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toca-mp3
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Semana: 24-30/11/2008

Música | Banda | Play

“There There”, Radiohead (5)
“I Will”, Radiohead (5 )
“A Punch Up At A Wedding”, Radiohead (5)
“Tchubaruba”, Mallu Magalhães (4)
“O Preço da Flor” , Mallu Magalhães (4)
“Town Of Rock’N'Roll” , Mallu Magalhães (4)
“Her Day Will Come”, Mallu Magalhães (4)
“Angelina, Angelina” , Mallu Magalhães (4)
“Where I End And You Begin”, Radiohead (4)
“Myxomatosis”, Radiohead (4)

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Play Count (# 2)

“Vou Te Levar (Acústico MTV)”, Lobão

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eueopop: a idéia é assistir ao show do Radiohead no Rio, voltar, assistir o segundo show em São Paulo e se existir um show extra… assistir também.

eueopop: alguém sabe me dizer se existe coisa mais chata e difícil do que Tag Questions no aprendizado de língua inglesa?

eueopop: você percebe que um relacionamento está ficando sério e mais agradável quando os silêncios não gritam mais para serem preenchidos.

eueopop: quando leio a revista “Rolling Stone” o que acho mais interessante são as matérias sobre comportamento e política. Baita inversão de valores!

eueopop: alguém sabe me dizer se existe algum caderno cultural mais interessante, atual, objetivo e gostoso de ler que “Eu & O Fim de Semana”?

eueopop: o meu toca-mp3 tem, agora, mais de três mil músicas, entre jazz, rock, pop, (pouco) blues, mas eu sempre escuto sempre as mesmas 30 músicas.

eueopop: a delicio… ops, Natalia Guimarães é tão bonita e tão sexy, mas tem um tremendo mal gosto…

eueopop: a sensacional Madeleine Peyroux faz show em São Paulo agora em dezembro, você não vai perder por nada, não é? Desculpa, mas eu vou… merda!

eueopop: se o Sigur Rós abrir os shows do Radiohead, não sei se terei coração para a banda de Thom Yorke… e se eles tocarem “Pop Song”, nem se fala.

eueopop: alguém sabe me dizer se existe coisa mais gostosa que isso? Abraço e beijo da(o) namorada(o) não vale…

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Estilo Twitter ( # 8 )

Bomba Nuclear
“Primal Scream ao vivo no TIM Festival 2004″

Poucos minutos depois da bela e misteriosa – bem que um pouco desse mistério foi à lona depois dessa apresentação – PJ Harvey dar beleza à uma noite feia e chuvosa, onde São Paulo parecia e muito com Londres, tudo o que ela havia construído: beleza, doçura, esperança… o Primal Scream destruiu. Dono do título de melhor e inesquecível show do 2º TIM Festival (e do ano), que aconteceu no Jockey Clube de São Paulo, entrou no palco representado primeiramente por Bob Gillespie que vestia uma calça prateada e paletó preto, parecendo um psicopata e não teve dó do público que ainda estava aquecido pelo calor humano da cult PJ.

Dando início ao ataque com a inédita “Alright”, já levantou a platéia, bateria, teclados, guitarras, guitarras, guitarras, isso mesmo eram três ao mesmo tempo no palco, mais batidas pré-gravadas. Quando foi divulgada a escalação para o festival era necessário dar destaque ao nome da banda, afinal eram 20 anos dedicados a uma inovação do estilo – não cabe chamar o Primal Scream de rock, a banda é mais. Unindo viagens psicodélicas, rock, dance music, incursões ao industrial, faz um apanhado do que se ouve de melhor nas últimas décadas, joga-se no liqüidificador e tritura tudo. O resultado disso está presente em discos como “Screamadelica” (Sire, 1991, inédito no país), para quem entende de música este é a segunda revolução de 1991 ao lado de “Nivermind” do Nirvana, com quase treze anos, sua importância está ainda presente na música atual; “XTRMNTR” (Sony, 2000) e “Evil Heat” (Sony, 2002). No primeiro Bob ordena “Mate todos os Hippies”, no segundo quase ordenou bombardear o Pentágono, não é preciso falar mais.

Daí a importância que este show merecia, uma parte – muito importante – do rock passando na nossa frente, Bob Gillespie (ex-baterista do Jesus and Mary Chain), Gary “Mani” Mounfield (baixista do ex-Stone Roses) e Kevin Shields (guitarrista do ex-My Bloody Valentine e tecladista do ex-Felt), a união de três bandas como essas era cartão de visitas e atestado de que o show seria – e foi – histórico.

“Accelerator”, a segunda da noite, simplesmente agrediu quem estava nas primeiras filas, o som quase insuportável de alto deixava alguns desconfortáveis e seria assim durante toda a noite. Em “Miss Lucifer”, a pista acolhia aqueles que queriam dançar e exorcizar seus demônios; “Rise”, que antes chamava-se “Bomb The Pentagon”, invade a pista, guitarras e microfonia estão presentes, a bateria e o baixo marcado dá o tom, antes onde havia o refrão “Bomb, bomb bomb the Pentagon” agora só “Rise, rise, rise”, mas para quem conhece uma versão gravada no Summersonic, no Japão no início de 2002, sabe que a música na verdade ainda prega a derrubada não só do Pentágono, mas de outras instituições americanas e claro de seu governo também.

O Primal Scream sem exageros é uma banda de guerrilha, menos política é verdade, mais de comportamento e em alguns momentos lembra Rage Against The Machine.

Enquanto a platéia já estava domada, a banda não quis saber dessa história, emendou “Shoot Speed Kill Light” e “Burning Wheel”, para aí evocar o massacre com “Kill All Hippies”, “- Hay Mr Gordon” inicia a porrada e ordena a eliminação dos Hippies, uma tempestade parece cair sobre o Jockey Clube, mas esta não era feita de água, sim de guitarras, grooves, loops e muito barulho. A banda já tinha feito seu papel, a noite já havia valido a pena. Mas ainda estávamos na sétima música.

As dançantes “Detroit” e “City”, esta marcada por uma microfonia gigantesca, continuaram a festa. Seqüenciadores, guitarras e ininterruptas batidas marcaram “99th Floor”, “Rocks” e “Kowalski”.

O mundo vai acabar

Em alguns momentos nessa curta vida achei que esta iria acabar. O primeiro que lembro foi em 2001, no Festival Abril Pro Rock com o show de Jon Spencer Blues Explosion, só um detalhe: duas guitarras e uma bateria mais nada, o pequeno teatro do SESC Pompéia foi ao chão; a segunda lembrança traumática foi também em 2000, no show do And You Will Know Us By The Trail Of Dead, no SESC Belenzinho, depois do show não sobrou nada do pequeno galpão, os integrantes a toda hora passavam seus instrumentos nos amplificadores, a microfonia era insuportável, saí do show com dor de ouvido.

No show do Primal Scream quando uma sirene começou a soar nas caixas de som, luzes estroboscópicas invadiram o palco, já era tarde, o alerta vermelho havia soado, “Swastika Eyes” era a pedrada da vez, paredes e mais paredes de barulho, microfonia, ruídos e batidas dançantes eram a ordem da noite. O perigo era eminente, o Primal Scream estava tocando ali na nossa frente e sem dó a cada música, agredia os presentes.

Ainda tocaram “Skull X”, antes de irem embora. Voltaram para o primeiro bis onde tocaram “Jailbird”, “Medication” quando todos jogavam a toalha, assim como no boxe, a turma de Glasgow, Escócia, onde a banda foi formada em 1984, resolveu celebrar a noite e amenizar – apenas um pouco -, e tocaram o clássico “Movin’ on Up”, catarse total e um merecido descanso.

Ledo engano, voltaram para o segundo bis, destruidor. Tocaram “Kick out the Jams” do MC5 essencial banda punk. Os que estavam ali e voltariam no dia seguinte para o show do Beach Boys Brian Wilson, estavam preocupadas, estaria confirmado o show, afinal, uma bomba atômica acabara de ser detonada ali.

Para mostrar quanto a música da banda é atual, Bob Gillespie disse: “A música deveria ser um refúgio para os esquisitos, pessoas que não conseguem se adequar, mas com um ponto de vista muito forte. Há covardes demais, pessoas sem imaginação. Hoje não há mais inssureição ou guerra declarada nos discos, exceto nos nossos. Ninguém escreve mais “Get Up, Stand Up”. Só fazem músicas para comerciais” em entrevista à agência de notícias International Feature Agency, à época de lançamento de “XTRMNTR”. Bob assim como os demais integrantes se fazem de veículos para o som da banda, e desta forma, transformam-se em homens-bomba.

Veja o set list:

“Alright”
“Accelerator”
“Miss Lúcifer”
“Rise”
“Shoot Speed Kill Light”
“Burning Wheel”
“Kill All Hippies”
“Detroit”
“City”
“99th Floor”
“Rocks”
“Kowalski”
“Swastika Eyes”
“Skull X”

1º Bis

“Jailbird”
“Medication”
“Movin’ on Up”

2º Bis

“Kick out the Jams”

“Sail To The Moon” Radiohead

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“Seguir as novidades do pop requer cada vez mais tempo e menos espírito crítico. Novos nomes surgem empurrados por tsunamis de hype, para se dissipar sem deixar vestígios ao primeiro sinal de mudança na maré. Nesse contexto, não faz sentido falar em permanência. Quem vai se interessar pelo quarto álbum dos Klaxons? Pelo terceiro dos Cribs? Pela música que o New Young Pony Club vai estar fazendo daqui a cinco anos? Ninguém, e parece que a vida agora é assim.

Mas este ["In Rainbows"] já é o sétimo álbum do Radiohead, essa anomalia que insiste em fazer música relevante. No universo digital, conhecer e descartar informação acontece na velocidade de um impulso elétrico. Pois o Radiohead se apropria desses mesmos meios para fazer o contrário – criar e distribuir informação (no caso, música) que realmente importa.”

“Novo Radiohead destroça classificações de gênero” (17/10/2007)
Álvaro Pereira Júnior

“Paranoid Android (Live)”, Radiohead

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radiohead-live-tour-dates

O jornal “Folha de S. Paulo” publica nesta quinta-feira, 27 de novembro, matéria trazendo os detalhes da tão aguardada vinda da banda inglesa Radiohead a América Latina e em especial ao país.

Segundo a matéria “Radiohead no Brasil” assinada pelo jornalista Thiago Ney a banda inglesa fará o primeiro show no país no Rio de Janeiro no dia 20 de março (sexta-feira) e em São Paulo no dia 22 de março (domingo).

A matéria ainda traz detalhes com relação ao valor dos ingressos (preço único: R$ 200, estudantes pagam meia), os locais dos shows (Praça da Apoteose – Rio de Janeiro e Chácara do Jockey – São Paulo, onde ocorreu o festival Claro Que É Rock em 2005), detalhes da venda de ingressos (começam a ser vendidos à 0h de 5 de dezembro, por meio do site www.ingresso.com. A partir das 9h de 5/12, haverá venda nas bilheterias do estádio do Pacaembu – SP e Maracanãnzinho – RJ) e acrescenta que a banda terá quatro shows de abertura que formam um festival, o Just a Fest.

O texto com a resenha dos shows vai se chamar “Contatos Imediatos Do Terceiro Grau”, o que faz todo sentido.

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Serviço:

Radiohead no Rio. Praça da Apoteose, 20 de março de 2009.
Setores disponíveis e valores dos ingressos:
Pista e Arquibancada – 35 mil ingressos
Inteira: R$ 200,00
Meia/Estudante: R$ 100,00
Abertura das vendas: 5 de dezembro.

Radiohead em SP. Chácara do Jóquei, 22 de março de 2009.
Setores disponíveis e valores dos ingressos:
Pista – 30 mil ingressos
Inteira: R$ 200,00
Meia/Estudante: R$ 100,00
Abertura das vendas: 5 de dezembro.

Informações para venda:

- www.ingresso.com ou nos pontos credenciados
- Pagamento nos pontos de venda – apenas em dinheiro
- Limite de venda de 4 ingressos por pessoa
- Não será efetuada devolução de dinheiro após a compra
- Não será permitida a troca de ingressos após a compra

Pontos de venda credenciados:

São Paulo: Bilheteria dos Estádio do Pacaembu. Rua Professor Passalaqua, S/n?

Rio de Janeiro: Bilheteria 1 do Maracanãzinho. Professor Eurico Rabelo S/ n? – próximo a estátua do Bellini

“J1″, Mallu Magalhães

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Não escrevi nada sobre os shows do TIM Festival e Planeta Terra Festival; creio que blogs sejam ferramentas que observam principalmente o presente e, talvez, o futuro, mas em linhas gerais o show do The National salvou o festival e o show do Foals foi correspondente a festa que o The Rapture fez em 2007.

Ainda escrevo sobre os shows, mas em outra oportunidade.

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Qual punição merece um amigo e sua namorada que vão a uma seção de cinema seguida de bate-papo com um dos diretores que você mais gosta e admira, que lança um dos filmes mais instigantes do ano e não te convidam, nem mesmo dão notícias?

Sugestões são bem vindas!!!

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O sensacional Justice lança o documentário “A Cross The Universe” que já habita os endereços alternativos de download, o mais interessante é perceber o quanto eles conseguem reinventar o que parecia fúnebre: a música eletrônica para as massas.

Certa vez o jornalista Álvaro Pereira Junior escreveu uma coluna sobre o Radiohead, nela ele fez um dos mais sensíveis pedidos da imprensa nacional: não seja idiota!

“Esse é o desafio que proponho, jovem leitor, se um dia você lidar com audiências de massa: o de ser popular sem ser óbvio, emocionar sem ser piegas, ser claro, mas não didatista, ser experimental mas compreensível, buscar o novo dominando a tradição.”

O Justice faz isso, coisa rara quando o assunto massa é normalmente relacionado a recheio zero.

O download vale cada byte.

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Enquanto o gato Garfield e 99% da humanidade odeia as segundas-feiras eu até que gosto, ora bolas, é dia de folga.

Por isso, apertei o botão do foda-se e fui ver o mar.

Voltando à noite, subindo a serra, olhando aquelas casinhas lá embaixo parecendo vaga-lumes, Sigur Rós nos fones de ouvido, por algum momento achei que estivesse morto e a trilha sonora era formada pelos integrantes da banda islandesa mais alguns anjos cantando em uma língua sem tradução, mas não.

- Acorda, chegamos! Eu preciso ir embora e você precisa ir para casa, amanhã começa tudo de novo. – ela disse.

O dia foi especial, mas a realidade é devastadora!

“Promisses”, Boy Kill Boy

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Odeio comédia romântica sem graça.
Odeio comparações entre paulistas e cariocas.

Adoro coca-cola.

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Duas coisas que eu odeio… … e uma que eu adoro (# 10)

“I’m Gonna DJ”, R.E.M.

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Alto lá, em nome da lei
Por Diogo Mainardi

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Jornalismo não deveria ser assim, mas às vezes é… (# 1)

toca-mp3

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Semana: 17-23/11/2008

Música | Banda | Play

“Hoje”, Jota Quest (11)
“Stress”, Justice (3 )
“Sex On Fire”, Kings Of Lion (3)
“Doce Solidão”, Marcelo Camelo (3)
“Janta”, Marcelo Camelo (3)
“Mais Tarde”, Marcelo Camelo (3)
“Deceptively Yours”, Norah Jones (3)
“Hoppipolla”, Sigus Rós (3)
“Hoppipolla Afturabak”, Sigus Rós (3)
“Rebelion (Lies)”, The Arcade Fire (2)

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Play Count (# 1)

“In The Hospital”, Friendly Fires

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leite

jr

“Sou uma pessoa boa de lidar, mas problemática no meu mundo. Desde que me conheço sou honesto, mas o meu sintoma e a vida são desonestos comigo.”

Hamilton de Jesus Assunção, “Ser poeta é se viver”

Filtro “Eu e o Pop”

Clássico

Excelente

Muito Bom

Bom

Regular

Péssimo

Ouvindo

pablo-honey

35

Radiohead - Pablo Honey

the-bends

35

Radiohead - The Bends

ok-computer

50

Radiohead - OK Computer

kid-a

45

Radiohead - Kid A

amnesiac

45

Radiohead - Amnesiac

hail-to-the-thief

5

Radiohead - Hail To The Thief

in-rainbows

50

Radiohead - In Rainbows

Livro

de-cabeca-baixa

"De Cabeça Baixa", Flavio Izhaki

("Guarda-Chuva, 186 páginas)

 

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Categorias

Shows Internacionais

Coldplay - Via Funchal - São Paulo, S.P.
Pearl Jam - Estádio do Pacaembu - São Paulo, S.P.
U2 - Estádio do Morumbi - São Paulo, S.P.
Foo Fighters - Rock In Rio 3 - Rio de Janiro, R.J.
Jon Spencer Blues Explosion - Teatro SESC Pompéia - São Paulo, S.P.

Filmes

"Grandes Esperanças" (Great Expectations, EUA, 1998) de Alfonso Cuarón, com Ethan Hawke e Gwyneth Paltrow

"Um Sonho De Liberdade" (The Shawshank Redemption, EUA, 1994) de Frank Darabont, com Tim Robbins e Morgan Freeman

"Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas" (Big Fish, EUA, 2003) de Tim Burton, com Albert Finney e Ewan McGregor

"O Labirinto do Fauno" (El Laberinto del Fauno, México, Espanha, EUA, 2006) de Guillermo del Toro, com Ivana Baquero e Doug Jones

"Amores Brutos" (Amores Brutos, México, 2000) de Alejandro González, com Gael García Bernal

5 Melhores CDs

ok-computer.jpg

1) "Ok Computer" (1997), Radiohead

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2) "A Rush Of Blood To The Head" (2002), Coldplay

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3) "O" (2003), Damien Rice

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4) "Lady & Bird" (2006), Lady & Bird

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5) "Live In Tokyo" (2004), Brad Mehldau

Mojo Book e outras leituras

Mojo Book e outras leituras

Mojo Book "Grandes Infiéis", Violins

Single Book "Paranoid Andoid Live", Brad Mehldau

Arquivo Poppycorn

Cinema | DVD 2008

"No Direction Home: Bob Dylan"

"CSI - Perigo A Sete Palmos"

"A Vida dos Outros"

"Medo da Verdade"

"Magnólia"

"A Ponte"

"Controle - A História de Ian Curtis"

"Batman - O Cavaleiro Das Trevas"

"Ensaio Sobre a Cegueira"

"Doutores da Alegria"

"O Ilusionista"

"Wall-E"

"Anti-Herói Americano"

"A Ultima Cartada"

"O Plano Perfeito"

"Batman Begins"

"Sangue Negro"

"Nina"

"A Lenda do Tesouro Perdido - 2"

"Arquivo X - Eu Quero Acreditar"

"Eu Sou A Lenda "

"Filhos da Esperança"

"Antes de Partir"

"O Hospedeiro"

"Jumper"

"Borat"

"Cloverfield - Monstro"

"Mandando Bala"

"Mr. Vingança"

"9 Canções"