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“Janta (com Malu Magalhães)”, Marcelo Camelo

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Eles não deixaram de amar o papel
Por Francisco Quinteiro Pires

Epístola aos Blogueiros
Por Fabrício Carpinejar

Música: “Doce Solidão”, Marcelo Camelo

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eueopop: alguém pode me dizer qual a graça de programas como: “Eu, a Patroa e as Crianças”, “Todo mundo odeia o Cris” ou “Chaves”?

eueopop: hoje não existe música mais aconchegante que “Birds” de Emiliana Torrini, se você tem namorada não hesite em colocar os fones de ouvido nela.

eueopop: diz aí, isso aqui só pode ser uma piada, não é? de mal gosto, aliás; você estuda quatro anos, para depois ler provocações como esta, não dá.

eueopop: a apostila chegou, são mais de 1072 páginas com leis, regimentos internos e 2100 exercícios, se esse blog ficar abandonado, você já sabe o motivo…

eueopop: iPhone no Brasil em setembro! Quem disse que eu não tenho celular, que história é essa, hummm 16 gigas de mp3 e muito vídeo…

eueopop: toda vez que eu passo na frente da loja de brinquedos os bonequinhos do “Wall-E” ficam olhando para mim, uma hora eu levo eles para casa…

eueopop: o amor acabou, é triste, eu sei, mas ele acabou…

eueopop: “Guns” de Emiliana Torrini é a canção que Beth Gibbons cantaria se tivesse um coração, mesmo assim, dentro de um iglu com as luzes apagadas.

eueopop: quais são os itens que existem na sua “Lista da bota”?

eueopop: Fernando Meireles no programa “Canal Aberto”, domingo às 23:30 na Bandeirantes, ele vai falar sobre “Ensaio sobre a Cegueira”, não perca…

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Estilo Twitter (# 5)

Música: “Birds”, Emiliana Torrini

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Ok, ok “Missão Impossível 3″ é bacana e merece algumas estrelas na escala de avaliação; “Fringe” ainda promete, o piloto por mais que contenha mais referencias do que originais quem sabe tenha sucesso e interesse quanto “Lost”, mas ninguém acerta todas, ninguém…

Quando o filme “A Bruxa de Blair” chegou a tela grande acompanhado de um pequeno trabalho de marketing, mas enorme mistério e exaltação, resultou em enorme retorno financeiro e holofotes, mas o que muito não se discutiu é que o projeto “Bruxa de Blair” não prometeu um filme, mas um “algo” a se conferir na sala escura do cinema.

“A curiosidade move a humanidade”, por isso não era possível separar a peça audiovisual da campanha de marketing. Existem pessoas que discordam do entrelaçamento de diversas mídias e plataformas, talvez essas pessoas sejam apenas românticos saudosistas ou ainda não perceberam que o hoje é diferente, quem trabalha ou pensa em comunicação sabe do que estou falando.

Não é possível mais pensar a comunicação da mesma forma que anos atrás – a “Bruxa de Blair” chegou as salas de cinema em 1999, há quase dez anos – hoje é imprescindível pensar e produzir qualquer forma de audiovisual como um polvo e seus vários tentáculos, quem pensar diferente não vai alcançar o devido objetivo.

A possibilidade de veicular um produto audiovisual hoje em diversas plataformas é um grande desafio – adaptação, publico alvo diferenciado, estética artística -, mas também um grande parque de diversões para quem produz essas peças. Obriga o profissional e seus produtores a conhecerem e tentarem entender como é distribuído e consumido esse produto, não é porque a venda de CDs caiu que a música vai morrer; não é porque o filme em cinema perdeu público e o DVD é falsificado que a sétima arte está no calvário, não vejo assim, vejo a reinvenção de algo, não sei ainda o que.

Durante o período que estive entre as grades da universidade percebi que tanto o pensamento dos professores e profissionais envolvidos quanto dos alunos era direcionado ao pré-estabelecido quando o bacana seria fazer algo fora das diretrizes, a margem do mercado – o caro leitor sabe muito bem que é na margem que as coisas mais bacanas surgem -, apostando em formatos diferenciados ou idéias ousadas. O status quo sempre vencia.

(Universitários de comunicação ousem, ousem!)

O comentário da Tula é certeiro em levantar questionamentos de avaliação – não apenas questionando o gosto do blog, mas também na forma de comparação. É sabido que toda avaliação é pessoal e acompanha um histórico, e por isso mesmo, creio, é interessante avaliar o que move os devidos resultados. Sempre questiono esse fator quando leio as críticas das pessoas que aprendi a acompanhar.

Me deixa extremamente descontente quando leio na capa ou no pôster do filme “Cloverfield – Monstro” a frase “do visionário J.J. Abrams“, questionar a capacidade artística e de produção de Abrams é insanidade, quando observado os filmes e séries citadas nos primeiros parágrafos. O trabalho de marketing pré-filme serviu-se de todas as plataformas hoje conhecidas, mas não conseguiu resultar em uma peça audiovisual do tamanho de sua sombra. O filme é péssimo quando comparado ao que sua sombra demonstrava e “vendia” ao expectador.

Nesse ponto – e não apenas neste – ainda creio que Daniel Myrick e Eduardo Sánchez foram muito bem sucedidos, pode ser uma fuga não terem prometido nada, ou quase. Mas entregaram muito mais do que esperavam os curiosos olhando na fechadura da porta.

Se por um lado o projeto “Bruxa de Blair” investiu no não convencional e por isso recebeu críticas devastadoras, não encontro em outras análises a mesma receptividade ao filme de Abrams. Pode ser a mudança dos tempos, ou não.

Ainda creio que “Lost” seja tudo que apresenta, “Fringe” merece ser acompanhado, mas ninguém acerta todas, ninguém…

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Tula, ainda sobre avaliações tão bem levantada por você. Creio que não seja possível colocar em um mesmo nível “Arquivo X – Eu Quero Acreditar” e “Cloverfield – Monstro”.

Sobre o primeiro ainda prefiro acreditar que a teoria escrita por Alexandre Matias se confirme, ainda mais quando estamos falando de e sobre Hollywood, sobre o segundo as palavras acima espero que tenham deixado claro minha opinião.

De qualquer forma, creio, é preciso acumular o máximo de informação e pontos de vista para formar um filtro e questionar as pessoas que aprendemos a acompanhar.

Música: “Dead Duck”, Emiliana Torrini

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A adolescência acabou?
Por Contardo Calligaris

A pesquisa de hoje mostra a mesma coisa que, aparentemente, descobrimos a cada vez que sondamos os adolescentes: eles são tão caretas quanto a gente, se não mais.

Eles se preocupam sobretudo com família, saúde, trabalho e estudo. Seu maior sonho é a realização profissional -não empreendimentos fantasiosos, mas o devaneio de qualquer mãe de classe média: ser médico, advogado ou encontrar um bom emprego que lhes garanta casa própria e carro.

Em matéria de política, a maioria se posiciona à direita ou ao centro e não tem interesse em participar de movimentos sociais. Eles têm opiniões parecidas com as da média nacional: são contra a legalização do aborto, contra a descriminalização da maconha e a favor da diminuição da maioridade penal. Sobre a pena de morte, estão divididos meio a meio.

Não são aventurosos: têm pouca vontade de viajar e estão preocupados com a violência. Na hora do sexo, têm muito medo da Aids.

Quanto às drogas, espantalho dos pais, eles preferem a que os adultos se permitem, o álcool.

Cúmulo para quem imagina que os adolescentes sejam contestatórios: em sua maioria, eles acham que o que aprendem na escola é de grande utilidade para o futuro.

Em suma, a surpresa da pesquisa de hoje não está nos resultados, mas no nosso susto ao lê-los: ainda acreditávamos numa visão cinematográfico literária da adolescência. Ou seja, supúnhamos que os adolescentes fossem insubordinados e visionários. Será que já foram e desistiram? Ou será que nunca foram, como sugere a comparação com a pesquisa Datafolha de 1998 e com outra, da revista “Realidade”, de 1967?

A adolescência como época separada e específica da vida foi inventada nos anos 1950 e 1960. É nessa época que o cinema e a literatura (narrativas inventadas pelos adultos) criaram a figura do adolescente revoltado, ao qual foi confiada a tarefa de encenar as rebeldias inconfessáveis e frustradas dos adultos.

Uma explicação materialista para esse fenômeno diz que, no quase pleno emprego do pós-guerra europeu e americano, era bom que os jovens levassem mais tempo antes de chegar ao mercado de trabalho; ou, então, que um tempo maior de preparação e estudo era exigido por um mercado de trabalho cada vez mais especializado.

Outra explicação, menos materialista, diz que os adultos, na pequena prosperidade do pós-guerra, achavam sua vida um pouco chata (e era, de fato, mais do que nunca, massificada). Os adultos, portanto, sonhavam com aventuras às quais pareciam ter renunciado em troca de uma casa, um liquidificador, dois carros e uma TV. E eles inventaram a adolescência como encarnação de sua vontade de uma vida menos enlatada.

A invenção cultural da adolescência nem sequer transformou a maioria dos adolescentes em rebeldes. Mas produziu um clima suficiente para que, aos 20 anos, alguns membros da geração nascida logo após a guerra chutassem o balde que os adultos queriam, mas não sabiam chutar: contracultura, aspirações sociais, revolução sexual etc. O mundo ficou melhor para todos.

Mas foi um momento especial, em que a insatisfação reprimida dos adultos do pós-guerra delegou aos jovens uma missão quase revolucionária. Desde então, é como se a adolescência tivesse perdido sua razão de ser.

Resta, aos adultos, a expectativa de que os adolescentes corram os riscos que a gente não quer mais correr ou nunca quis, de que eles sejam nossa face audaciosa, sedenta de experiências e de terras incógnitas, generosamente preocupada com um mundo melhor. Mas é uma expectativa vaga, que se confunde com nossa vontade periódica de tirar férias.

Hoje, quais são nossas aspirações extraordinárias e escondidas? Quais os sonhos que os adolescentes defenderiam e encenariam para nós? São apenas visões de nós mesmos, um pouco mais bem-sucedidos.

O tempo da adolescência acabou. O que sobrou dele? Talvez apenas uma trilha sonora.

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Contardo Calligaris, 59, é psicanalista, colunista da Folha e autor de livros como “O Conto do Amor” (Companhia das Letras) e “A Adolescência” (Publifolha).

Música: “Gun”, Emiliana Torrini

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Música: “The Shock Of The Lightning”, Oasis

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(não leve em consideração a ordem das frases, das idéias e viagens sem ácido escritas abaixo, isso aqui é uma fuga…)

Outro dia a Tula perguntou se, enfim, li “1984″, a resposta por enquanto é não, de certa forma estou com medo. Se a realidade, hoje, já está desumana, imagina se eu ler todo o livro e perceber que isso ainda não é nada, que o futuro é ainda pior. Ahhh é só literatura, ok, vai acreditando… Acho que vou ler Kafka e Dostoievski.

Estou programando a agenda e os relógios para assistir um episódio de “Arquivo X” por dia, na madrugada. Tenho as três primeiras temporadas em DVD, depois pretendo assistir as outras, mas tudo depende de como estará meu comportamento…

- Um dia eu quero fumar maconha olhando para o pôr-do-sol, lá no fundo o mar e alguma música bem de leve…
- Por que você ainda não fez isso? Tem o apartamento da sua irmã…
- Porque eu sou um cagão…
- É, eu sabia que você não faria isso, mas se quiser.
- Mas um dia eu faço!

Se eu disser que esse bate-papo acima foi entre uma mãe e um filho, talvez você não acredite.

Play nos novos CDs de The Verve, Bloc Party, O Rappa, o novo single do Oasis e algumas bandas que tem algum vestígio de som que disconecta a realidade…

Tudo isso e mais algumas coisas que, mesmo aqui, são impublicáveis… Tudo para servir de fuga…

Os próximos meses serão muito difíceis, quando não desumanos, a idéia de mais uma “grande chance” para o emprego dos sonhos, vai me tirar a tranqüilidade e exigir mais esforço do que antes empregado, a outra idéia é terminar um projeto pessoal (Victor meu grande amigo: não é “eu tenho um sonho”, sonhos  tornam-se pesadelos; é “eu tenho um projeto!”) em uma ano, mas como me foi confessado:

- Depende apenas de você!

Sempre é assim, não?

É como diz aquele texto, bonitinho, mas ordinário e de pouca validade:

“A peleja é longa e, no fim, é só você contra você mesmo.”

Estou lendo todas as colunas escritas esse ano por Arnaldo Jabor, preciso de uma droga legal, que me tire da realidade e mostre que o amanhã, e pode ser na quarta-feira mesmo, será menos idiota que hoje, terça-feira.

Música: “Mercury”, Bloc Party

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Odeio pessoas que ficam falando em Jesus Cristo, Deus, Bíblia Sagrada, Religião, Igreja…
Odeio carne vermelha.

Adoro batatas fritas smiles.

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Duas coisas que eu odeio… … e uma que eu adoro ( #8 )

Música: “Farpa Cortante”, O Rappa

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Jornalismo não deveria ser assim, mas às vezes é…

“O Antônio Conselheiro dos modernos”

Por Marcelo Marthe

Música: “Hey Boy Hey Girl (Soulwax Remix)”, The Chemical Brothers

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Enquanto eu vou ali para mais uma batalha como sempre em todos os finais de semana, fica a dica para você curtir uma “musiquinha”.

Você sabe quem são os Soulwax? Pois deveria.

Assisti show deles no TIM Festival 2004 e por mais que já estivesse cansado devido a imensa quantidade de horas pulando e vivendo um pouquinho entre Pj Harvey, Primal Scream, Brian Wilson, e Kraftwerk o show deles foi… foi… hummm intenso!

O que faz com que um estilo de música seja interessante é sua renovada invenção, os Soulwax sabem disso e fizeram o que parecia improvável: remixar um já clássico da música eletrônica.

Eles pegaram a faixa “Hey Boy Hey Girl”, de 1999, da banda The Chemical Brothers e fizeram com que ganhasse vida e identidade própria – como se ela já não tivesse. O resultado é a receita perfeita para quem quer animar uma festa, o dia, a noite… a vida.

Aperte o play e viva o final de semana!

jr

“Sou uma pessoa boa de lidar, mas problemática no meu mundo. Desde que me conheço sou honesto, mas o meu sintoma e a vida são desonestos comigo.”

Hamilton de Jesus Assunção, “Ser poeta é se viver”

Filtro “Eu e o Pop”

Clássico

Excelente

Muito Bom

Bom

Regular

Péssimo

Ouvindo

pablo-honey

35

Radiohead - Pablo Honey

the-bends

35

Radiohead - The Bends

ok-computer

50

Radiohead - OK Computer

kid-a

45

Radiohead - Kid A

amnesiac

45

Radiohead - Amnesiac

hail-to-the-thief

5

Radiohead - Hail To The Thief

in-rainbows

50

Radiohead - In Rainbows

Livro

de-cabeca-baixa

"De Cabeça Baixa", Flavio Izhaki

("Guarda-Chuva, 186 páginas)

 

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Categorias

Shows Internacionais

Coldplay - Via Funchal - São Paulo, S.P.
Pearl Jam - Estádio do Pacaembu - São Paulo, S.P.
U2 - Estádio do Morumbi - São Paulo, S.P.
Foo Fighters - Rock In Rio 3 - Rio de Janiro, R.J.
Jon Spencer Blues Explosion - Teatro SESC Pompéia - São Paulo, S.P.

Filmes

"Grandes Esperanças" (Great Expectations, EUA, 1998) de Alfonso Cuarón, com Ethan Hawke e Gwyneth Paltrow

"Um Sonho De Liberdade" (The Shawshank Redemption, EUA, 1994) de Frank Darabont, com Tim Robbins e Morgan Freeman

"Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas" (Big Fish, EUA, 2003) de Tim Burton, com Albert Finney e Ewan McGregor

"O Labirinto do Fauno" (El Laberinto del Fauno, México, Espanha, EUA, 2006) de Guillermo del Toro, com Ivana Baquero e Doug Jones

"Amores Brutos" (Amores Brutos, México, 2000) de Alejandro González, com Gael García Bernal

5 Melhores CDs

ok-computer.jpg

1) "Ok Computer" (1997), Radiohead

a-rush-of-blood-to-the-head.jpg

2) "A Rush Of Blood To The Head" (2002), Coldplay

o.jpg

3) "O" (2003), Damien Rice

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4) "Lady & Bird" (2006), Lady & Bird

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5) "Live In Tokyo" (2004), Brad Mehldau

Mojo Book e outras leituras

Mojo Book e outras leituras

Mojo Book "Grandes Infiéis", Violins

Single Book "Paranoid Andoid Live", Brad Mehldau

Arquivo Poppycorn

Cinema | DVD 2008

"No Direction Home: Bob Dylan"

"CSI - Perigo A Sete Palmos"

"A Vida dos Outros"

"Medo da Verdade"

"Magnólia"

"A Ponte"

"Controle - A História de Ian Curtis"

"Batman - O Cavaleiro Das Trevas"

"Ensaio Sobre a Cegueira"

"Doutores da Alegria"

"O Ilusionista"

"Wall-E"

"Anti-Herói Americano"

"A Ultima Cartada"

"O Plano Perfeito"

"Batman Begins"

"Sangue Negro"

"Nina"

"A Lenda do Tesouro Perdido - 2"

"Arquivo X - Eu Quero Acreditar"

"Eu Sou A Lenda "

"Filhos da Esperança"

"Antes de Partir"

"O Hospedeiro"

"Jumper"

"Borat"

"Cloverfield - Monstro"

"Mandando Bala"

"Mr. Vingança"

"9 Canções"