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Música: “Terrorista Justo (Acústico)”, Violins
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Neste ultimo mês a produção de nostas/posts para este espaço conseguiu de alguma forma manter os assuntos de cultura pop que me interessam na margem da atualidade, mesmo que alguns assuntos tenham ficado para um breve futuro creio que foi possível passar por “contrabando” algumas dicas interessantes ou ao menos fazer com que algumas, mesmo que poucas, sinapses explodissem dentro da cabeça de quem aqui passa via google ou outros mecanismos de busca ou até mesmo aqueles que fazem deste espaço morada em seus favoritos.
Não cabe aqui julgar a impotância dos blogs e se os mesmos são mídia ou contra-midia, o importante, creio, é fazer algo que mesmo a margem dos holofotes consiga e possa gerar interesse em quem lê essas linhas, seja pela leitura de um livro ou a análise de um documentário.
Se não for este o resultado, não vale a pena escrever.
Percebo que quase sempre as mesmas pessoas comentam, o que ainda não sei ser bom ou não, o índice de audiência neste ultimo mês foi tão elevado com relação aos anteriores que apenas uma coisa faz acreditar que isso tenha acontecido: a produção diária de textos publicados.
Mas seria bem bacana acreditar que não são apenas esses os fatores de evelada audiência.
É ruim também não ter uma voz discordante ou um discurso acompanhado de argumentos que mostre que não é apenas esse o caminho a seguir. Falar sozinho, sabemos, é um monólogo e monólogos muitas vezes não têm a menor graça.
Alguns projetos como o podcast não chegaram a sair de suas encubadoras por falta de tempo e organização mais detalhada, mas principalmente por não caber nas agendas de outras pessoas das quais gostaria de dividir esse enorme prazer.
Há poucos dias de completar dois anos, mesmo que iniciado com outro propósito, creio que este espaço não falou sozinho apenas de seu umbigo o que era seu principal “medo-guia”. O primeiro texto “A primeira pessoa” escrito pelo mestre Arthur Dapieve não por outro motivo é o texto mais acessado.
Os dias que correm onde todos, ou quase, querem ser a nova estralinha na tv ou apenas ter seus rostos no “tubo mágico”, faz com que cada vez mais a tênue linha entre o anonimato e o sucesso relâmpago perca a graça e seja acompanhado de conteúdo zero.
Este espaço mais uma vez “não se propõe ao ‘bebi, fiquei, dormi, levantei, tomei café, fiz cocô…’, mas sim acrescentar algo. Sei que o desafio é gigante, mas é melhor tentar do que continuar deixando grandes ‘coisas do pop’ passarem desapercebidas da TV, do Rádio ou do Jornal.”
Aceita, novamente, o convite?
















