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 DVD: “Portishead – In Portishead”

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Em um galpão na pequena cidade cinza de Portishead na Inglaterra, um grupo de músicos quebra a estética de vídeo-clipe imposta pela industria e pela MTV há algumas décadas.

A loucura de câmeras bem editadas e cortes cirúrgicos tentando encontrar o melhor quadro, a melhor luz, o melhor mix de encaixe entre a harmonia e as imagens são dispensados nesse vídeo aterrador.

Ver e ouvir “Portishead in Portishead” é como olhar a capa de discos como “100th Window” do grupo Massive Attack, outro representante do trip hop ou “Sleeping with Ghosts” do Placebo, onde a realidade é mero simbolismo distorcido de sombras e estatuas de gelo em explosão.

A voz devastadora de Beth Gibbons não apenas assusta, mas aniquila qualquer esperança, seja ela qual for. Em canções como “We Carry On” e “Threads” onde o instrumental é absurdamente sombrio a voz de Gibbons é guia na escuridão. Em alguns momentos faz lembrar de Thom Yorke em disco solo, a sensação de estar em um trem fantasma sem a casa de máquinas é eminente.

Parece que somos imersos em um conto de fadas dark, algo como “Alice no País das Maravilhas” ou “O Mágico de Oz” onde a fantasia é cinza e seus personagens são fantasmas.

A guitarra de Adrian Utley em “We Carry On”, a bateria de “Machine Gun” e o desespero caótico na sensacional “Threads”, fazem deste pequeno vídeo  – apenas 35 minutos – com apenas 7 canções uma mostra do que é ser experimental mas compreensível, buscar o novo dominando a tradição. É a melhor peça audiovisual produzida em 2008.

No galpão, lá dentro, a atmosfera pesa toneladas, câmeras tremulas ou sem foco, o cinza predominante, a fotografia destacando a falta de luz, um telão improvisada guiando o telespectador a imagens fora de ordem. Caos.

Na ultima canção, “Threads”, entre o quase-silêncio e o caos os integrantes abandonam um a um o galpão na cidade cinza de Portishead, permanece apenas Adrian Utley e sua guitarra. O som que sai das caixas é pesadelo, sem descrição. Hora de dormir e sonhar. Ao abandonar o galpão, o grupo deixa claro que não há mais salvação, nem luz, apenas…

Escuridão, escuridão.

Música:
“Gobbledigook”, Sigur Rós

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“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.”
Martin Luther King

Filme: “A Ponte”

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“A Ponte” (The Bridge, Inglaterra, EUA, 2006)

Gênero: Documentário
Duração: 93 min.
Diretor: Eric Steel

Um dos mais famosos cartões postais na cidade de São Francisco, a Golden Gate Bridge é também o local mais apreciado para aqueles que pretendem cometer suicídio. É isso o que mostra este polêmico documentário, no qual a equipe de filmagem alocou suas câmeras nas duas pontas da ponte durante todo o ano de 2004. As lentes registraram mais de duas dezenas de saltos para a morte, mas também evitou outras tantas. O filme ainda mostra depoimentos dos familiares dos suicidas, todos eles vítimas de depressão ou algum distúrbio mental.

Música:
“Trabalhador”, Seu Jorge

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A lógica de games shows como a atual edição do programa “O Aprendiz” nunca me despertou o mínimo interesse (em outra nota explico o motivo, se a memória não se ausentar), mas o episódio transmitido na última terça-feira, dia 27, de uma forma bem peculiar fez acender uma pequena faísca na enorme fogueira de interesses que é o telespectador.

Durante os dois últimos anos de ensino superior acompanhei a distancia, mas o mais próximo possível, os estudos de um amigo; no ultimo ano essa distancia aumentou consideravelmente, mas o olhar atento e os constantes encontros fizeram com que estivesse bem informado sobre o trabalho de conclusão de curso ao qual ele se dedicava integralmente.

Philip Roth escreveu em “Homem Comum”: “A velhice não é uma batalha, é um massacre”, sim Roth, mas um Trabalho de Conclusão de Curso também.

Mas sempre que necessitava de alguma ajuda com relação as artes gráficas acionava esse amigo, indiferente de estar acompanhado de garrafas de cerveja e algumas caipirinhas ou apenas na mesa do espaço aberto para as refeições no pátio da universidade ele sempre se mostrava solícito. Um grande profissional e um amigo sem igual.

Quando citava-o e hoje ainda o faço algumas pessoas poderiam/podem questionar o certo distanciamento necessário para a crítica construtiva e o mérito. Se faz necessário afirmar que não somos amadores, daí o link ao programa citado.

Meu amigo é formado em Publicidade e Propaganda, a prova realizada no episódio citado tinha como principal ponto de apoio e análise a Publicidade e a Propaganda, daí a faísca.

A atual edição do programa “O Aprendiz” recebeu mais de 43 mil inscrições, pós-graduação e inglês fluente são algumas das necessidades dos próximos candidatos a aprendizes.

A quantidade de escolas de ensino superior no país aumenta mais que a fiscalização com as mesmas o que faz com que o ensino nelas desenvolvido seja questionável, daí a enorme quantidade de formados desempregados nas áreas as quais estudaram.

Meu amigo não é exceção.

O episódio ao qual assisti veio fazer parte dos inúmeros pontos que já conheço para formar um argumento e defender a idéia de que “a escola não serve para (quase) nada”, argumento esse desenvolvido brilhantemente pelo economista e especialista em educação Gustavo Ioschpe.

É real a possibilidade de que em uma alternativa lúdica meu amigo participasse ou participar de alguma edição do programa ele ser eliminado/demitido bem antes do que os outros participantes, oras bolas, ele não possui pós-graduação e não tem o inglês como é necessário, mas ele faria de forma competente a tarefa do episódio citado, muito diferente do que assisti.

Não desejo que ele seja o grande vencedor de alguma das futuras edições do programa e não creio que vá apresentar alguma peça no próximo festival de publicidade Cannes Lions, mesmo ele possuindo talento para tanto.

Gostaria apenas que ele não precisasse começar seu dia de trabalho desta forma:

- Alô “Banco que nem parece banco”, em que posso ajudá-lo?

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Zapeando a televisão aberta vejo Seu Jorge dedilhar seu violão e cantar:

“Está na luta, no corre-corre, no dia-a-dia/
Marmita é fria mas se precisa ir trabalhar/
Essa rotina em toda firma começa às sete da manhã/
Patrão reclama e manda embora quem atrasar/

Trabalhador brasileiro/
Tem gari por aí que é formado engenheiro”/

Há algo de muito errado na República Federativa das Bananas.

Música:
“Ensaio Sobre A Cegueira”, Detonautas Rock Clube

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Algumas coisas – poucas – não precisam de palavras para demonstrarem o quanto são bonitas, belas, únicas e inesquecíveis, mas algumas pessoas tentam, ao menos, colocar legendas nelas.

O leitor pode entender como legenda a tradução que acompanha o vídeo abaixo, mas também (e seria muito melhor) como o belo texto que Fernando Meireles escreveu na “Ilustrada” da ultima quarta-feira, sobre o encontro com o escritor português José Saramago na exibição de “Blindness – Ensaio sobre a Cegueira”.

A leitura de “Ensaio Sobre A Cegueira” tem feito com que várias vezes seja acompanhada de um lenço, creio que será preciso comprar mais uma caixinha para quando o filme estrear.

“Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara.”

Música:
“Hino do Fluminense”, Paulo Ricardo

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“Sou tricolor de coração/ Sou do clube tantas vezes campeão/ Fascina pela sua disciplina/ O Fluminense me domina/ Eu tenho amor ao tricolor

Salve o querido pavilhão/ Das três cores que traduzem tradição/ A paz, a esperança e o vigor/ Unido e forte pelo esporte/ Eu sou é tricolor

Vence o Fluminense/ Com o verde da esperança pois/ Quem espera sempre alcança/ Clube que orgulha o Brasil/ Retumbante de glórias/ E vitórias mil”

Epa, interferência. Não sei o que aconteceu. “Eu e o Pop” não fala de futebol. Trata de música, cinema, literatura. Vamos lá.

Música:
“Silence (Live)”, Portishead

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A água caia morna e lenta como em um ritual de batismo – ele não era mais puro – mas ao contrário ele não se sentia purificado, todas suas ideologias e crenças haviam sido deixadas dentro de uma buceta, dentro de um preservativo, dentro de uma cama, dentro de um quarto de motel barato onde o néon estava descascando em uma segunda-feira chuvosa qualquer.

Não era apenas o ato – o sexo, a penetração, o esperma e os outros fluídos – era o simbolismo de tudo aquilo. Ele havia traído suas opiniões.

Corta.

Estava parado em frente ao local que haviam combinado. Um café sofisticado, desses modernos que querem dar a impressão de acompanhar as mudanças do tempo como se o homem e seu espaço não fossem a amostra da evolução, assim como antes muitos queriam desacreditar. Pediu um capuccino e um croissant. Bebeu em pequenos goles observando a qualquer momento o movimento dos que ali se aproximavam, alguém mais atento perceberia que ele demonstrava estar fazendo algo fora dos trilhos.

Ela, depois de algum momento, mas antes do combinado, chegou. Ele olhou-a de todas as formas, observou que havia depilado as pernas, mudado a forma de pentear os longos cabelos e percebeu ainda que ela usava um fio dental provocante. Mas o que ele queria era apenas uma coisa: sexo. Ele queria comer aquela mulher.

Na recepção pediu um quarto conhecido, freqüentado com certa freqüência, fez também o pedido de duas garrafas de vinho e um balde de gelo. Subiram para o quarto, ela foi a frente pirraçando-o com o andar sexy e as feições de menina má.

Ele já conhecia, já haviam saído outra vez, mas desta vez era diferente.

Ela foi direto para o banho, vinha da rua estava suja, ou ao menos acreditava assim. Ele depois de ouvir o chuveiro ligado se despiu e quis acompanhá-la, ela disse não, apenas queria que ele a observasse pelo box de vidro, ele começou a se masturbar.

Corta.

Chegou em casa despiu toda a roupa, guardou todas as peças em uma sacola, iria se desfazer de qualquer prova assim que o sol resolvesse ir dormir, entrou no banho. Quanto mais esfregava a pele e as partes púbicas mais se sentia culpado. Quanto mais unia sabonete a esponja e outros produtos de higiene próprios para o banho se sentia um covarde. Deixou o chuveiro ligado, foi até o armarinho, pegou escova de dentes e pasta, queria limpar também sua boca, a mesma que antes chupava o sexo de outra mulher, seus seios e sua boca carnuda, a mesma boca que em poucas horas iria beijar os lábios macios e puros de sua namorada. Voltou para a água e desta vez esfregava também a face, não conhecia aquele jovem rosto já com cabelos brancos, não conhecia aquela feição de culpa e escárnio, aquele oportunista que viu na ligação de dois dias atrás a oportunidade de “comer mais um bucetinha”…

Quanto mais a água lavava seu corpo, ele se sentia sujo.

Corta.

Depois de suas taças de vinho cada um, dois pacotes de preservativos jogados ao chão retornaram ao banho, queriam fazer mais, mas desta vez embaixo d’água, ela quebrara assim uma de suas regras: não tomar banho com o objeto de prazer, e ele a este momento já não havia mais o que perder, havia deixado entre as pernas da mulher ao seu lado toda a confiança de sua namorada, deixara a inocência de rapaz direito, admirado pelos vizinhos do bairro e amigos de escola… ele era agora mais um, mais um homem que trai apenas por sexo, ele queria alguém diferente, não sua mulher, não sua namorada, não importava que prometera para si mesmo nunca trair seu conforto, sua confiança e quem ele era: um homem de bem, nada disso mais importava, ele queria era encher mais um preservativo com seu gozo e o prazer que aquela mulher poderia lhe proporcionar.

- Que se foda o passado, eu quero é comer essa mulher debaixo d’água!

Fizeram tudo que um casal de amantes (?) poderiam fazer dentro do quarto de um motel barato. Enquanto seus parceiros estavam ganhando a vida honestamente: a namorada dele trabalhando até tarde e o marido dela cuidando das crianças depois do serviço, enquanto ela “saia para uma entrevista de emprego”. Fizeram o que nunca haviam feito com seus parceiros, encontraram inúmeras formas de dar prazer para o companheiro, ao final estavam exaustos, ela ainda queria uma ultima coisa, ele sempre quisera aquilo, mas era pedir demais, oras bolas, ela não era sua mulher, não lhe devia favor algum, voltaram para a cama para um ultimo ato.

Corta.

Na rua, entrou no primeiro bar que os olhos viram.
- Me dá um Jackie Daniels Cowboy e um outro com três pedras de gelo, uma coca-cola e me responde uma coisa: em que situação você trairia sua namorada, esposa…?
O cara do balcão fez o seu pedido, primeiro o Cowboy que foi bebido em um gole assim como manda a tradição, colocou outra dose, esta com gelo e depois um copo e a coca-cola, para apenas depois responder a pergunta.
- Eu trairia por sexo, assim como qualquer outro. Ou você vai me dizer que não comeria a gostosona da capa da revista porque ama sua mulher?

Foi para uma mesa, bebeu sua bebida, deixou o equivalente para pagar duas vezes a conta, seguiu para casa. Precisava de um banho.

“Quando você dança com o diabo, você não muda o diabo.
O diabo muda você”
Andrew K. Walker

Música:
“Elephant”, Damien Rice

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- E você que disse que não chagaria um ano, hein?
- Não fui eu quem disse isso.
- Foi sim!

Certa vez Mariana Tramontina escreveu em seu Orkut: “Com os relacionamentos anteriores aprendi: que as coisas só são legais quando não têm nome.”

As coisas só são legais quando não têm nome, mas com um tempo elas passam a ter nomes: namoro, relacionamento, compromisso, tesão, amor, mas, às vezes, elas permanecem sem nome mesmo e isso é o mais bacana.

As coisas só são legais quando não têm nome!

Música:
“The Blower’s Daughter”, Damien Rice

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Feliz Aniversário Re.

Prendi que Re = Resposta!

“We Carry On”, Portishead

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jr

“Sou uma pessoa boa de lidar, mas problemática no meu mundo. Desde que me conheço sou honesto, mas o meu sintoma e a vida são desonestos comigo.”

Hamilton de Jesus Assunção, “Ser poeta é se viver”

Filtro “Eu e o Pop”

Clássico

Excelente

Muito Bom

Bom

Regular

Péssimo

Ouvindo

pablo-honey

35

Radiohead - Pablo Honey

the-bends

35

Radiohead - The Bends

ok-computer

50

Radiohead - OK Computer

kid-a

45

Radiohead - Kid A

amnesiac

45

Radiohead - Amnesiac

hail-to-the-thief

5

Radiohead - Hail To The Thief

in-rainbows

50

Radiohead - In Rainbows

Livro

de-cabeca-baixa

"De Cabeça Baixa", Flavio Izhaki

("Guarda-Chuva, 186 páginas)

 

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Categorias

Shows Internacionais

Coldplay - Via Funchal - São Paulo, S.P.
Pearl Jam - Estádio do Pacaembu - São Paulo, S.P.
U2 - Estádio do Morumbi - São Paulo, S.P.
Foo Fighters - Rock In Rio 3 - Rio de Janiro, R.J.
Jon Spencer Blues Explosion - Teatro SESC Pompéia - São Paulo, S.P.

Filmes

"Grandes Esperanças" (Great Expectations, EUA, 1998) de Alfonso Cuarón, com Ethan Hawke e Gwyneth Paltrow

"Um Sonho De Liberdade" (The Shawshank Redemption, EUA, 1994) de Frank Darabont, com Tim Robbins e Morgan Freeman

"Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas" (Big Fish, EUA, 2003) de Tim Burton, com Albert Finney e Ewan McGregor

"O Labirinto do Fauno" (El Laberinto del Fauno, México, Espanha, EUA, 2006) de Guillermo del Toro, com Ivana Baquero e Doug Jones

"Amores Brutos" (Amores Brutos, México, 2000) de Alejandro González, com Gael García Bernal

5 Melhores CDs

ok-computer.jpg

1) "Ok Computer" (1997), Radiohead

a-rush-of-blood-to-the-head.jpg

2) "A Rush Of Blood To The Head" (2002), Coldplay

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3) "O" (2003), Damien Rice

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4) "Lady & Bird" (2006), Lady & Bird

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5) "Live In Tokyo" (2004), Brad Mehldau

Mojo Book e outras leituras

Mojo Book e outras leituras

Mojo Book "Grandes Infiéis", Violins

Single Book "Paranoid Andoid Live", Brad Mehldau

Arquivo Poppycorn

Cinema | DVD 2008

"No Direction Home: Bob Dylan"

"CSI - Perigo A Sete Palmos"

"A Vida dos Outros"

"Medo da Verdade"

"Magnólia"

"A Ponte"

"Controle - A História de Ian Curtis"

"Batman - O Cavaleiro Das Trevas"

"Ensaio Sobre a Cegueira"

"Doutores da Alegria"

"O Ilusionista"

"Wall-E"

"Anti-Herói Americano"

"A Ultima Cartada"

"O Plano Perfeito"

"Batman Begins"

"Sangue Negro"

"Nina"

"A Lenda do Tesouro Perdido - 2"

"Arquivo X - Eu Quero Acreditar"

"Eu Sou A Lenda "

"Filhos da Esperança"

"Antes de Partir"

"O Hospedeiro"

"Jumper"

"Borat"

"Cloverfield - Monstro"

"Mandando Bala"

"Mr. Vingança"

"9 Canções"