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Odeio jogar “Guitar Hero”.
Odeio perder gols (feitos) no videogame com o Messi.

Adoro jogar “Pro Evolution Soccer”.

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Duas coisas que eu odeio… … e uma que eu adoro (# 19)

2008-check-out-2009-check-in

A tradição de balanços, promessas, simpatias e resoluções a cada final de ano não faz apenas com que cada pessoa faça também um pouco de auto-análise e auto-cobrança, mas também não queira refazer erros do ontem.

O ano começa hoje – e quem lê este espaço já sabe porque. Crer que 2008 não foi bacana e que 2009 o será pode fazer companhia ao Papai Noel ou a inocência do presidente Lula em muitos escândalos se os esforços não forem medidos, somados e superados diariamente.

2008 não foi apenas um grande ano, bacana onde pôde e sempre punk, mas nas dificuldades que encontrei, havia não apenas uma ou duas, mas várias outras opções para que o punk soasse outro estilo. Infelizmente não conclui alguns projetos pessoais, amizades ficaram mais distantes do que o habitual, outras foram embora de vez. O emprego continua o trabalho sujo de sempre e fede. O tempo que tanto me sobra não pode ser dividido com as poucas pessoas que amo, o dia-a-dia delas é diferente do meu noite-a-noite. O profissional apertou o pause e está estacionado até o momento, o que me dói mais ainda. O bolso não reclama, mas este capital poderia ser investido em outro sonho (espera aí 2009).

A coisa mais desagradável – até onde a memória não falha – que escrevi neste blog até estes dias foi o post “2007, check-out. 2008, check-in”. Embebido em ressentimentos o que é muito desagradável, alfinetava amizades que não mereciam mais (vai embora tempo, vai) minha atenção, abri o coração recheado de ódio e desamor…

Se 2008 me ensinou alguma coisa é que não se deve dar atenção ao que não merece, pessoas, coisas… acho que aprendi a lição.

Quando um emprego (dos dois que tinha) devastava minha alma a ponto de não agüentar mais depois de 7 anos, apertei o botão do foda-se, isso me deixou no vermelho, mas muito feliz.

2008 também foi o ano em que algumas coisas e sentimentos que foram regados lá no, hoje, longínquo 2007 semearam sementes e lindos frutos, se “A esperança é para os covardes” como disse o doutor Gregory House a realidade é a melhor prova de algumas coisas chegam, mas outras não. Às vezes eu sou covarde.

Não dá para olhar para traz e dizer que sou ingrato a 2008. Não, na verdade muito obrigado! 2009 começa hoje para mim, não sei você, com um descanso merecido e muita “covardia” no peito, batendo forte com a presença da melhor companhia que pode existir. Projetos estão sendo esboçados, ainda pretendo investir capital e dinheiro em um velho sonho que um amigo sempre serve de exemplo de que é possível, sim, alcançar.

Motivos para celebrar esse novo ano apontam no horizonte em grande quantidade desde um dos itens da “Lista da Bota”, ali em março, como 2 anos de “nós”, ali em maio. Memória, ilha de edição, mas em cada momento divido com você leitor atento algumas ferramentas de normalidade, assim que cada ponto final for escrito, pode deixar.

“Quando a gente fica de frente ao mar a gente se sente melhor” canta Nando Reis.

Para manter a deliciosa tradição passo o dia mais importante do ano na praia, bem acompanhado, claro, regado a caipirinha de saquê, bons filmes e uma ótima vista. É preciso refrear, deixar o slown motion acionado e “se sentir melhor”.

Não custa acrescentar ao caderninho de anotações como resoluções, balanços, promessas ou simpatias para este novo ano um “Por favor”, “Obrigado”, “Posso Ajudar”, “Desculpe”, “Senhor” a educação nunca é demais e abre sorrisos.

Faço apenas três pequenos pedidos em segredo, aqui no meu canto, a cada dia vou dedicar todos meus esforços para realizá-los e quando 2009 fechar os olhos quero estar feliz, não é pouca coisa e… não é pedir/querer muito.

Ótimo 2009, aproveite. Não lamento estar ficando velho, muitos não ficam.

De todas as promessas que faço, quero cumprir apenas uma: vou viver.

E é educativo lembrar sempre do que escreveu Daniel Piza: “O que vale nem sempre se mede.”

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Imagem: Blog Daniel Piza

“Jorge Da Capadócia”, Racionais MC’s

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Jorge sentou praça na cavalaria
E eu estou feliz porque eu também sou da sua companhia
Eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Para que meus inimigos tenham pés, não me alcancem
Para que meus inimigos tenham mãos, não me peguem, não me toquem
Para que meus inimigos tenham olhos e não me vejam
E nem mesmo um pensamento eles possam ter para me fazerem mal

Armas de fogo, meu corpo não alcançará
Facas, lanças se quebrem, sem o meu corpo tocar
Cordas, correntes se arrebentem, sem o meu corpo amarrar
Pois eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Jorge Da Capadócia“, Jorge Ben Jor

Forrest Gump é mato,/ eu prefiro conta uma historia real,
Vô conta a minha…”

Depois de correr muito, muito, muito mesmo (fiz em 12 minutos um caminho que normalmente faço em 30, 40 minutos, não é pouca coisa) para pegar o ultimo ônibus que me leva para casa, entro no ônibus cansado, exausto, os joelhos doendo, queimando, mas a tempo.

Depois do ônibus fazer em 25 minutos a noite um percurso que faz em 40, 50 minutos durante o dia chego ao meu ponto, desço eu mais dois rapazes que seguem quase o mesmo caminho, eles pegam um esquina diferente, eu sigo para casa.

No portão de casa quando pego a chave para entrar já planejando descansar do dia/noite de trabalho, jantar e assistir um filme no DVD a merda acontece:

- Vai. Vai. Vai. Dá a grana. Dá a grana. – ladrão 1.
- Perai, eu to vindo do trampo… – eu.
- Atira nele. Atira nele. – ladrão 2.
- Dá o celular. Dá o celular. – ladrão 1, enquanto me empurra para o portão de casa.
- Mãe. Pai. – eu grito em pânico e sem reação.
- Atira nele. Atira nele. – ladrão 2.
- Dá o celular. Dá o celular. – ladrão 1 enquanto e me empurra novamente e percebe que alguém acendeu a luz da garagem.
Tiro a blusa para mostrar que não tenho nada (arma, faca, alguma forma de reação)…
- Passa a grana. Dá o celular. – ladrão 1.
- Eu não tenho, eu tô vindo do trampo, tava trabalhando. – eu.
- Atira nele. Atira nele. – ladrão 2.
Tiro minha mochila com alguns pertences pessoais, do trabalho, algumas matérias de joprnais e um livro e seguro com a mão direita, tudo isso para mostrar que não tenho celular (logo eu leitor…)
- Atira nele. Atira nele. – ladrão 2.
O ladrão 1 arranca a mochila da minha mãe enquanto o outro manda me matar e eu pensando pra que isso já que estou colaborando…
- Pô não leva não cara tem a roupa do trampo. – Pô não leva não cara tem a roupa do trampo. – eu.

Meu pai, minha mãe e meu irmão aparecem na garagem, eles correm, eu decepcionado por ter “perdido”… Minhas pernas doem, estou cansado, com medo e sem fé, sento no chão…

Entro em casa desconsolado, as pernas tremem, a cabeça congela cada movimento, depois de alguns minutos choro, um misto de medo, raiva, impotência, e sofrimento por não ter alcançado alguns objetivos que quero.

Choro agarrado a uma almofada, sem olhar para minha família, tenho vergonha e raiva.

Havia um livro na mochila, uma das minhas novas leituras: “Muito Longe de Casa: Memórias de um Menino-Soldado” conta a história de Ishmael Beah jovem que teve que matar e viveu na guerra, não muito diferente dos adolescentes que roubam e matam nas grandes cidades… baita ironia.

Por algum motivo estou aqui – poderia não estar. Qual? Não sei. Os gritos de “Atira nele. Atira nele” ecoam na minha cabeça. Eu fico me perguntando pra quê, por quê atirar? Eu estava colaborando. Quem vai saber a resposta?

Mais um assalto na cidade que é grande demais para resolver seus problemas.

“Human”, The Killers

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Não tenho:

Telefone celular;
Cartão de crédito;
Conta em banco;
Carteira de motorista;
Registro em carteira;
Fé em Deus

Mas algumas dessas coisas podem mudar, sempre podem!

“All I Need”, Radiohead

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Eu sempre quis ter um blog ou um lugar para poder escrever o que eu achava bacana e o que eu achava uma merda, mas com o tempo percebi que ficar escrevendo sobre o que é uma merda (PSDB, política interna, Charlie Brown Jr., briguinha boba entre cariocas e paulistas… entre milhares de outras coisas) não vale a pena e é perda de tempo. Também prometi para mim mesmo que não escreveria em primeira pessoa – isso complica muito as coisas.

Mas nem sempre é possível cumprir tudo o que combinamos e prometemos, como já disse a realidade é devastadora.

Por isso mesmo que nos últimos dias e mais lá atrás, meses, este espaço passou por algumas mudanças, por mais que pequeninas, creio que alguns leitores tenham percebido. É nessa busca incessante por um formato bacana que agrade a mim e aos leitores que fico teimando e brigando por escrever mais na primeira pessoa ou em outras vezes apenas publicar textos sem uma direção específica.

Como escreveu Dapieve certa vez: “Não vou – e nem quero – mudar o mundo com isso ou escrever para ser compreendido por todos. Até porque tal coisa equivaleria a não ser compreendido por ninguém.”

Agora que esse ano começa a terminar é tempo de rever algumas coisas que tenho grande valor e que me mostraram grande significado para tornar o dia-a-dia menos caótico e a vida mais azul que cinza.

Antes que comece a publicar as listas de Melhores (e Piores) de 2008 preciso escrever alguns textos sobre coisas bacanas que deixei passar: The National ao vivo no TIM Festival; Foals ao vivo no Planeta Terra Festival; “Cordilheira” de Daniel Galera; “De cabeça Baixa” de Flavio Izhaki e mais algumas coisas que, agora, a memória me deixa esquecer.

Como já disse, creio que blogs sejam ferramentas que observam principalmente o presente e, talvez, o futuro, mas raramente o passado distante, por isso mesmo é necessário observar que talvez a resenha ou apenas textos sobre os dois shows mais bacanas que assisti esse ano não interessem a muitas pessoas, é uma pena, mas é a realidade.

Blog é sobre o hoje e o agora, algumas vezes o passado perde com isso.

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Enquanto eu vou ali decidir e rever algumas coisas bem que você, leitor esperto, poderia assistir o documentário “A Croos The Univese” do Justice e ver a participação do Radiohead em um programa de TV canadense, não é?

“Stress”, Justice

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eueopop: alguém, por favor, pode me dizer o que aconteceu com as tirinhas dos irmãos “Gêmeos Kowalski” do Angeli?

eueopop: você percebe que um relacionamento está ficando sério quando não pensa mais em comprar um computador novo ou iPod, mas sim um apartamento…

eueopop: não escrevi nada sobre o TIM e o Terra Festival, mas posso adiantar que o melhor foi ter ganhado um DVD de um amigo… brincadeira, claro;

eueopop: “Você ainda continua lá, naquele emprego?” “Sim, ainda.” “Putz que triste, né…” c@#$%&* como doeu ouvir isso… merda… merda… merda…

eueopop: quando ela chegou ele colocou um dos fones de ouvido nela e apertou o play, a canção tocou e depois de alguns segundos os dois se olharam…

eueopop: o céu da cidade estava cinza e chuvoso, mas quando ele encontrou o olhar dela explosões brilharam de todas as cores formando um arco-iris…

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eueopop: poucos viram, mas quem assistiu diz que é amor.

eueopop: e ela respondeu a pergunta: “- Ninguém vai precisar salvar sua alma, porque eu não vou embora…”

eueopop: em breve a “Hot List 2008″, com as mulheres, digamos… mais interessantes de 2008, mas para adiantar, uma delas será a 13º de “House”.

eueopop:Radiohead, anuncia logo essas datas!!!

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Estilo Twitter (# 7)

“Hoje”, Jota Quest

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“Hoje” é a melhor canção da banda Jota Quest. A banda não vale nada, mas essa música salva vidas a dois, poucas bandas conseguem dizer o que eles conseguiram nessa canção.

Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito
Nem que seja só pra te levar pra casa
Depois de um dia normal…
Olhar teus olhos de promessas fáceis
E te beijar a boca de um jeito que te faça rir
(que te faça rir)

Hoje eu preciso te abraçar…
Sentir teu cheiro de roupa limpa…
Pra esquecer os meus anseios e dormir em paz!

Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua!
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria…
Em estar vivo.

Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar…
Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia…
Que eu faço tudo errado sempre, sempre.

Hoje preciso de você
Com qualquer humor, com qualquer sorriso
Hoje só tua presença
Vai me deixar feliz
Só hoje

Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua!
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria…
Em estar vivo.

Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar…
Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia…
Que eu faço tudo errado sempre, sempre.

Hoje preciso de você…
Com qualquer humor, com qualquer sorriso!
Hoje só tua presença…
Vai me deixar feliz.
Só hoje

“Patricia The Stripper”, The Wombats

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O mundo não vai parar para me ver chorar, muito menos enxugar minhas lágrimas, certo? Por mais que existam assuntos interessantes para escrever sobre neste espaço: a resenha do show do The National no TIM Festival; a resenha do Planeta Terra Festival; algumas bandas que seria muito bacana assistir em 2009; algumas novas seções deste blog e a maratona de “30 filmes em 30 dias”; o Radiohead confirmando turnê, no site oficial, pela América do Sul em 2009 incluindo o Brasil, mas hoje não dá. Desculpa aí.

Por enquanto, deixa eu ir ali… chorar no escuro. “A peleja é longa e, no fim, é só você contra você mesmo.” Lembra? Liga não…

ange17032008
…estou em crise

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Leia também:

Blogueiro em crise (# 1)

“Who’s Gonna Save My Soul”, Gnarls Barkley

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- Me diz uma coisa: se você for embora agora who’s gonna save my soul?

jr

“Sou uma pessoa boa de lidar, mas problemática no meu mundo. Desde que me conheço sou honesto, mas o meu sintoma e a vida são desonestos comigo.”

Hamilton de Jesus Assunção, “Ser poeta é se viver”

Filtro “Eu e o Pop”

Clássico

Excelente

Muito Bom

Bom

Regular

Péssimo

Ouvindo

pablo-honey

35

Radiohead - Pablo Honey

the-bends

35

Radiohead - The Bends

ok-computer

50

Radiohead - OK Computer

kid-a

45

Radiohead - Kid A

amnesiac

45

Radiohead - Amnesiac

hail-to-the-thief

5

Radiohead - Hail To The Thief

in-rainbows

50

Radiohead - In Rainbows

Livro

de-cabeca-baixa

"De Cabeça Baixa", Flavio Izhaki

("Guarda-Chuva, 186 páginas)

 

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Categorias

Shows Internacionais

Coldplay - Via Funchal - São Paulo, S.P.
Pearl Jam - Estádio do Pacaembu - São Paulo, S.P.
U2 - Estádio do Morumbi - São Paulo, S.P.
Foo Fighters - Rock In Rio 3 - Rio de Janiro, R.J.
Jon Spencer Blues Explosion - Teatro SESC Pompéia - São Paulo, S.P.

Filmes

"Grandes Esperanças" (Great Expectations, EUA, 1998) de Alfonso Cuarón, com Ethan Hawke e Gwyneth Paltrow

"Um Sonho De Liberdade" (The Shawshank Redemption, EUA, 1994) de Frank Darabont, com Tim Robbins e Morgan Freeman

"Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas" (Big Fish, EUA, 2003) de Tim Burton, com Albert Finney e Ewan McGregor

"O Labirinto do Fauno" (El Laberinto del Fauno, México, Espanha, EUA, 2006) de Guillermo del Toro, com Ivana Baquero e Doug Jones

"Amores Brutos" (Amores Brutos, México, 2000) de Alejandro González, com Gael García Bernal

5 Melhores CDs

ok-computer.jpg

1) "Ok Computer" (1997), Radiohead

a-rush-of-blood-to-the-head.jpg

2) "A Rush Of Blood To The Head" (2002), Coldplay

o.jpg

3) "O" (2003), Damien Rice

lady-bird.jpg

4) "Lady & Bird" (2006), Lady & Bird

live-in-tokyo.jpg

5) "Live In Tokyo" (2004), Brad Mehldau

Mojo Book e outras leituras

Mojo Book e outras leituras

Mojo Book "Grandes Infiéis", Violins

Single Book "Paranoid Andoid Live", Brad Mehldau

Arquivo Poppycorn

Cinema | DVD 2008

"No Direction Home: Bob Dylan"

"CSI - Perigo A Sete Palmos"

"A Vida dos Outros"

"Medo da Verdade"

"Magnólia"

"A Ponte"

"Controle - A História de Ian Curtis"

"Batman - O Cavaleiro Das Trevas"

"Ensaio Sobre a Cegueira"

"Doutores da Alegria"

"O Ilusionista"

"Wall-E"

"Anti-Herói Americano"

"A Ultima Cartada"

"O Plano Perfeito"

"Batman Begins"

"Sangue Negro"

"Nina"

"A Lenda do Tesouro Perdido - 2"

"Arquivo X - Eu Quero Acreditar"

"Eu Sou A Lenda "

"Filhos da Esperança"

"Antes de Partir"

"O Hospedeiro"

"Jumper"

"Borat"

"Cloverfield - Monstro"

"Mandando Bala"

"Mr. Vingança"

"9 Canções"