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“Brainy”, The National
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Não encontrei na cobertura e divulgação da escalação de atrações para o TIM Festival edição 2008 nenhum animo quando pronunciado o nome da banda norte-americana The National, fato esse quando citavam a banda, coisa rara.
Coisa rara mesmo.
“Não há escassez de bandas de rock no mercado. A relativa facilidade de tocar, produzir, gravar e fazer circular a música pulverizou as opções nas lojas (menos) e nos computadores (mais). Há muita coisa boa obviamente. (…) No entanto, a elas falta a ambição de se alçar do ‘alternativo’ ao essencial. Ou talvez lhes falte a capacidade mesmo. (…) Dos novos nomes, só neles eu vislumbro o desejo de se tornar uma daquelas bandas às quais, no passado, entregávamos a própria vida.”
Arthur Dapieve escreveu semana passada sobre a importância de se ter uma banda em que possamos voltar a acreditar, dar crédito, pela grandeza no pop, para isso citou Oasis e seu novo bom CD “Dig Out Your Soul” e o plano B de Alex Turner, dos Arctic Monkeys, e de Miles Kyne, dos Rascals, o ótimo Last Shadow Puppets (“…só neles vislumbro o desejo…”).
Em outro texto “Os melhores sons do mundo” o jornalista Cadão Volpato no suplemento “Eu & Fim de Semana” do jornal “Valor Econômico” mostra a importância da curadoria de um festival. “O curador precisa, mais do que nunca, entender simbolicamente cada escolha, saber o que ela representa e que idéia ela materializa naquele momento” diz o curador Ronaldo Lemos um dos responsáveis pela ala pop do TIM Festival.
Creio que quando a banda norte-americana The National entrar no palco da Arena de eventos estará materializando a idéia de Lemos: transitar entre o alternativo e o mainstream e toda sua simbologia. Não há como comparar a banda norte-americana a Kanye West – grande estrela pop do TIM Festival 2008 -, mas é possível notar que traz de volta o espírito do festival que sempre foi transitar, com bela desenvoltura, entre o alternativo.
Por mais que “A Skin, A Night”, documentário de Vincent Moon gravado durante as sessões do CD “Boxer”, tente capturar o espírito da banda, isso não é possível.
The National é um abismo.
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“Guia da Folha”
TIM Festival 2008 – Ponte Brooklyn
Sábado (25), às 21h – Cérebro Eletrônico, The National e MGMT.
Os paulistanos do Cérebro Eletrônico abrem com um show animado a noite mais esperada pelos “modernos” de plantão. Logo após a performance do quinteto de indie rock, The National, sobe ao palco a mistura ousada de folk, rock e eletrônica da dupla nova-iorquina MGMT, que, ao vivo vira uma banda completa, com um visual hippie e tropicalista e uma sonoridade psicodélica.
“Canção Pra Você Viver Mais”, Pato Fu
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Ah, feliz aniversário!
















