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Música:
“Que País É Este”, Legião Urbana
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Heródoto Barbeiro
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Lúcia Hippólito
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Juca Kfouri
Filme: “Nina”
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“Nina” (Brasil, 2004) 
Gênero: Drama
Duração: 85 min.
Diretor: Heitor Dhalia
Roteirista(s): Marçal Aquino, Heitor Dhalia
Elenco: Milhem Cortaz, Anderson Faganello, Juliana Galdino, Ailton Graça, Sabrina Greve, Luíza Mariani, Selton Mello, Wagner Moura, Myrian Muniz, Matheus Nachtergaele, Walter Portela, Lázaro Ramos, Eduardo Semmerjian, Renata Sorrah
Nina é uma jovem sensível que aluga um quarto no apartamento de uma velha mesquinha e exploradora. Defendendo seus direitos, mas cheia de ansiedades, comete um crime violento num mundo de fantasia criado a partir de desenhos baseados nos mangas japoneses.
Música:
“A Bailarina E O Astronauta”, Tiê
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Jonas Lopes já havia comentado algo em seu blog e sempre quando inicio a leitura de alguma coluna, texto ou artigo relacionado à música busco essas mesmas coisas citados por ele: uma crítica ou análise que não se apegue apenas a música, mas ao estilo, ao momento, a sociedade e se relacione a outras artes, ora bolas, isso faz com que um disco e sua música seja eternamente lembrado. Seja tocante, seja arte.
Sempre quando leio os textos de Álvaro Pereira Júnior no caderno “Folhateen” do jornal “Folha de S. Paulo” busco isso, mas nem sempre ele utiliza de seu talento para indicar boas dicas dentro das grandes possibilidades que se tornou o mundo pop. Quando ele deixa de lado a chance de tirar sarro e fazer piadas, muitas vezes sem graça, de algumas bandas e joga a ironia sem humor para debaixo do tapete ele se mostra um exímio crítico.
Foi por suas palavras que conheci inúmeras bandas que hoje fazem parte de um histórico de vida, ele também se arrisca em outras artes, mas é na música que mostra seu maior trunfo: se eximir de qualquer sentimento para escrever sobre aquilo de que gosta muito.
Por mais que tenha acesso ao que é de mais moderno e instantâneo nos meios de comunicação não tem vergonha de assumir que deixou de indicar algo que tantos outros já o fizeram há muito tempo. Mas sempre quando retorna a essa indicação o faz melhor que outros.
Em seu mais recente texto “Atire-se no abismo de The National” isso fica evidente. Já havia ouvido o disco, mas agora ele é ouvido acompanhado da leitura e isso mostra uma sutil e saborosa forma de ouvir, o ouvir diferente é a melhor coisa em um disco que já passou pelas nossas memórias.
Bons escritores e bons críticos fazem isso.
Outro texto/nota que me fez ouvir diferente foi “I Like What You Say” da Mariana Tramontina, poucos dias antes da publicação em seu blog já tinha ouvido o novo CD da banda Nada Surf, “Lucky”, e por mais que o pessoal do querido Poppy já tivessem escrito e comentado sobre a banda tanto no site quanto na lista de discussão não me lembrava de muita coisa (a memória falha).
Foi saboroso descobrir que a moça que escreve suas desventuras e pequenas graças também possui talento para em apenas 5 parágrafos saciar minha busca por informação e me mostrar uma outra forma de ouvir o disco.
Se pudesse fazer um pedido para a moça seria de que ela faça mais isso: resenhar/criticar/opinar/indicar os discos que está ouvindo.
O ouvir diferente é mais gostoso do que o ouvir pela primeira vez, quase tudo é assim não?
Mariana ainda não possui as credenciais que Jonas Lopes cita, mas trilha um caminho que particularmente considero muito agradável.
Por isso muitas vezes me pergunto: Por que ainda comprar revistas sobre música se os melhores ou mais interessantes e agradáveis textos se encontram em outro lugar?
Por mais que pipoquem inúmeros sites e blogs sobre cultura pop ainda falta para esses aspirantes o que Jonas Lopes diz ser necessário: “… o mais grave defeito da crítica musical brasileira: a pobreza de horizontes. (…) os nossos críticos pouco conhecem além do assunto de que tratam. Coitados. Escrevem textos fracos, que analisam a música exclusivamente pela música, como se fosse a única arte existente. Eles não lêem – e não falo aqui de biografias de músicos, mas de ficção, livros de história, etc. Como escrever um artigo, sobre qualquer arte, sem levar em consideração outros aspectos, como o ambiente no qual determinado disco foi composto, o momento vivido pela sociedade, as conexões com as outras vertentes artísticas? De que adianta Nick Cave gravar um álbum com o título homenageando Samuel Beckett, se nenhum crítico sabe sequer quem foi Beckett? Os melhores letristas da música pop são/eram fãs de literatura (Bob Dylan, Leonard Cohen, Lou Reed, Nick Drake, Joni Mitchell) – será coincidência que suas composições tenham uma inteligência acima da média? É fato: quanto maior a amplitude de conhecimentos, maiores as possibilidades de pontos de vista e de teses a serem criadas para falar das canções.”
Ele ainda conclui que é preciso fugir da mediocridade.
Jonas, citei dois sinais de que é possível fazer isso sem deixar de ser interessante. Basta agora outros seguirem o caminho, mas como diz Tom Yorke em entrevista ao jornalista Simon Reynolds no livro “Beijar O Céu”:
“O motivo pelo qual as pessoas querem tanto escapar é que têm muita coisa do que fugir. De certa forma, a última coisa que qualquer um precisa é de alguém salgando as feridas.”
Álvaro e Mariana fazem isso.
Música:
“Brick Supply”, The Hair
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“Herman Melville ensinou que, quando o esplim bate assim, está na hora de içar velas. Saio de férias. A coluna volta a ser publicada no dia 29 de fevereiro. Fui.”
Termina assim a coluna do mestre Arthur Dapieve da ultima sexta-feira. A dor de não ter quem substitua a morfina ou a anestesia que é sua coluna para os dias nublados e solitários dentro da cidade de chumbo diminui um pouco, um pouquinho só, na próxima terça-feira quando Arnaldo Jabor retorna a escrever sua coluna semanal no mesmo jornal “O Globo”.
Liga não leitor se as palavras deste espaço ficarem meio amargas ou agridoce, talvez seja a ausência do meu escritor/colunista/jornalista preferido ou apenas a soma de mais um ano na cédula de identificação.
A memória teima em falhar e ter espasmos (esqueci de citar Fergie na capa da revista “DT” espanhola, Fernanda Machado e a linda Joss Stone na “Hot List 2008″, mas posso afirmar que nenhuma das 5 primeiras posições seria alterada); faço downloads de CDs que já tenho e não encontro mais; esqueço com freqüência nomes de coisas e objetos que quero demonstrar, mas a memória oculta…
Esqueci outras coisas que, hehe, costumo esquecer.
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Mania boba que a imprensa esportiva tem de nomear jogadores que um dia tiveram talento ou apenas sorte. “Fenômeno”, “o novo Pelé“, “o novo Maradona“, e muitas vezes acrescentar “inho” aos seus nomes.
Mais uma vez temos um jogador mediano sendo classificado e nomeado com elogios que não lhe cabem mais, não lhe são mais validos e caro leitor isso que escrevo não tem nada a ver com torcer para time de futebol, coisa que não faço, mas sim com uma mania boba de nomear aqueles que não merecem ou não mais representam aquele adjetivo.
“Imperador”? Imperador é o caralho, apenas um jogador mediano.
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Mediano, ensinou outro mestre, significa na linha da mediocridade.
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“Se as coisas boas durassem pra sempre, saberíamos dar o valor que elas têm?” pergunta o tigre Haroldo no sensacional “O Mundo é Mágico: As Aventuras de Calvin & Haroldo“, de Bill Waterson.
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O Victor já havia se pronunciado e dado suas opiniões sobre a Internet, agora a sempre presente Tula comenta algo que ela descorda.
Preciso escrever uma nota para o Victor com o titulo de “Carta a um outro jovem contestador”, mas preciso organizar as idéias e meus argumentos para mostrar que ele está ou precipitado ou mirando no alvo errado.
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Preciso escrever mais algumas coisas, mas tenho que ir carregar meu toca-mp3 de algumas bandas que pretendem fazer com que me sinta jovem novamente ouvindo rock and roll, veremos se elas conseguem. Eu acho que não.
Música:
“Grupo De Extermínio De Aberrações”, Violins
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Música:
“Chega De Saudade”, João Gilberto
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Naquele dia o casal que a muito não se via, o menininho e o cachorrinho perdido, a professora e os alunos distantes pelas férias, os dois grandes amigos distantes, o casal de namorados separados pelo tempo e pela vida, o senhor de terno e a senhora de vestido florido de outras épocas, o casal de amantes distante, todos se reencontraram.
O casal sorriu, o menino abraçava e apertava contra o peito o cachorrinho, a professora saudou os alunos e eles agradeceram por ela estar mais um ano lecionando, os dois amigos se abraçaram e brindaram cervejas em copos grandes, o casal de namorados se abraçaram e se beijaram e choraram, o senhor beijou a mão da senhora e ela apenas sorriu, o casal de amantes fez sexo e bebeu vinho.
Enquanto a água da banheira ia embora, ele olhou para a garota e pensou que demoraria um pouco para vê-la novamente, mas que tudo valeria a pena porque aquele dia havia sido especial. A água ia embora e quando ela terminasse o adeus, descendo a ultima gota pelo ralo, aquele seria o ultimo instante, aquela era a ampulheta dos dois, a água da banheira.
Todos queriam dizer um para o outro, o rapaz para a garota, o menininho para o cachorrinho, a professora para os alunos, um grande amigo para o outro, o namorado para a namorada, o senhor para a senhora e o amante para a amada: Chega de saudade, estou aqui!
Música:
“Are You Gonna Go My Way”, Lenny Kravitz
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- E a namorada como vai?
- Ela está bem.
- E vocês como estão?
- Está bem legal, apenas falta tempo para nos vermos mais.
- Hummm..
- O que foi?
- Nada… é que agora eu estou sem trabalhar… e tenho muito tempo livre…
- Que pena não é?
- É!
- Nós vamos para a praia no meu aniversário, depois de muito tempo consegui encontrar uma forma de conseguir descanso…
- Vai ser bem legal, que pena que você nunca me convidou…
- Eu também diria que é uma pena, mas não posso fazer isso.
- Isso o que?
- Você sabe do que eu estou falando…
Ela apenas sorri.
- Mas você sabe que eu sempre quis sair com você.
- A grande verdade é que você nunca me deu uma chance, agora depois que você viu que eu tenho um compromisso e que eu não acho justo não cumprir com a minha parte você resolveu me pirraçar, logo eu que adoro fazer pirraça.
- Mas não precisa falar dessa forma, como se apenas eu quisesse algo.
- Agora você acertou: apenas você quer algo.
Ela se aproxima de mim e encosta seu corpo, quase que me abraçando, deixa os seios encostarem nos meus braços e depois no meu peito. Ela sorri de forma arteira, me beija no rosto e pergunta:
- Você tem certeza de que não quer minha companhia na praia?
- Acho que não, não é, já estarei acompanhado.
- Mas eu não disse que precisaria descartar a sua namorada, poderíamos… Ela olha para mim, novamente sorri, morde os lábios e continua com a provocação. – Poderíamos nós três irmos juntos, só nós três, o que você acha?
- Ótima idéia, mas não desta vez, quero passar meu aniversário apenas eu e minha namorada, quero comprar alguns livros, fazer alguns drinks, ela adora diversos tipos de caipirinha e eu quero repetir o clima de final de ano. Afinal de contas estaremos apenas nós dois.
Ela faz uma carinha de triste e antes de ir embora pergunta:
- Você sabe que eu tenho uma tatuagem, não é?
- Sei você já me mostrou, aquela de anjo não é, perto do bumbum!
- Sim, mas eu quis dizer se você já viu minha nova tatuagem?
- Não, onde fica, você vai me mostrar?
- Que pena, não posso, não aqui no meio da rua, mas se você se comportar posso te mostrar apenas um poquinho.
- Me comportar? Conta outra.
Ela se aproxima de mim, me puxa para um canto e me faz olhar para baixo, levanta muito devagar a saia e mostra um diabinho tatuado na virilha.
No tridente que ele segura está uma calcinha de renda.
Ela olha para mim e sussurra:
- Se você quiser eu deixo você tirar, assim como ele!
Ela não faria aquilo com a boca e os olhos se soubesse o quanto eu gosto de r-uí-vas, taras, fetiches e fantasias, porque como escreveu Danuza Leão: “Um pobre coitado que tenha levado a vida inteira sem ter tido um só desejo sexual é sem dúvida um doente, que deveria ser internado e passar por um tratamento severo até se curar.”
Eu não sou doente, você é?
Música:
“Um Dia Lindo De Morrer”, China
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Boas histórias, é isso o que busco em um blog, seja ela de drama, humor, aventura, ação ou até mesmo de superação. Mas nada que se aproxime de auto-ajuda, isso não.
Lembro quando a internet transitava entre a bolha econômica e de incertezas, e a busca por um futuro onde ninguém ou poucos sabiam o que iria resultar, todo o burburinho em torno deste novo veículo de mídia. Lembro com mais atenção a uma entrevista de um jornalista que tenho apreço onde lhe perguntavam o que conseguiria superar as temíveis incertezas e chegar ao tão desejado futuro entre os milhões de sites e blogs que surgiam a cada fração de segundos. Lembro que sua resposta, e daí minha simpatia com suas palavras, eram muito parecidas com o que sempre busquei nos veículos de comunicação e principalmente na profissão que escolhi para minha vida: boas histórias.
O jornalista argumentava que os veículos que priorizassem esse tipo de informação, agregando-a uma bela escrita e trabalhando esse mesmo conteúdo de forma que possibilitasse prazer aos seus leitores conseguiria “sobreviver” e chegar ao futuro.
Não me pergunte o que gosto na escrita de Arthur Dapieve – meu escritor e jornalista preferido – não saberia responder, mas sei exatamente o que gosto que ele escreva: literatura, cinema, música e filosofia de botequim, como ele mesmo chama. Mas o que é mais prazeroso em suas palavras é a forma agregada ao conteúdo onde resulta em uma bela crônica.
Crônicas são boas histórias: Eureka!
Arthur Dapieve escreve às sextas-feiras no “Segundo Caderno” (suplemento cultural) do jornal carioca “O Globo”. O leitor mais atento conhece a minha admiração e paixão por suas palavras, mas oras bolas, ele escreve apenas uma vez por semana e isso não me satisfaz.
Fragmentos de boas histórias surgem a cada dia nos inúmeros endereços da internet, mas onde eles estão?, Como encontrá-los? E o item confiança (depois escrevo mais sobre isso)?
Tudo se resume a filtro.
São exatamente esses filtros que me ajudam a escolher os blogs mais interessantes para adicioná-los ao meu “Favoritos” ou a coluna a esquerda na seção “Blogs”. São esse filtros que fazem com que encontre boas histórias: o humor ácido e a “delicadeza” do amigo Cae; a escrita carregada de emoção e beleza da Mariana Tramontina; o estilo e a classe de Jonas Lopes; o apuro cultural e o bom gosto do grande Marcelo Costa ou mesmo o livre jogo de idéias e o jornalismo correto e recheado de boas histórias, grandes idéias e relevantes opiniões pessoais de Pedro Dória. São esses elementos que me ajudam a escolher os 5 melhores blogs para indicar a você leitor que, vamos ser sinceros, perde (ou investe?) algum tempo neste espaço.
Leitor esperto, fica a dica: os lugares mais interessantes para se visitar em 2008 estão listados abaixo:
1 ) “Pedro Dória”, Pedro Dória
2 ) “Calmantes Com Champanhe”, Marcelo Costa
3 ) “Clichê 2046″, Mariana Tramontina
4 ) “Kebra Queixo”, Cae
5 ) “Gymnopedies”, Jonas Lopes
Música:
“Don’t Explain”, Cat Power
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Melhor Disco Nacional
1 ) “Tribunal Surdo”, Violins
2 ) “Marcha Dos Invisíveis”, Terminal Guadalupe
3 ) “Fome De Tudo”, Nação Zumbi
4 ) “Daqui Pro Futuro”, Pato Fu
5 ) “Simulacro”, China
6 ) “Fino Coletivo”, Fino Coletivo
7 ) “Que Belo Estranho Dia Para Se Ter Alegria”, Roberta Sá
8 ) “Homem Binário”, Maquinado
9 ) “O Disco”, Los Porongas
10 ) “Sim”, Isabela Taviane
Melhor Música Nacional
1 ) “Grupo De Extermínio De Aberrações” e “Manicômio”, Violins
2 ) “Praça De Alimentação” e “Cachorro Magro”, Terminal Guadalupe
3 ) “Bossa Nostra”, Nação Zumbi
4 ) “Boa Sorte/Good Luck”, Vanessa Da Mata com Ben Harper
5 ) “Um Dia Lindo De Morrer”, China
6 ) “Boa Hora”, Fino Coletivo
7 ) “Mais Alguém”, Roberta Sá
8 ) “1000 Guilhotinas”, Pato Fu
9 ) “O Som”, Maquinado
10 ) “Mandinga Não”, Ana Cañas
Melhor Show Nacional
1 ) Mombojó, Teatro SESC Pompéia (03/06)
2 ) Céu, Sala Adoniran Barbosa, Centro Cultural São Paulo (13/05)
3 ) Delicatessen, Teatro SESC Pinheiros (20/02)
4 ) Pato Fu, Planeta Terra Festival (10/11)
5 ) Móveis Coloniais de Acaju, Choperia SESC Pompéia (26/01)
6 ) Mundo Livre S/A, Teatro SESC Pompéia (06/06)
7 ) Ludov, Teatro SESC Pompéia (13/06)
8 ) Os Mutantes, Pq da Independência (25/01)
9 ) Poléxia, Dynamite Pub (08/06)
10 ) Nação Zumbi, Parque da Independência (25/01)
Melhor Disco Internacional
1 ) “In Rainbows”, Radiohead
2 ) “Baby 81″, Black Rebel Motorcycle Club
3 ) “Hvarf-Heim”, Sigur Rós
4 ) “Back To Black”, Amy Winehouse
5 ) “Neon Biblle”, Arcade Fire
6 ) “Our Love To Admire”, Interpol
7 ) “An End Has A Start”, Editors
8 ) “Sound Of Silver”, LCD Soundsystem
9 ) “All Of A Sudden I Miss Everyone”, Explosions In The Sky
10 ) “Far From Refuge”, God Is An Astronaut
Melhor Música Internacional
1 ) “Weird Fishes/Arpeggi”, Radiohead
2 ) “American X”, Black Rebel Motorcycle Club
3 ) “Í Gær”, Sigur Rós
4 ) “Rehab”, Amy Winehouse
5 ) “All My Friends”, LCD Soundsystem
6 ) “The Pretender”, Foo Fighters
7 ) “Keep The Car Running”, Arcade Fire
8 ) “Heinrich Maneuver”, Interpol
9 ) “High Times”, Elliott Smith
10 ) “Down The Line”, José Gonzales
Melhor Show Internacional
1 ) The Rapture, Planeta Terra Festival (10/11)
2 ) Madeleine Peyroux, Via Funchal (19/09)
3 ) Björk, TIM Festival (28/10)
4 ) Aerosmith, Estádio Do Morumbi (12/04)
5 ) Kasabian, Planeta Terra Festival (10/11)
6 ) José González, Teatro SESC Vila Mariana (05/06)
7 ) Arctic Monkeys, TIM Festival (28/10)
8 ) J.P. Simões com Teresa Cristina, Teatro SESC Pompéia (21/06)
9 ) Datarock, Planeta Terra Festival (10/11)
10 ) Hot Chip, TIM Festival (28/10)
Melhor Filme Nacional
1 ) “Tropa De Elite”, José Padilha
2 ) “O Ano Em Que Meus Pais Saíram De Férias”, Cao Hamburger
3 ) “O Cheiro Do Ralo”, de Heitor Dhalia
4 ) “Cartola – Música Para Os Olhos”, de Lírio Ferreira e Hilton Lacerda
5 ) “Jogo de Cena”, de Eduardo Coutinho
Melhor Filme Internacional
1 ) “Mais Estranho Que A Ficção”, de Marc Forster
2 ) “Os Simpsons – O Filme”, de David Silverman
3 ) “Ratatouille”, de Brad Bird
4 ) “Zodíaco”, de David Fincher
5 ) “Lady Vingança”, de Park Chan-wook
Melhor Livro
1 ) “Ao Vivo No Village Vanguard”, Max Gordon (Cosac Naif)
2 ) “Kind Of Blue: A História Da Obra-Prima De Miles Davis”, Ashley Kahn (Barracuda)
3 ) “Homem Comum”, Philip Roth (Companhia das Letras)
4 ) “O Mundo é Mágico: As Aventuras de Calvin & Haroldo”, Bill Waterson (Conrad)
5 ) “Morreu Na Contramão: O Suicídio Como Notícia”, Arthur Dapieve (Jorge Zahar)
Melhor DVD Nacional
“A Pedra Do Reino”, de Luiz Fernando Carvalho
Melhor DVD Internacional
“Heima”, Sigur Rós
Melhor Festival de Música
Planeta Terra Festival
Melhor Jornal
“O Estado de S. Paulo”
Melhor Caderno Cultural
“Eu & Fim de Semana”, jornal “Valor Econômico”
Melhor Programa de Rádio
“Sala Dos Professores”, Eldorado FM 92,9
Melhor Programa de TV
“Provocações”, TV Cultura
Melhor Jornalista
Pedro Dória / Natalia Viana
Melhor Jornalista Pop
Marcelo Silva Costa
Melhor Colunista
Arthur Dapieve
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Pior Disco
“With Lasers”, Bonde do Rolê
Pior Show
1 ) Spank Rock, TIM Festival (28/10)
2 ) Juliette And The Licks, TIM Festival (28/10)
3 ) CSS, Planeta Terra Festival (10/11)
4 ) Lucy And The Popsonics, Planeta Terra Festival (10/11)
5 ) Lily Allen, Planeta Terra Festival (10/11)
Pior Festival de Música
TIM Festival
Pior Programa de Rádio
“Programa Chupim”, – Metropolitana FM 98.5
Pior Programa de TV
“Zorra Total”, TV Globo e “SuperPop”, Rede TV
Pior Jornalista
Diogo Schelp Editor de Política da revista “Veja”
Pior Jornalista Pop
Thiago Ney (“Folha de S. Paulo”)
Pior Colunista
Diogo Mainardi (“Veja”)
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Viva a idiossincrasia, o melhor da democracia ainda é isso.
O mais bacana nesses tempos instantâneos de impulsos elétricos e universos digitais onde conhecer e descartar informações se dissipam é que os melhores CDs (“Lady & Bird”, Lady & Bird e “Melody Mountain”, Susanna & The Magical Orchestra ambos de 2006) que ouvi em 2007 não são de 2007 e alguns dos melhores filmes e livros também não correspondem a data de leitura e execução. Listas de “melhores do ano” valem apenas para observar o que cada um deixou de acrescentar na sua própria lista e poder dividir gostos e descobertas.
A lista definitiva de 2007 ainda está em andamento, um disco que esqueci de acrescentar, um livro que ainda não terminei de ler, um filme que não pude assistir e espero oportunidade em DVD.
A cultura pop ainda vai nos salvar, algumas pílulas estão listadas acima.
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Melhores (e Piores) de 2006
Melhores (e Piores) de 2005
Melhores (e Piores) de 2003
Música:
“Meu Esquema”, Mundo Livre S.A.
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A votação com as mulheres mais… mais… digamos interessantes de 2007. Aquela mulher que vale a pena chamar para sair e ir a livraria (sim existem programas assim; não eu não sou nerd não), ao cinema, ao bar, a praia ou realizar aqueles pensamentos impublicáveis.
A idéia para diferenciar a atual lista da edição anterior (“Hot List 2007″) era colocar o que me interessa e desperta admiração em cada uma delas. O leitor mais atento sabe o quanto uma foto me fez escolher a primeira colocada; o mesmo leitor sabe que várias vezes registrei minha admiração pela s-e-n-s-a-c-i-o-n-a-l segunda colocada. Novas presenças na lista são fruto de novas idéias e novas buscas no sexo oposto, seja as duas lindas fotos (em seu Orkut) e a sempre grande escrita da quarta colocada, seja a beleza disfarçada de comédia romântica da oitava colocada ou apenas um sorriso gostoso como o da quinta colocada. O mais interessante é que indiferente da posição na lista (idiossincrática, é claro) cada uma possui uma beleza original.
Prefiro censurar meus pensamentos e pensar no alerta do amigo Cae.
Cabe a você leitor tentar descobrir o que esse blogueiro faria com cada uma das mulheres mais interessantes na lista abaixo!
Hot List 2008
10º Gwyneth Paltrow ↓ (2007: 2º)
9º Maria Sharapova (1º vez)
8º Kate Beckinsale (1º vez)
7º Giane Albertoni (1º vez)
6º Natália Guimarães (1º vez)
5º Ana Hickmann (1º vez)
4º Mariana Tramontina (1º vez)
3º Reese Whiterspoon ↔ (2007: 3º)
2º Fabiana (1º vez)
1º Alinne Moraes ↑ (2007: 6º)
Os símbolos (↑↔↓) e a colocação entre parenteses mostram a posição na lista anterior.
Em 2009 tem mais… travessuras e gostosuras…
















