Nada é de graça, e quando é alguém está pagando.
Por isso o titulo desta nota

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Sonho

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Eu fico tão chateado quando meus planos começam a dar errado nem mesmo antes de serem iniciados.

Você sabe né, planos são coisas para se fazer debaixo dos cobertores.

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Brasis

Leio três notas na imprensa sobre o programa “Roda Viva” com o rapper Mano Brown. A minha vontade era escrever uma nota exclusivamente para comentar o programa; a perda de uma oportunidade única, diria até histórica; a falta de preparação e o mínimo conhecimento dos entrevistadores; a tranqüilidade de Mano Brown; a falta de estudo que não lhe faz diferença alguma; e o preconceito com aquilo que alguns não conhecem, mas…

A vida é curta e não sou eu quem vai perder tempo escrevendo algo que depois ninguém vai ler mesmo e muito menos comentar, oras bolas, blog é diálogo.

Fica por conta e risco do leitor à vontade de ler algum dos três links citados abaixo. É bem verdade que existe muita m**** escrita em forma de palavras estudadas e teses sem argumentos sólidos, mas quem tem que decidir se isso que comento é verdade não sou eu, apenas repito novamente: perdeu-se uma oportunidade única, mas desta vez me refiro aos textos contidos nos links e não apenas no programa.

Apenas uma (?) pergunta aos entrevistadores e Luiz Zanin (“Estado de S. Paulo”), Marc Tawile (“Jornal da Tarde”) e Reinaldo Azevedo (“Veja”), respecitivos autores dos textos lidos e citados acima:

Quem já entrou em uma favela? Morou na periferia? Pega ônibus para ir trabalhar? Ou trem? Estudou em escola da prefeitura ou do estado? Assume que não tem nada contra a pessoa do presidente da república e não seu cargo e responsabilidade? Já passou necessidade em casa? Necessidades mais básicas: comida, energia elétrica, água, saúde… quem? Sofreu preconceito?

Quem?

Todos temos o direito de reclamar ou discordar, todos, mas isso não nos dá o direito de surfar nas palavras sem juízo de conhecimento. Talvez nada substitua bons livros, teses de mestrado ou doutorado, mas um pouco de realidade e verdade nos torna mais humanos.

Como escreveu Friendrich Nietzche: “Ars Existit Ne Veritas Nos Destruat”
(“A arte existe para que a verdade não nos destrua”).

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Como ensinou Gustavo Ioschpe: “De Omnibus Dubitandum Est”
(Duvide De Tudo).

Rádio: “Rocks (Ao Vivo)”, Caetano Veloso