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Uma nova revista de artes; festivais de música até o final do ano; “Tropa de Elite” o fenômeno, não apenas o filme; o jornalismo vale a pena?; novo e arrebatador CD do Sigur Rós, “Hvarf/Heim”; Trabalho de Conclusão de Curso; Gustavo Ioshpe (preste atenção neste nome); Álvaro Pereira Junior e a melhor crítica de “In Rainbows”, disco novo do grupo inglês Radiohead; sexo; um mini-conto; amigos; “Amores Brutos” um filme devastador; Radiohead e a crítica…
Eu quero muito escrever sobre esses assuntos acima, tentarei fazer isso nos próximos dias, mas não há garantia alguma.
O final de semana, assim como a semana inteira, foi punk. Existem pessoas que reclamam e existem pessoas que fazem alguma coisa. Creio estar no segundo grupo. Por isso, não há motivos para reclamações.
Enquanto não encontro tempo para dar maior destaque a este blog, minhas prioridades hoje são outras.
No cardápio do dia:
Spank Rock (18h30)
Hot Chip (19h30)
Björk (21h00)
(intervalo)
Juliette and the Licks (23h00)
Arctic Monkeys (meia-noite)
The Killers (1h00 de 29/10)
Rádio: “Arctic Monkeys ao vivo no festival Luna Park 2007″
Hoje à noite, logo após Toni Platão e a talentosíssima Cat Power And Dirty Delta Blues deixarem o elegante palco do Auditório Ibirapuera na capital paulista, no primeiro dia da edição 2007 do TIM Festival acontece o show do ano.
Quando o ex-cantor de coro de igreja, andrógino, “cantor branco inglês que soa como uma cantora negra americana”, Antony Hegarty entrar no palco e mostrar as canções presentes em “I Am A Bird Now” (2005) e “Antony And The Johnsons” (2001) poucos verão o quanto a tristeza, a melancolia e a dor podem tornar-se arte quando a voz de Nina Simone e Jeff Buckley ecoar no som de Antony And The Johnsons, a melhor atração desta edição do festival.
Um rápido olhar nos anos anteriores mostra o quanto à atual edição é a mais carente de grandes atrações (que me importam):
2003: Beth Gibbons & Rustin’ Man, Gotan Project, The Rapture, The Withe Stripes.
2004: 2manydjs, Soulwax, The Mars Volta, Libertines, Pj Harvey, Primal Scream, Brian Wilson, Brad Mehldau Trio, Kraftwerk.
2005: Kings Of Convenience, Morcheeba, Wilco, The Strokes, Elvis Costello And The Imposters, The Arcade Fire.
2006: The Beastie Boys, The Bad Plus, Tv On The Radio, Daft Punk.
2007: Bjork, Cat Power And Dirty Delta Blues e…
Antony And The Johnsons é sem dúvida a mais grata atração do festival, prova disso o fato de que os ingressos para seu show esgotaram-se no mesmo dia que foram colocados a venda.
Algumas pessoas choraram por não conseguir ingressos. Eu incluso.
A grande chance de redenção do festival é um brilhante show de Antony e sua banda de câmara.
Pena não estar presente. Muitos sairão do Auditório Ibirapuera com a certeza de terem visto uma obra-prima ao vivo.
“Ars Existit Ne Veritas Nos Destruat”
(“A arte existe para que a verdade não nos destrua”)
Friendrich Nietzche
Antony faz isso por nós.
Rádio “Fistful Of Love”, Antony And The Johnsons
Eu gostaria muito de poder fazer o mesmo que fiz ano passado: presente, bolo, rosas colombianas, blog, abraços… mas depois que tudo perdeu a graça e você sabe menininha: “Se a gente já não sabe mais/ rir um do outro, meu bem/ então o que resta é chorar.” Não faz mais sentido.
Mesmo assim, feliz aniversário Mari!!!
Rádio: “Canção Para Você Viver Mais”, Pato Fu
“O trabalho liberta” é o c******!
O pior de tudo depois de um final de semana punk, onde a única palavra pronunciada foi trabalho, trabalho e trabalho é deixá-la no emprego e ter algumas horas de folga. Folga essa que não vale nada sem ela.
Um dia isso muda. Muda sim!
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O melhor festival do ano?
Depois não digam, que não falei!
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Eu ficaria muito feliz se ganhasse o pôster de “Control” que o Lúcio Ribeiro está sorteando.
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Tenho três livros obrigatórios na lista para a próxima compra, um deles é o elogiado “Homem Comum” de Philip Roth.
“A velhice não é uma batalha, é um massacre” é uma das frases que mais me desperta interesse na compra.
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Sempre leio o blog de Jonas Lopes, nele é possível perceber como o que ele indica ou comenta foge dos caminhos fáceis que a internet sempre nos faz chegar.
Jonas Lopes sabe o que comenta, indica ou critica. Um exemplo claro dessa observação é sua critica para o livro de Philip Roth.
Que bacana seria se todos jornalistas (ou aspirantes) que escrevem sobre literatura tivessem a visão e o talento dele.
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“Fome de Tudo” novo disco da Nação Zumbi está no play do toca-mp3.
As primeiras audições não deixam escapar comparações com o disco anterior, o devastador “Futura”, mas não há muito que lembre a psicodélica em preto e branco de deste.
O que sempre há nos lançamentos da Nação Zumbi mais uma vez está presente: a inventividade em colar harmonias e riffs da guitarra do mestre Lucio Maia com idéias que remetem ao futuro (qual futuro não adianta perguntar), as letras labirinto e uma vontade imensa de aumentar o volume.
Fome de tudo não, quem ouve Nação Zumbi não tem fome de nada porque tudo está ali naquele disquinho prateado ou nos arquivos de mp3.
Mais uma vez o que importa não é o veículo, é a mensagem!
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“Ele alterou? Alterou p**** nenhuma.”
O mais f*** é ter que ouvir frases como esta de pessoas como a que disse a frase.
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Daniel Pellizzari voltou a escrever em blog.
Talvez dure apenas o tempo que ele viajar, mas já vale a pena, eu acho.
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Mariana Tramontina escreveu em seu Orkut: “Com os relacionamentos anteriores aprendi: que as coisas só são legais quando não têm nome.”
Bacana!
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Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça.
E ela ainda gosta de Dapieve!
Mmm… Mmm… Mmm…
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Rádio: “Bossa Nostra”, Nação Zumbi
Enquanto não acontece a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o TIM Festival, o Festival Planeta Terra e alguns outros eventos de cultura pop que podem mudar a eleição dos melhores do ano, resolvi colocar apenas os primeiros lugares de cada categoria.
Disco Nacional do ano: “Tribunal Surdo”, Violins
Disco Internacional do ano: “In Rainbows”, Radiohead
Música Nacional do ano: “Grupo de Extermínio de Aberrações”, Violins
Música Internacional do ano: “Weird Fishes/Arpeggi”, Radiohead
Show Nacional do ano: Mombojó, Teatro SESC Pompéia (03/06)
Show Internacional do ano: Madeleine Peyroux, Via Funchal (18/09)
Livro Nacional do ano: – - -
Livro Internacional do ano: “Ao Vivo no Village Vanguart”, Max Gordon
Filme Nacional do ano: “O Ano Em Que Meus Pais Saíram De Férias”, de Cao Hamburger
Filme Internacional do ano: – - -
Hot List 2008: Fabiana
Melhor coisa: meu diploma.
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Faltam algumas categorias e a lista dos piores do ano, mas isso fica para dezembro.
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Dia D: Parte 1
Meu futuro começa sábado. Quando tudo der certo volto a esse espaço para informar o leitor.
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Rádio: “All I Need”, Radiohead
A idéia inicial era chegar em casa tomar um belo e demorado banho, colocar roupas leves e ficar na cama apenas ouvindo o novo disco do Radiohead e bebendo alguma coisa bem gelada… e esquecer o final de semana punk. Feriado? Que feriado?
Mas depois, claro, de conferir as mensagens eletrônicas e buscar esperanças em alguma resposta sobre a edição do “O Globo” da ultima sexta-feira (por enquanto nada, o leitor pode me ajudar?).
Entre a caixa postal e alguns blogs favoritos (todos listados ao lado esquerdo) vejo que Pedro Alexandre Sanches, Alexandre Matias e Ricardo Alexandre ex-editor da revista “Bizz” concederam uma longa e deliciosa entrevista ao ótimo site “Gafieiras”.
Vale a pena investir algumas horas lendo a entrevista. Mais ainda para quem dá importância a jornalismo e conteúdo. Não basta apenas mudar os cursos de comunicação, mas também inserir conteúdo nos veículos que transitam na mídia, seja ela grande ou pequena.
Os três rapazes dão um show de questionamentos e lições que nem mesmo as salas de aula e as redações ousam colocar no currículo de formação.
Boa leitura.
Fica a dica.
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Há algumas semanas o jornalista Álvaro Pereira Junior escreveu na sua coluna no “Folhateen” caderno jovem do jornal “Folha de S. Paulo” sobre o álbum “White Chalk” de PJ Harvey:
“Às vezes tenho a impressão de que PJ Harvey é a única artista que resta viva neste planeta.”
A minha versão sobre “In Rainbows” do Radiohead:
Às vezes tenho a impressão de que o Radiohead é a única banda que resta viva neste planeta.
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Radiohead: “House Of Cards”, Radiohead
Caro Dapieve, desculpa infelizmente voltar a sua caixa postal para te encher a paciência.
Em Abril, enviei uma mensagem para lhe pedir uma edição do segundo caderno, porque onde moro (zona leste de São Paulo) nunca consigo comprar a edição do “O Globo”, na verdade acho que nenhuma banca vende.
Onde trabalho (São Caetano do Sul, no grande ABC paulista) o “O Globo” já havia acabado (a moça da banca me informou que enviaram apenas uma edição; aí eu me pergunto: como pode isso?). As pessoas que pedi ajuda, um amigo aí do Rio e minha irmã que trabalha na Av. Paulista, não conseguiram encontrar o jornal com sua sempre bem-vinda coluna/divã.
Nos feriados esse fato sempre se repete. Prometi para mim que nesse feriado de 12 de outubro acordaria muito mais cedo que de costume para não ter que te encher a paciência e sua caixa postal com mais um “e-mail pidão e folgado” (oras bolas, uma hora isso enche), mas tive que ir dormir um pouco tarde: TCC na Universidade e algumas atividades de um outro curso me furtaram a responsabilidade, por isso, e peço desculpas, o fato aconteceu de novo.
Liguei para a banca e nada de ter jornal (as única edição que chegou evaporou), liguei para um amigo que iria para a Av. Paulista nesse dia e mais à noite ele disse que não havia mais jornal, minha irmã foi viajar e meu amigo aí no Rio não conseguiu encontrar o jornal.
Dapieve leio sua coluna há uns 6, 7 anos, e nunca deixo de comprar o jornal, mas ontem falhei em não ter reservado a coluna, ops… o jornal antes. Guardo todas as colunas, recorto e plastifico, sempre servem de leitura para exorcizar o caos do cotidiano e de outras mazelas, mas hoje fiquei sem saída.
Você poderia me ajudar?
Por favor, me envia uma edição de hoje (12.10.2007) pelo correio, pago todas as despesas e faço questão de pagar pelo jornal.
Obrigado pela atenção em ler o e-mail e obrigadão mesmo se não puder me ajudar!
Antes de ir gostaria de dar os parabéns pela ótima coleção de colunas presentes no “Miúdos Metafísicos” que acabei de ler essa semana. Quando teremos – nós leitores – uma nova edição com suas melhores colunas?
E perguntar três coisas:
1) O que você achou do show da Madeleine Peyroux aí no Rio? Aqui em São Paulo foi muito bacana, mas, de verdade, esperava mais jazz e um pouquinho menos de country, mas valeu a pena! A cidade sempre fica menos cinza quando ela toca.
2) Você já ouviu o novo do Radiohead? Quanto você pagou (hehehe, que pergunta mais anti-ética)? O que você acha dessa nova idéia de venda de música?
3) Você já ouviu uma banda nacional de Goiânia chamada Violins? Eles lançaram esse ano um belo CD “Tribunal Surdo”, vale a pena a audição.
Grande abraço e espero que possa me ajudar.
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Rádio: “Jigsaw Falling Into Place”, Radiohead
“Radiohead é digno de pena, sem tutano, uma caricatura covarde de banda de rock”.
Ainda não se sabe muito bem em que tudo isso (internet, blogs, MSN, orkut, gtalk, google, apple, globalização 3.0, youtube, myspace, facebook, etc…) vai chegar, mas é sabido que não apenas isso, mas tantas outras revoluções por minuto que estão acontecendo e acontecerão a cada byte carregado ou byte produzido irão mexer no comportamento humano.
Isso já vem acontecendo graças à popularização ou “democratização” de tecnologia, gerando assim não apenas mais conteúdo, mas também e principalmente a disponibilidade dos quatro cantos do globo tornarem-se apenas um, entre o tudo e o nada cada individuo, cada numero de identidade faz o que sua bússola apontar, seja norte ou sul.
“Blude Runner” é passado? “Ok Computer” não revolucionou nada? iPod é apenas um toca-mp3 mais moderno que os outros? O Napster foi apenas mais uma brincadeirinha de universitários nerds americanos? Blogs não são fontes confiáveis de notícias? Radiohead é digno de pena, sem tutano, uma caricatura covarde de banda de rock? Os jornais já eram? É preciso mudar os cursos de comunicação? “Matrix” foi apenas um filme sci-fi com alta tecnologia? O jazz morreu? O vídeo de “Paranoid Android” é bobo e sem graça? A revolução não será televisionada?
É preciso saber algumas, senão todas as respostas das questões levantadas.
A escolha é sua leitor: pílula azul ou vermelha?
A minha pílula tem um nome: “In Rainbows”.
Hoje começa mais uma revolução.
No futuro (sabe-se lá quando isso vai ser) professores, mestres, doutores e alunos olharão para a data de hoje 10.10.07 e tentarão entender/estudar o que realmente aconteceu, assim como muitos ainda fazem com o ano de 1997 quando veio ao mundo “Ok Computer”.
Deixe-me ver para onde apontar a bússola!
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Rádio: “Bodysnatchers”, Radiohead
Alguém (Especial? Desconhecido(a)? Com quem você não quer falar?…) te envia uma mensagem eletrônica onde no campo “assunto” contem a palavra “Fumaça”.
O que você faz, utiliza como resposta?
a) !
b) ?
c) ![]()
d) …
e) não responde.
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Rádio: “1973″, James Blunt
Já faz um tempinho que quero atualizar este blog com alguns links que tem colocado um sorriso no meu rosto, alguns são atuais outros nem tanto (assim como a minha vontade de colocá-los neste espaço), mas todos valem a pena serem lidos.
Antes que o atento leitor comente, fica a observação: todos os links são dicas dos blogs listados na coluna à esquerda.
Mas assim como ensinou Gustavo Ioschpe: “De Omnibus Dubitandum Est” (Duvide De Tudo).
Ok, antão vamos lá.
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Novo blog de Beto Cupertino o cara por trás do melhor disco do ano (“Tribunal Surdo“) e da banda (Violins) mais interessante do país.
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A quarta temporada de “House” já teve inicio nos Estados Unidos, a nova equipe já foi escolhida.
Eu não gostei, mas talvez seja apenas ciúmes da equipe anterior.
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As referencias d’Os Simpsons.
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O amigão Cae faz uma crítica ácida às revistas de game, principalmente a outrora conceituada “EGM”:
“O foda é que ela continua sendo a única revista multiplataforma do mercado. As outras são segmentadas para apenas este ou aquele videogame, e esse tipo de revista não me agrada. Já ta na hora de ser lançada uma nova publicação sobre o tema, mas com qualidade, por favor.”
Depois ele faz graça com algumas de suas tiradas.
E pensa como seria algumas das séries mais badaladas se fossem produzidas no Brasil.
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A gata Juliana Zambelo pergunta em seu blog:
“Estou feliz, mas às vezes choro”, diz o China no meu ouvido. Ele passou o dia todo falando comigo através desses fones. Disco nacional do ano?”
Não Juliana, o disco do ano é “Tribunal Surdo” do Violins.
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Marcelo Costa dá sua colaboração para colocar o filme “Tropa de Elite” em um patamar além sala escura e discutir as reais importâncias além banquinha do camelo.
Ele ainda escreve sobre o novo disco do Radiohead, mas isso quero comentar em outra nota, as revoluções não podem e não devem ser observadas em poucas palavras.
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Maraiana Tramontina não atualiza sempre seu blog o que é uma pena, mas sempre vale a pena dar uma olhada no que ela está pensando.
Já disse que ela estará na “Hot List” 2008?
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Dica do sempre grande Pedro Doria.
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A Tula faz o comentário de dois episódios de “House“.
No primeiro, o mais recente exibido na Record, ela deixa escapar apenas um pouquinho a ironia de House.
No segundo ela esquece ou não acha importância em uma das melhores frases da série até o momento, onde ele diz ter inveja das pessoas com problemas mentais e das criancinhas pequenas, porque estas não pensam e não raciocinam, assim não tomam decisões importantes.
House é f***.
Mas de qualquer forma, vale a pena ler as palavras da Tula, ela tem muito humor, o que me falta às vezes.
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O genial Victor, enfim, atualiza seu blog e coloca no ar alguns trabalhos acadêmicos que ele fez para a conclusão do curso.
Assim, sem querer elogiar, mas o que ele coloca no ar não é nada comparado ao que sabe fazer e me ensinou, às vezes a humildade é uma m****.
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A “Ilustrada” caderno cultural do jornal “Folha de S. Paulo” está com um blog.
Bem mais bacana que as matérias que o caderno publica.
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Espero que as dicas acima sirvam de entretenimento, investimento intelectual ou apenas bla bla bla pop, mas o que mais me dá prazer é poder colocar link nesta nota da volta do sensacional Bacana, revista pop que vale a pena ser lida.
Ficam as dicas.
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O novo disco da banda She Wants Revenge, “This Is Forever”, é muito bom ou são apenas primeiras impressões?
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Rádio: “Walking Away”, She Wants Reveng
















