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Música: “Pecadora (Simone Spoladore)”, 3 Na Massa
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1 ) Justice faz primeiro show no Brasil em setembro
2 ) Somos todos piratas criminosos?
3 ) Woody Allen e sua banda dão bis de 40 minutos no Festival de Jazz de Montreal
4 ) Copa de 58: anatomia de uma vitória
5 ) O divertimento como modo de produção
6 ) Estudo prevê que 30% da população mundial acessará a internet em 2012
7 ) Indústria nacional de games (re)nasce em julho
8 ) Quase 10 milhões de brasileiros acessaram blogs em 2007
9 ) Por uma história bem contada
10 ) Uma história de catorze anos
“Hoy vas estar insuportable¿ No?”
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Música: “Paranoid Android (Live)”, Brad Mehldau
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Já faz algum tempo o sensacional projeto multimídia Mojo Books publicou um texto deste que aqui escreve, resultando assim no Mojo Book “Grandes Infiéis” baseado no CD de mesmo nome da não menos sensacional banda Violins.
“Nem todas as histórias de amor são felizes. Algumas delas escondem pequenos segredos sujos que podem mudar completamente de foco quando o acaso entra em cena. José Franco Jr. explora a tensão de um dos álbuns seminais do novo rock brasileiro, criado pela banda Violins.” Diz o site
Agora, mais uma vez, o Mojo Books publica um texto meu, resultando no Single Book “Paranoid Android (Live)” baseado no CD ao vivo do gêniozinho do piano Brad Mehldau em uma versão para a grande canção do grupo inglês Radiohead.
Leia um trecho: “Eduardo viajava na melodia que saia das caixas de som, pouco tempo depois a puxou pela mão e a penetrou. Ana Maria o olhava com cara de prazer, mas lhe pediu para que desta vez ele não parasse mais.”
Enquanto um Mojo Book é baseado em um disco inteiro o novo projeto Single Book se baseia em apenas uma canção. Não há outra versão de Brad Mehldau e do Radiohead que me despertem tantos sentimentos quanto “Paranoid Android (Live)”.
É grata a leitura e não custa observar o saboroso catálogo de Books e Singles que o site disponibiliza para leitura.
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“Brilhante”
Duas dicas… musicais
Resenha. Entrevista. Mojo Book
Três perguntas para o autor
A cidade menos cinza
Eu pego no sono, sozinho.
Ego
Tudo-ao-mesmo-tempo-agora
Hoje não tem música abrindo a nota, apenas o som das risadas. Hoje não tem mau humor, cara feia, reclamar do mundo ou da vida. Hoje é dia de comer algodão doce e brincar com bexiga. Hoje é dia de fazer cosquinha. Só quem sabe entende, que bom.
Música: “Bichos Escrotos”, Titãs
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“Os homens ocos”, de T.S. Eliot
Tradução de Antônio Lázaro de Almeida Prado Assis
I
Nós somos os homens ocos
Nós somos os homens empalhados
Uns aos outros apoiados
Cabeça construída com palha. Ai de nós!
Nossas vozes secas, quando
Juntos balbuciamos
São calmas, carentes de sentido
Qual o vento sobre o capim seco
Ou como pés de ratos sobre vidro quebrado
Em nossa adega seca.
Forma inconsistente, matiz esbatido
Força contida, gesto sem movimento.
Aqueles que cruzaram,
Com seus próprios olhos o reino da morte
Recordam-nos – se tanto – não quais perdidas
Almas violentas, mas apenas
Quais homens ocos Homens de palha.
II
Olhos que não ouso defrontar nos sonhos
No reino de sonho da morte
Estes não se entremostram: Ali os olhos são
Raio de sol sobre coluna quebrada
Ali há uma árvore balouçante
E as vozes são
No rumorejar do vento
Mais distantes e mais graves
Do que uma estrela mortiça.
Deixa quedar-me distante
Do reino onírico da morte
Deixa-me também vestir
Estes propositais disfarces
Pele de rato, plumagem de gralha, traves cruzadas
Em um campo,
Comportando-me, como o faz o vento,
Distante
Não é este ainda o derradeiro encontro
No reino crepuscular.
III
Esta é a terra morta
Esta é a terra espinhenta
Aqui os ídolos pétreos
Se erguem, aqui eles recebem
A súplica das mãos de um homem morto
Sob o cintilar de uma estrela esmorecente.
Será talvez assim
No outro reino da morte
Despertando sós
Na hora em que nos achamos
Trêmulos de ternura,
Os lábios que anseiam por um ósculo,
Formulam preces à quebrada rocha.
IV
Não estão aqui os olhos
Não há olhos aqui
Neste vale de estrelas mortiças
Neste vale oco
Rota mandíbula de nossos reinos perdidos.
Neste último reduto dos encontros
Tacteamos juntos
E o falar evitamos
Conregados à margem do rio túmido.
Cegueira inteira
Até que os olhos ressurjam,
Qual uma estrela perpétua,
Rosa multifoliar
Do sombrio reino da morte,
Tal, a esperança própria
De homens ocos.
V
Vamos à roda do cacto áspero
Cacto áspero cacto áspero
Vamos à roda do cacto áspero
À quinta hora do dia.
Entre o propósito
E a realidade Entre a potência
E o ato
Cai a sombra
Pois teu é o Reino
Entre o projeto
E a criação
Entre a emoção
E a reação
Cai a sombra
Bem longa é a vida
Entre o desejo
E o espasmo
Entre a potência
E a existência
Entre a essência
E a descida
Cai a sombra
Pois Teu é o Reino
Pois Teu é…
A vida é…
Pois Teu é…
É bem assim que o mundo acaba
É bem assim que o mundo acaba
É bem assim que o mundo acaba
Sem estrondo, só com vagidos.
Música: “I’m Gonna DJ”, R.E.M.
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A história mais triste do pop
Por Isabela Boscov
Eu não estou aqui, isso não está acontecendo
Por João Paulo Cuenca
Febeapá americano
Por Lucas Mendes
Guarde o nome
Por Arthur Dapieve
João Régis
Por Jotabê Medeiros
Música: “My Mistakes Were Made For You”, The Last Shadow Puppets
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Odeio lavar a louça.
Odeio acordar cedo.
Adoro documentários.
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Duas coisas que eu odeio… … e uma que eu adoro (#6)
Duas coisas que eu odeio… … e uma que eu adoro (#5)
Duas coisas que eu odeio… … e uma que eu adoro (#4)
Duas coisas que eu odeio… … e uma que eu adoro (#3)
Duas coisas que eu odeio… … e uma que eu adoro (#2)
Duas coisas que eu odeio… … e uma que eu adoro (#1)
Música: “Cidadão de Papelão”, O Teatro Mágico
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1 ) Americana presenteia marido com um ano de sexo diário
2 ) Quentin Tarantino planeja dividir Inglorious Bastards em dois filmes
4 ) O Teatro Mágico lança segundo disco em SP
6 ) Ficção como amplificação das dores
7 ) … mas publicidade é informação?
8 ) iTunes atinge marca de 5 bilhões de músicas vendidas
9 ) Viciados em videogames não são nerds tímidos, diz pesquisa
10 ) Google fiscalizado pelos governos?
“Alô, alguém nos escuta? Somos os Gêmeos Kowalski!”
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Música: “De Onde Vem A Calma (Ao Vivo)”, Los Hermanos
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A idéia seria escrever sobre as possíveis novas mudanças deste espaço apenas em agosto quando este blog completa dois anos da primeira nota, mas como é coisa bacana, não custa adiantar.
Tudo ainda depende da resposta positiva de dois amigos de longa data, se tudo der certo “Eu e o Pop” vai se transformar em podcast e o já conhecido “Kebraqueixo” vai se transformar em programa de TV online sobre videogame, produzido por este blogueiro mais dois amigos.
Alías, “Kebraqueixo” agora se chama “Fase Bonus” e como sempre, é mais que indicado por este blog.
Escrever sobre certezas do passado é impreciso, do presente é complicado, do futuro elas não existem, mas a idéia é trabalhar para que o primeiro podcast esteja online até a metade no próximo mês e o programa de TV online em pouco tempo, a precisão ainda é incerta.
Até lá (seja quando for), homens trabalhando.
Música: “Violet Hill (Live Brixton Academy)”, Coldplay
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Poucas ou raríssimas vezes falo sobre futebol neste espaço, não é o assunto preferido de quem aqui escreve. Algumas vezes até já citei jogadas sensacionais de alguns, poucos, jogadores ou um comentário sobre como a mídia esportiva teima em classificar alguns jogadores, mas é preciso mais uma vez falar sobre um jogador que me faz sorrir:
Messi.
Caramba, como joga bola aquele “menino”, não por outro motivo ontem no jogo contra a seleção brasileira ele foi aplaudido quando substituído as 45 do segundo tempo, não havia mais o quem fazer, ele já havia mostrado sua arte.
Não sei, mas acho que vou sair com minha camisa da Argentina.
Mas qual: a azul claro (uniforme 1) ou a azul escuro (uniforme 2)?
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O jornal de resenhas “Rascunho” lançou há algum tempo uma propaganda onde um homem segura o jornal estando em cima de um banquinho e com uma corda no pescoço, não é preciso explicar mais nada, mas a propaganda vai além e abaixo no canto inferior direito está a frase:
“Críticas cruéis”.
Ultimamente tenho pensado nesta propaganda quando alguma nova critica disfarçada de resenha tem como tema o novo e bom CD da banda inglesa Coldplay “Viva La Vida Or Death And All His Friend”.
Não sei como acontece as divisões dentro de uma redação para saber quem vai resenhar o que, mas acho muito engraçado pensar que eles se digladiam para pegarem o CD da banda inglesa apenas para detratarem seus pensamentos a custa da banda.
Na verdade eu acho muita graça nisso.
Penso na propaganda do jornal “Rascunho”, mas ao contrário: quem deveria estar com a corda no pescoço não deveria ser os artistas ou neste caso a banda, mas…
O leitor mais atento sabe seguir os três pontinhos ali em cima. Por isso gosto dos leitores deste espaço.
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Aliás, há um ótimo bootleg na internet com uma recente apresentação da banda no Brixton Academy. Ótima qualidade de som, setlist impecável e as novas canções ficam ainda melhores ao vivo.
Destaque para: “Violet Hill” a melhor do recente CD que ao vivo fica sensacional.
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Assisti o filme “Control – A História de Ian Curtis“
Preciso colar os cacos do que restou do órgão que bombeia sangue para escrever sobre o filme. Mas enquanto a tela preta que encerra o filme ainda encobre as idéias, preciso também escrever sobre a possível 1º colocada na “Hot List (2009)”:
Se alguém me perguntasse “Onde está à beleza?” Eu diria:
- No rosto daquela mulher! (e no corpo, e no sorriso…)
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No inicio do filme Ian Curtis (Sam Riley) solitário diz:
“A existência… bem… o que importa?
Eu existo da melhor forma possível.
O passado, agora, faz parte do meu futuro.
O presente está fora de controle.”
Caramba isso dói, muito.
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“Ensaio Sobre A Cegueira” de José Saramago é o melhor e mais bonito livro que já li, terminei a leitura no inicio da semana e por mais que já tenha outro livro na frente dos olhos não esquecerei tão breve a narrativa angustiante, o caos, a cegueira branca, a beleza dos pequenos detalhes…
Devastador e belo!
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“1984″ de George Orwell é a mais nova leitura.
“Se você quer uma imagem do futuro, imagine uma bota prensando um rosto humano para sempre.”
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Música: “Urban Guerrilla” Primal Scream
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1 ) Abusos e absurdos inesquecíveis cometidos por House
2 ) Justice, Digitalism e os ingleses do Muse em SP
3 ) ‘Fringe’, A nova série do criador de ‘Lost’, vaza na internet.
4 ) Motorista consegue mudar seu nome para ‘Em Deus Nós Confiamos’
7 ) Um toque nos podres poderes
8 ) Emenda 29 e CSS: não e não
9 ) Joss Stone e as cicatrizes que nunca foram feridas
















