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A luz, desta vez, ganhou:
- no começo do ano o grande amigo Jairo conseguiu se tornar mestre;
- o genial Victor conseguiu o tão sonhado emprego na área;
- conheci sua namorada a especial Andréa que palavras não a definem nem mesmo que eu tentasse escrever o dicionário inteiro aqui;
- o sobrinho voltou a jogar bola e o tio babão foi vê-lo;
- o jazz não se tornou o mais tocado no iTunes, mas a leitura sobre jazz é sempre presença na mochila ou na cabeceira da cama;
- o novo disco do Violins “Tribunal Surdo” é sem dúvida o disco do ano e “Manicômio” a música que eu mais ouvi na vida (neste momento a ferramenta Play Count marca 286 “plays”);
- outros tantos discos foram lançados acompanhados, é claro, do burburinho da mídia especializada, mas nenhum trouxe uma música tão espetacular quanto “American X” do Black Rebel Motorcycle Club, desde já música do ano;
- Céu, Mombojó, Delicatessen, Aerosmith e José Gonzáles fizeram da música ao vivo divã e tornaram momentos únicos em polaroides para se guardar na memória em algum em algum lugar protegidas contra o vírus o tempo;
- o Móveis Coloniais de Caju fizeram o show mais animado em muito tempo;
- comecei dois cursos que há muito queria estudar, se a escola não serve para nada, ao menos estou dia-após-dia tentando contrariar isso;
- o grande amigão Cae conseguiu um emprego e está fazendo deste fonte inesgotável para conseguir seus prazeres capitalistas;
- caipirinhas de saquê, chopp black, bloody Mary, alguns filmes no cinema ou mesmo no DVD fizeram a vida ficar menos cinza;
- leituras de “Morreu Na Contramão: o Suicídio Como Notícia” e “Miúdos Metafísicos (Coletânea)” de Arthur Dapieve; “O Repórter do Século (Coletânea)” de José Hamilton Ribeiro; “Ao Vivo No Village Vanguard” de Max Gordon e “Kind of Blue – A História Da Obra-Prima De Miles Davis” de Ashley Kahn fizeram com que alguns momentos de solidão e caos se tornassem momentos de luz e ótimas histórias, crônicas que faziam o riso contido valer mais que qualquer remédio;
- “House” na TV;
- as colunas do mestre Dapieve não é preciso citar elas sempre são hours concours;
- mas nenhum momento neste primeiro semestre vai superar em beleza quando a vi subir as escadas do metrô naquele domingo frio e de ingressos esgotados para o teatro que resultou em seção de cinema e pizza, como já escrevi uma vez “Assim como um furacão ela apareceu e foi embora, o que resta (?) é apenas a ausência de uma pessoa maravilhosa e uma grande amiga”, um dia ainda escrevo uma nota chamada “Meu Katrina”…
Mas sombras também marcaram presença:
- Los Hermanos acabaram;
- o show do Aerosmith não foi tudo o que esperava;
- Damien Rice cancelou a turnê anunciada ainda no final do ano passado;
- a chamada no RH rendeu desabafos, verdades acidas e um certo desconforto;
- o fim do NOminimo;
- o sexo casual e sem amor;
- como já escrevi neste espaço, o que me moveu durante todo esse semestre além do cotidiano habituail foi a oportunidade de deixar algumas coisas mais claras, exorcizar fantasmas, e deixar o desfibrilador fazer o seu serviço, mas como o leitor notou nada deu certo, pois é, e isso foi a pior coisa a acontecer no primeiro semestre, como escreveu Marcelo Costa em seu Mojo Book “Doolittle”: “Acontece, como uma batida violenta em um poste a mais de 100 km/h. E alguém morre. Alguém sempre morre, mas a vida segue… até o fim.”
Como escreveu Marcelo o amor é como uma batida violenta em um poste a mais de 100 km/h. E alguém morre. Alguém sempre morre, mas a vida segue… até o fim.
“Acabou, é hora de viver” escreveu Ricardo Alexandre. Esse “viver” pode ser definido, pensando e traduzido em algumas metas para a segunda metade desse 2007 2.0:
- fazer um Trabalho de Conclusão de Curso digno de aplauso;
- ver o Mojo Book “Grandes Infiéis” publicado;
- TIM Festival;
- Madeleine Peyroux ao vivo;
- Violins ao vivo em São Paulo;
- concurso publico;
- enem;
- terminar os cursos de edição de vídeo;
- estudar mais um módulo de inglês;
- tirar passaporte;
- chegar ao final de 2007 com sanidade e bom humor;
- ahhh… não se apaixonar, não se apaixonar, não se apaixonar;
Para você que vai seguir essas palavras: ousadia, coragem, força, paciência e sabedoria.
Se você piscar 2007 já passou, não pisque!!!
Fica a dica.
Rádio: “Gronlandic Edit (Live)”, Of Montreal
Mas o verdadeiro veículo que deveria receber essas palavras é NOminimo. Site que desde 2002 servia como “antena da raça”, assim como escreveu o poeta americano Ezra Pound, para quem buscava boas palavras no quase infinito oceano de portos-seguros que a internet teima em querer mostrar, mas que poucos se sustentam além mar.
Ali era possível encontrar as palavras de mestre Dapieve e não apenas no jornal “O Globo”; as idéias sempre lúcidas de Zuenir Ventura; as aulas de jornalismo de Ricardo Kotscho; as dicas de tecnologia e independência critica na cobertura internacional de Pedro Doria e quem diria encontrar Daniel Galera escrevendo sobre… vídeo-game.
“Ali era” porque o site decretou seu falecimento hoje – registre um dia triste, não como qualquer outro, por favor – não apenas para seus assinantes, leitores e visitantes, mas principalmente para a inteligência nacional, a troca de idéias, o diálogo, a reflexão, o pensamento lúcido, o jornalismo independente e corajoso e como não, o tesão em fazer algo prazeroso e agradável.
Todos somos órfãos de algo que fez como poucos seu papel, mas que não nos deixa escorrer lágrimas a face, porque fez no seu tempo o certo e isso se tratando de Brasil e imprensa ou veículos de mídia faria lembrar do seriado “Roma”: “- Defina bom”. Não, não há o que definir, bom é bom, e certo é certo.
Encontrava em NOminimo meus heróis citados acima pois como escreveu Shakespeare “heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências”.
Há poucos dias a leitura dos blogs e sites preferidos e uma leitura en passan dos jornais dei destaque para um dos novos gurus da internet 2.0, onde ele explicava que agora sim, há meios tecnológicos para que a rede seja o que foi prometido na década de 90, o que fez com que a bolha de expectativas resultasse em frágil resultado e crises econômicas dos quais resolveram investir no novo negócio.
Uma pena que logo neste momento de “burburinho 2.0” o NOminimo (antes de sua primeira crise NO – Notícia & Opinião) coloque como motivo de falecimento em sua “lápide virtual” “vítima de inanição financeira decorrente do desinteresse quase geral de patrocinadores e anunciantes”. É preciso aqui utilizar a ironia e dizer que esses anunciantes são pessoas que “tem um parafuso a menos”.
Como escreveu Ricardo Alexandre – ex-editor da revista “Bizz”, outra que também chegou as bancas em sua ultima edição -: “Acabou, é hora de viver”.
Grande abraço meus heróis, vocês não morreram de overdose e isso já me é caro.
Rádio: Off
- E aí, você está feliz ou está triste?
Ele havia chegado a pouco mais de meia hora, não havia dado bom-dia para ninguém, assim como lhe é de costume, todos já conhecem seu jeito e incrivelmente respeitam.
Ele sorri com ironia e diz em tom trôpego:
- Triste…
A amiga quer demonstrar ajuda, mas todos sabem: não há o que fazer.
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No curso durante a aula a amiga acena com um olhar, e com os lábios em silêncio pergunta:
- Você está bem?
Ele que perdeu as quatro ultimas frases das cinco mencionadas pela professora, percebe que a concentração e o pensamento estão, claro, em outro lugar, mas mesmo assim responde a amiga, também com os lábios em silêncio:
- Não.
Depois da aula na área de cyber café da escola ele confere a caixa de e-mail, orkut, blog, blogs amigos, e alguma novidade do mundo pop. A mesma amiga acena com a mão, ele retira os fones do ouvido que no play acionado do toca-map3 tem Black Rebel Motorcycle Club, e fala um oi sem graça. Ela pergunta novamente:
- Você está bem?
- Não.
- O que foi? Escola? Emprego? Família?
- Assuntos do coração. – ele responde enquanto aponta a mão para o peito.
- Quer conversar?
- Não obrigado, essas coisas precisam de tempo, muito, aliás. – ele pondera.
- OK, quando estiver à vontade, se quiser, a gente conversa.
- Brigadão! – ele responde no único momento em que deixa escapar a exclamação nas palavras.
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Chegando em casa liga para o emprego free-lance que ajuda a pagar seus pequenos prazeres e um dos cursos.
- Oi, eu liguei para dizer que amanhã não vai ser possível ir. Estou com algumas coisas para resolver, mas no sábado e domingo é certeza (será mesmo?), e no domingo eu posso fazer plantão.
Depois de acertos com a agenda a amiga pergunta:
- Mas e aí está tudo bem?
- Uma m****. – ele responde.
Ela do outro lado sorri.
Ele pensa: “Desculpa, mas isso não é hora para sorrir, ironia nessa hora não. Não agora. Não de novo. Não comigo”. Mas ele não diz nada, se despede e vai viver sua vida.
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Shakespeare escreveu com suas palavras geniais:
“[Você] Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.
E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam…
E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais”.
Ele não consegue falar, ele escreve.
Rádio: Off
Ei Brother, se você soubesse o que você perdeu, você venderia sua mãe para poder ter de volta.
Você me faz rir, sabe porque?
Porque você é um idiota!
Boa sorte, você vai precisar.
Rádio: “Marcha Fúnebre”, Chopin
Como escreveu a genial Mariana Tramontina:
“Em algum momento, essa bosta vai ter que mudar”.
Ou como escreveu Ricardo Alexandre “Acabou, é hora de viver”.
Video: “Filtro Solar”, Agência de Publicidade DM9
Poucas coisas me fazem voltar a ser criança quando a vida pesa mais do que deveria ou o caos se torna ar nos pulmões, uma dessas poucas coisas é o meu sobrinho.
Hoje ele faz aniversário e por mais que o dia tenha sido/seja delicado pelos motivos que o leitor habitual tem conhecimento, busco no seu rostinho de criança que ainda acredita na verdade fôlego e oxigênio para continuar acreditando em algumas coisas.
Em seu Moojo Book “Doolittle”, Marcelo Costa escreveu “crianças são muito mais cruéis que os adultos. Elas são inocentes, e existe coisa mais cruel do que a verdade dita de forma inocente? Os adultos passam a vida acumulando aulas de dissimulação, e todo esse aprendizado não serve pra nada quando uma criança olha em seus olhos e dispara uma verdade cruel. Disfarçamos, fingimos que não foi com a gente, pois tentamos esquecer que fomos crianças, que fomos cruéis um dia.
E isso dói.”
Eu acredito nas verdades contadas por meu sobrinho e nas verdades que ele deixa escapar no olhar. Por isso o que posso fazer é agradecer a maninha por ter me dado o melhor sobrinho do mundo e desejar que ele viva com a coragem e a ousadia da mãe e um pouco dos sonhos do tio, porque ele precisa criar seus próprios sonhos e fazer com que eles não fiquem apenas nessa palavra.
Em alguns momentos delicados desse ano ele me mostrou a diferença entre ser menino e ser homem.
Feliz Aniversário Caio o tio babão te ama!!!
Rádio: “God, Please Let Me Go Back”, Josh Rouse
- Medo do quê? – a amiga do trabalho pergunta.
- Que ela fique com raiva de mim. – ele.
- A gente reza. – a gerente ao lado da amiga responde.
- Mas eu não acredito em Deus. – ele.
- Mas deveria, quem tem fé não tem medo. – a gerente.
- Porque com raiva. – pergunta a amiga.
- Por que eu vou dizer que ainda amo ela. – ele.
- Você não vai ter coragem. – a amiga.
- Vou sim, eu preciso disso, eu esperei muito tempo por esta “oportunidade”. – ele.
- Mas mesmo assim… – a amiga.
- Mas ela é minha melhor amiga e você sabe o que já aconteceu… – ele.
- Eu acho muito bonito um homem dizer que ama uma mulher. – a amiga.
- Mas deveria ser sempre assim quando se ama alguém e eu ainda gosto muito dela, por isso o medo. – ele.
A amiga olha para ele e faz uma carinha de carinho e afeto, como quem deseja toda a sorte do mundo, mesmo sabendo que isso não tem nada a ver com sorte.
- Eu estou com um frio na barriga… – ele.
Ele volta ao trabalho sabendo que o próximo dia será um dos dias mais importantes do ano, se não o dia. Não é possível se viver com fantasmas. Ele sabe que, assim como canta sua banda preferida, “A felicidade sempre ofende/ Mas tristeza demais cansa/ Bem, que se fodam os ofendidos!”.
Ele sabe que enquanto estiver se declarando/falando vai se sentir como um dos soldados que desembarcaram na praia de Omaha, na costa Francesa, em 6 de Junho de 1944 (Dia D), magistralmente filmados na primeira meia hora do filme “O Resgate do Soldado Ryan” de Steven Spilberg, mas não lhe resta alternativas e ele nem as quer.
O frio na barriga continua…
Rádio: “Evil (Zane Lowe BBC Session)”, Interpol
O leitor mais atento talvez se pergunte: “Como alguém que quer/sonha trabalhar com comunicação renega um grande veículo como os jornais?” Entendo a observação e dou total respaldo para o questionamento, entretanto é preciso entender os mecanismos de funcionamento desse e de outros veículos.
Tenho uma amiga jornalista, vejo nela uma grande vontade de mudança que quase beira uma pré-revolução, mas apenas isso não basta. Revoluções ou como o leitor queira chamar não são feitas do dia para o por do sol e quando isso ocorre sabemos e a história ensina que apenas um nome pode ser mencionado: golpe.
Ética e formação não fazem a ordem do dia nessa pequena discussão. Uma pena (prometo voltar mais ao tema).
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Escrevi isso acima mais como um impulso e fragrante de pensamentos do que como ensaio de argumento.
Mas é relevante citar esse desconforto porque o refugio vem em algumas seções que talvez – e isso me deixa muito contente – interessa o leitor: a seção de cultura e pensamentos.
“Caderno 2”, “+ Mais”, “Segundo Caderno”, “Ilustrada”, “Aliás”, “Eu & Fim de Semana”, e alguns blogs e sites – esses listados no canto a esquerda – furtam meus relógios e fazem com que perca tempo imerso em textos saborosos, critica relevantes e crônicas fabulosas.
O jornalismo ganha status de arte quando alcança o lúdico e se torna divã.
Mestre Dapieve fez isso há algumas semanas em sua coluna quando escreveu sobre o CD póstumo de Elliott Smith “New Moon”.
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Já tive um outro blog, mas tive que deixar meu coração e a idéia de escrever pensamentos e sentimentos nele.
A vida não é nada sutil. Uma pena. Quando me sentir mais à vontade prometo indicar o endereço neste espaço, mas não por enquanto, os marimbondos ainda estão por perto.
Digo isso porque quando retomei o prazer em escrever em blog listei assuntos que não receberiam meus holofotes, entre eles estava amor, política e escola – esse ultimo mais por demonstrar o distanciamento da arrogância de quem possui grau superior do que por qualquer outro motivo.
Tempo é algo que me falta ultimamente, gostaria de poder escrever mais sobre os shows que fui, os textos deliciosos que leio nos cadernos culturais, o quanto o futuro veio e tem tudo, ou quase, para dar certo.
Mas não consigo esse tempo livre.
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O que acontece quando alguém te segue por onde você caminha, mas não está presente na forma física, apenas no coração?
Esse alguém é um fantasma ou apenas resquícios de um amor ainda vivo?
Rádio: “Sintonia”, Ludov
Como se apaixonar se já está apaixonado? Daí meu álibi/contradição!
Outro dia perguntei neste espaço “O que te move?”, e fui sucinto na minha resposta: “Família e amigos, ponto”. Eu não estava mentindo!
Mas um outro motivo me fez mover nesses últimos seis meses, acordar cedo, acreditar em coisas que a idade já nos censura de acreditar, trabalhar, estudar, ser uma boa pessoal, respeitar os outros… e toda uma cartilha que prega “fazer as coisas certas”.
Uma chance. Apenas isso me fez batalhar dia-a-dia para que quem sabe essa chance surgisse. Católicos e outros crentes em algum Deus acreditam que fazendo a coisa certa receberão em troca algo que desejam. Descrente que sou (um dia falo mais sobre esse assunto) não credito minhas realizações nesses aspectos, jovem que sou já vi a vida dar muito golpe em meninos e meninas ingênuos.
E como já disse isso não tem nada a ver com merecimento, nunca tem, não é?
Mas algo parece estar a acontecer e esta chance também parece – disse parece – ter surgido no horizonte. Como diz aquele texto lindo “pré-ocupação é tão eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equação de álgebra”. Por isso vamos deixar a trilha sonora tocar.
Domingo será um grande dia, quando tudo der certo volto a este espaço para dividir minha felicidade com você. Caso isso não aconteça e é sempre bom visualizar, mesmo que a distancia, essa possibilidade volto aqui para mostrar a previsão do tempo.
Rádio: “Uma Chance”, Moptop
Digo isso porque esta nota/post que corre é a número 100 e prometi para mim que quando chegasse a essa quantidade teria que abrir o jogo com você leitor: eu sou uma fraude!
O leitor mais atento já deve ter percebido que muito do que falo aqui foi antes dito por outros, principalmente os citados acima.
A quem ainda quiser seguir as palavras aqui escritas fica um pedido – assim como escreveu Ricardo Cruz no editorial deste mês da revista “Rolling Stones” -: ousadia, coragem, força, paciência e sabedoria.
O leitor habitual não merece de forma alguma retornar a este espaço doando/investindo um pouco do seu tempo e não encontrando novas palavras. O último mês tem sido de total descontrole de agenda e compromissos, mas também muita coisa bacana tem acontecido, com o tempo se alojando no fundo da ampulheta as palavras aqui registrarão o quanto esse mês foi… foi… decisivo.
Grande Abraço para você que lê essas palavras, desculpa o clichê, mas esses 100 posts não existiriam sem você.
Ora bolas, ninguém escreve para não ser lido!
Rádio: “Your Kisses Are Wasted On Me”, The Pipettes
















