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Observando os trailers do, enfim, longa metragem do melhor desenho da história percebo que a cor do melhor desenho de animação do ano não será verde, mas sim amarela.
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O novo comercial da operadora de celular Claro, “To namorando”, é s e n s a c i o n a l!!!
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Tenho um amigão, na verdade um irmão, publicitário que tem uma amiga jornalista, os dois vez ou outra teimam em questionar as funções de suas respectivas profissões, tenho teorias sobre os dois, qualquer dia escrevo algo neste espaço.
A publicidade tem sua função principal, o que essa amiga dele sempre questiona, mas a publicidade também faz coisas bem bacanas.
Enfim encontraram uma forma de valorizar a ótima “Eyes Open” do Snow Patrol.
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Da série “Homem Sincero”:
- O que está acontecendo com a gente? – ela pergunta.
- Não sei e na verdade eu não quero dar nomenclaturas para isso. Vamos deixar acontecer. Estou cansado de querer saber o que está acontecendo e nunca acontecer nada e tudo acabar, seja o que for esse tudo. As expectativas e a ansiedade que damos e temos em certos relacionamentos fazem com que sufoque o que ainda nem aconteceu. – ele desabafa.
- Por isso que queria conversar com você. – ela diz, tentando continuar o assunto.
- Mas não foi para isso que nós viemos aqui. – ele questiona o local da conversa, a cama de um motel.
- Também. – ela pirraça, ele adora fazer pirraças, mas não nessa hora, nesse local.
- Olha, eu não quero te enganar, e não digo isso porque já estamos aqui, eu já te disse isso em outros lugares, eu não vou mais me entregar a um relacionamento, não mais. Já quebrei muita a cara, a cabeça e o coração e por mais que isso pareça piegas e bobo, eu quero apenas curtir os momentos e no máximo fazer planos para o amanhã, quem sabe depois de amanhã. Mas não posso te garantir que não vou te magoar, assim como você não pode me garantir que não vai me magoar e aprender que amar ou gostar (n: ele não gosta dela, ele não ama ela, apenas o sexo e muitos abraços são bons, o primeiro na verdade é maravilhoso) de uma pessoa não precisa ter contratos, nomes, classificações e datas de validade já é um belo passo para que ele dure o quanto precisa durar, seja o tempo que for. – ele desabafa, e logo se arrepende, talvez pensando que ela não queira mais fazer sexo com ele.
Antes de tudo isso enquanto os dois estavam no chuveiro, transando e trocando caricias, ele disse que amava outra menina – era a segunda vez que saiam –, mas que não queria usá-la como ferramenta para esquecer a outra menina. Ela entendeu e percebendo que havia sinceridade demais naquelas palavras desligou o chuveiro puxou-o para a cama e disse: “Eu quero você em outro lugar”.
Os dois transaram a noite inteira e no outro dia não havia marcas de ressentimento ou duvidas sobre o que um sentia pelo outro. Apenas marcas pelo corpo. Ainda hoje estão juntos.
O homem sincero venceu desta vez.
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“Já não sonho, hoje faço com meu braço o meu viver”.
M. Nascimento e F. Brant
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- Cuidado, ele é o porco aranha.
Rádio: “Woman Like A Man (Live Unplugged)”, Damien Rice
Rádio: “Green Grass”, Cibelle
Ricardo Calil fazia parte de NOminimo, escreve sobre cinema e TV como poucos. Merece meu respeito.
Sérgio Rodrigues faz, quase sempre, o leitor ter vontade de ler todos os livros que indica em seus textos. Merece meu respeito.
Luiz Antonio Ryff escreve com muita ironia, e você sabe leitor: a ironia vai nos salvar. Merece meu respeito.
Carla Rodrigues escreveu as melhores criticas dos livros que li do mestre Arthur Dapieve e mesmo sendo amigos ela sempre o fez de forma lúcida e independente. Merece meu respeito.
Daniel Piza me faz querer esperar o domingo chegar para ir comprar o jornal e ler sua coluna da primeira palavra ao ponto final, assim como dizia a palavra no colegial. Merece meu respeito.
Joss Stone me fez se apaixonar novamente (“E eu que pensava que não ia me apaixonar/ Nunca mais na vida”), detalhe: por ela. Quando a vi no Live Earth de cabelos lisos foi amor (paixão?) a primeira vista, mas o que me fisgou foi seu som. Merece meu respeito, meus sonhos, meus segredos…
Rádio: “Tell Me What We’re Gonna Do Now”, Joss Stone (Feat. Common)
Arrumando as gavetas encontrei alguns sonhos feito bexigas sem ar, pensei um pouco, bem breve feito relâmpago, estufei o peito e enchi as bexigas. Assim como canta Fernanda Takai em uma das novas músicas do Pato Fu, “Tudo Vai Ficar Bem” que conta com participação de Andrea Echeverri, do grupo colombiano Aterciopelados: “Eu faço tanta coisa pro mundo melhorar/ Eu faço de um tudo que posso para ajudar/ Eu distribuo amor/ Eu curo solidão/ Mas peço por favor/ Alguém me dê a mão”.
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“Volta” novo CD da islandesa Björk é bem chatinho.
“Daqui Pro Futuro” novo CD do Pato Fu é bem fofinho.
“We Are The Night” novo CD do The Chemical Brothers é bem inferior ao que eles sabem fazer.
“It Won’t Be Soon Before Long” novo CD do Maroon 5 é bem legal, mas muito inferior ao ótimo disco anterior.
“A Amarga Sinfonia Do Superstar” novo CD do Superguidis é outro lançamento bem chatinho.
“An End Has A Start” novo CD do Editors é m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o.
“Our Love To Admire” novo CD do Interpol é muito bom, mas inferior aos CDs anteriores.
“Carnaval Só Ano Que Vem” primeiro CD da Orquestra Imperial é apenas legal, mas cansa logo, muito barulho por quase nada.
“Prog” novo CD do trio de jazz The Bad Plus é bem legal e possui uma versão para “Tom Sawyer” clássico do Rush.
“Country Mouse, City House” novo CD de Josh Rouse possui as canções mais gostosas de se ouvir neste ano até o momento, por isso esses últimos dias foram menos cinza, mesmo com o frio marcando as temperaturas mais baixa no termômetro, as canções de Josh Rouse faziam o papel de abraços, cobertores de ouvido, beijos quentes, amores possíveis, a vinda de amigos distantes, o sorriso do sobrinho, a presença da irmã…
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A primeira coisa que pensei após o… … … (qualquer palavra que se escreva aqui será microscópica ao tentar registrar sentimentos… inevitável, terrível, inexplicável, absurdo, covarde) acidente foi na maninha que trabalha momentaneamente em outro estado e toda semana voa para a capital paulista.
No dia seguinte o bate-papo deixou o irmão babão aqui mais tranqüilizado, mas você sabe assim como disse Forrest Gump: “M**** acontece”, e ele não estava contando história.
Mas caro leitor você sabe que no final assim como canta o Pato Fu “Tudo vai estar bem”.
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Ninguém escreve hoje sobre tecnologia
e política internacional como Pedro Doria.* * * * * * * * * *
É bom estar de volta, escrever deixa as neuras e o caos de lado.
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Domingo é um dia muito importante, talvez decida – essa é a idéia – meu futuro profissional.
Boa sorte para mim, mesmo sabendo que isso nada tem a ver com sorte, mas como disse um amigo: “Odeio pessimismo”.
Então, boa sorte para mim.
Rádio: “The Weight Of The World” Editors
Pause também necessário, mesmo que forçado, para ir buscar respostas para algumas dúvidas que teimam em colocar em xeque certas certezas.
Se tudo der certo nesse período terminarei de ler alguns livros, escutarei melhor alguns discos, e vou me esforçar para decidir um rumo para esse blog que, aliás, está mais perdido e desinteressante que qualquer outra coisa.
Como disse Bruno Medina “Na dúvida, a melhor bússola é o coração”.
Abraço.
Rádio: “We Are The Night”, The Chemical Brothers
A memória falha, o caderninho verde não mais armazena todas as anotações, guardanapos, pedaços de papel, a palma da mão…
Nenhuma dessas ferramentas fazem o papel de lembrete para as coisas importantes, tanto que esqueci de mencionar na nota “2007 2.0” dois dos motivos mais importantes para se chegar ao fim deste combalido 2007:
- um grande amigo vai retornar ao país;
- Ela faz aniversário;
Por isso leitor quando eu disser que o mês de outubro será o melhor do ano – me de um voto de confiança – e acredite.
A saudade do amigo não é apenas grande, mas viva. A cada momento belo o pensamento vem a cabeça: “Ele poderia estar aqui, como seria bacana”. Mas esse momento vai chegar em breve.
A espera pela chegada do aniversário dela acompanha a vontade de não fazer algo “apenas” especial, mas também, é claro, inesquecível.
Pensamentos positivos, que no final tudo vai dar certo.
Rádio: “Quase Nada”, Dado Villa-Lobos
Discos:
Filmes:
Livros
Shows:
Peças de Teatro:
Lugares:
Mulheres:
Rádio: “Boa Sorte/Good Luck”, Vanessa Da Mata & Ben Harper
Não adianta querer mudar a ordem das coisas, dos fatos ou dos acontecimentos. Não podemos voltar à rotativa da Terra assim como fez o Superman em um ed seus filmes.
A genial/louca Estamira sem querer, claro, me ensinou muito na projeção do documentário que registra sua vida.
Do nada, entre lixo e fúria, ela acerta uma porrada no expectador. Agressão sem igual.
Estamira fala das pessoas que fazem as coisas erradas, mas que posam de corretas, de justas e detentoras da verdade absoluta.
Camila, liga não sobre o que aconteceu, sei que é difícil, delicado e que chateia, mas sabe, assim como você me disse, coisas más as vezes trazem coisas boas. Boa sorte na entrevista!
Um dia e talvez seja para isso que vivemos, para que esse dia segue, veremos, sim, essas pessoas não estarem ao contrário.
Estamira não pode estar errada.
Fica amiga, a lembrança gostosa de boas risadas, seu rostinho de afeto e carinho preocupado com o amigo apaixonado e bobão, bobo da corte de pessoas especiais.
Não somos espertos ao contrario e isso já nos basta.
Pessoas assim não vivem.
Nós vivemos!!!
Rádio: “Whoo! Alright – Yeah…Uh Huh”, The Rapture
A coluna de hoje, “Ainda bem que a paixão não dura”, é tão oportuna que não vi porque continuar privando os leitores deste prazer. Segue algumas de suas palavras sempre apaixonadas e humanas.
“O ideal seria se apaixonar sem se entregar, se apaixonar e conservar a cabeça fria, ser capaz de raciocinar e agir com inteligência em qualquer circunstância. Mas o que tem isso a ver com a paixão?
Paixão – a melhor coisa da vida; mas quem consegue cumprir as funções mais banais, apaixonado, como tomar banho, ir ao supermercado, visitar uma tia, levar uma roupa no tintureiro, sem pensar o tempo todo nele, nele, nele?
Se todos os presidentes de todos os países, os ministros, os cientistas, os médicos, os advogados, os engenheiros, os arquitetos, os banqueiros (esses é menos provável), se, enfim, todas as pessoas do mundo se apaixonassem perdidamente ao mesmo tempo, o mundo ia parar, conseqüentemente, acabar.
Isso só não acontece porque as paixões não duram muito – e ainda bem.
Ainda bem? Mas será mesmo?”
Rádio: “Remedy”, Black Crowes
















