos e todo um manchado histórico conhecido da opinião pública).

Não consigo entender ainda como os países e seus atletas envolvidos com as olimpíadas podem abrir sorrisos por fazerem parte de algo que acho no mínimo estúpido.

Na verdade eu entendo quando penso nos acordos que o Google e o Yahoo! fizeram com o governo chinês.

Eu entendo, mas não aceito, por isso e tantos outros motivos (que tem muito a ver com o livro “1984″; o conto “Scroogled”, o documentário “Muito Além do Cidaddão Kane”; a revista “Rolling Stone”) que quero dividir com você leitor logo em breve – preciso apenas fazer mais algumas entrevistas – este blog estará o mais longe possível de Pequim.

Olimpíadas? Aqui ó!

Acho que as imagens abaixo descrevem o que as palavras acima tentaram, em vão.

“Depois dos Jogos Olímpicos, a luta pelos direitos humanos vai continuar”, diz alguns dos anúncios.

Arthur Dapieve nasceu no Rio de Janeiro, em 1963. Formou-se em jornalismo pela PUC-Rio, onde leciona atualmente. Repórter e editor de cultura, trabalhou no “Jornal do Brasil” e no “O Globo”, onde desde 1993 assina uma coluna no “Segundo Caderno” às sextas-feiras.

1) Por que o rock?

Bem, parafraseando Mick Jagger, o que mais pode um garoto ocidental e urbano pós-anos 50 fazer a não ser ouvir uma banda de rock? Claro que há outros gêneros que se aplicam nesta definição (funk, rap etc) mas o rock influenciou e deu visibilidade a tudo o que aconteceu em música, hummm, jovem desde que Elvis Presley entrou na Sun Records para gravar um presente para a senhora mãe dele.

2) Qual o atual papel da grande mídia, quando blogs, podcasts, produtores independentes e inumeros outros meios multiplataformas fazem o mesmo papel que ela e muitas vezes trazem as noticias bem antes que os filtros de divulgação transmitam os acontecimentos?

A grande mídia tem dois papéis, eu acho: ela tem de ficar de olho e ouvido na pequena mídia, pois há muita coisa boa sendo apresentada em primeira mão por esta; e, com os recursos que têm e a possibilidade de concentrar mais audiência do que a maior parte dos blogs etc, ela tem a obrigação de melhorar seu nível, que anda meio preguiçoso. São, na minha cabeça, níveis complementares da mesma paixão pela música, ou pelo cinema, ou pela literatura…

3) Na sua coluna você sempre mescla cultura pop com literatura e política ou um inconformismo com a atual situação política. Você acredita que um dia (mesmo que em um futuro longínquo) o panorama vai mudar, incluso aí o pensamento dos políticos?

Não, infelizmente não acredito. O que não me impede de morrer esperneando. Acho que a gente pode, e deve, no máximo afiar os mecanismos de cobrança, para ao menos expor os políticos em toda sua patotagem e podridão, com raríssimas exceções que não vão fazer um verão. E me refiro ao mundo inteiro, não só ao Brasil.

4) Se você fosse o curador de um grande festival de música brasileiro (de diversos estilos) hoje, quais são as cinco bandas ou artistas que você traria para tocar aqui?

Pergunta difícil, mas… Lá vai: Radiohead, Amy Winehouse, Polyphonic Spree, Tom Waits e Last Shadow Puppets.

5) Qual o papel do jornalismo hoje e qual o conselho que você daria para um jovem que hoje decide estudar jornalismo e posteriormente seguir uma carreira cobrindo a área cultural?

O papel do jornalismo, hoje e sempre, é filtrar a incrível quantidade de informação e passar o resultado ao leitor, de modo claro, honesto e coerente. Às vezes conseguimos, às vezes não. Eu aconselharia ler/escutar/assistir a tudo que for possível. Qualquer pedacinho de informação um dia será útil, na tentativa de se organizar um filtro coerente. É montando um bando de dados mental, onde eles podem comparados, que hierarquizamos as obras de arte e podemos indicá-las.

Um CD e um filme hoje?

Filme: “A banda”, de Eran Kolirin. Bom, bonito e barato.

CD: “The age of understatement”, dos Last Shadow Puppets. Bom, bonito e rico.

jr

“Sou uma pessoa boa de lidar, mas problemática no meu mundo. Desde que me conheço sou honesto, mas o meu sintoma e a vida são desonestos comigo.”

Hamilton de Jesus Assunção, “Ser poeta é se viver”

Filtro “Eu e o Pop”

Clássico

Excelente

Muito Bom

Bom

Regular

Péssimo

Ouvindo

pablo-honey

35

Radiohead - Pablo Honey

the-bends

35

Radiohead - The Bends

ok-computer

50

Radiohead - OK Computer

kid-a

45

Radiohead - Kid A

amnesiac

45

Radiohead - Amnesiac

hail-to-the-thief

5

Radiohead - Hail To The Thief

in-rainbows

50

Radiohead - In Rainbows

Livro

de-cabeca-baixa

"De Cabeça Baixa", Flavio Izhaki

("Guarda-Chuva, 186 páginas)

 

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Categorias

Shows Internacionais

Coldplay - Via Funchal - São Paulo, S.P.
Pearl Jam - Estádio do Pacaembu - São Paulo, S.P.
U2 - Estádio do Morumbi - São Paulo, S.P.
Foo Fighters - Rock In Rio 3 - Rio de Janiro, R.J.
Jon Spencer Blues Explosion - Teatro SESC Pompéia - São Paulo, S.P.

Filmes

"Grandes Esperanças" (Great Expectations, EUA, 1998) de Alfonso Cuarón, com Ethan Hawke e Gwyneth Paltrow

"Um Sonho De Liberdade" (The Shawshank Redemption, EUA, 1994) de Frank Darabont, com Tim Robbins e Morgan Freeman

"Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas" (Big Fish, EUA, 2003) de Tim Burton, com Albert Finney e Ewan McGregor

"O Labirinto do Fauno" (El Laberinto del Fauno, México, Espanha, EUA, 2006) de Guillermo del Toro, com Ivana Baquero e Doug Jones

"Amores Brutos" (Amores Brutos, México, 2000) de Alejandro González, com Gael García Bernal

5 Melhores CDs

ok-computer.jpg

1) "Ok Computer" (1997), Radiohead

a-rush-of-blood-to-the-head.jpg

2) "A Rush Of Blood To The Head" (2002), Coldplay

o.jpg

3) "O" (2003), Damien Rice

lady-bird.jpg

4) "Lady & Bird" (2006), Lady & Bird

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5) "Live In Tokyo" (2004), Brad Mehldau

Mojo Book e outras leituras

Mojo Book e outras leituras

Mojo Book "Grandes Infiéis", Violins

Single Book "Paranoid Andoid Live", Brad Mehldau

Arquivo Poppycorn

Cinema | DVD 2008

"No Direction Home: Bob Dylan"

"CSI - Perigo A Sete Palmos"

"A Vida dos Outros"

"Medo da Verdade"

"Magnólia"

"A Ponte"

"Controle - A História de Ian Curtis"

"Batman - O Cavaleiro Das Trevas"

"Ensaio Sobre a Cegueira"

"Doutores da Alegria"

"O Ilusionista"

"Wall-E"

"Anti-Herói Americano"

"A Ultima Cartada"

"O Plano Perfeito"

"Batman Begins"

"Sangue Negro"

"Nina"

"A Lenda do Tesouro Perdido - 2"

"Arquivo X - Eu Quero Acreditar"

"Eu Sou A Lenda "

"Filhos da Esperança"

"Antes de Partir"

"O Hospedeiro"

"Jumper"

"Borat"

"Cloverfield - Monstro"

"Mandando Bala"

"Mr. Vingança"

"9 Canções"