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É tarde de sexta-feira, chove lá fora, aqui dentro faz frio, eu até quero algum carinho (depois escrevo mais sobre isso), enquanto o relógio não desperta para a hora do outro emprego eu me refugio no Cyber Café.

Vídeos salvam à tarde que já vai embora melancólica. Eu preferia estar em casa, beber uma xícara de chocolate quente, comer algumas bolachas, mas meu plano para o futuro exige mais de mim, e sendo assim não sou eu quem vai desistir.

Os outros que desistam, não eu.

“Calvin & Haroldo (Frango Robô)”


“Alice” de Rafael Gomes (2005, 15 min)

Em desencontro na cidade, Alice e Alex traçam uma geografia sentimental de amor e perda.

“Intimidade” de Camila Gonzatto (2004, 12 min)

Uma discussão por causa de uma escova de dentes. Situação aparentemente banal, que acaba revelando os problemas de relacionamento de um jovem casal, que está se adaptando à convivência diária.

“Manual Para Atropelar Cachorro” de Rafael Primo (2006, 18 min)

De onde vem a maldade humana? O que leva alguém a cometer atos de crueldade? O mundo visto por uma mente doente, enlouquecida em uma cidade grande qualquer. Síndromes Urbanas.

“Quero Ser Jack White” de Charly Braun (2004, 18 min)

Numa tarde de verão paulistana dois adolescentes se encontram por acaso numa loja de vinis. A partir deste encontro eles irão descobrir a sexualidade ao som de rock n´roll.

Rádio: Off

Computador ligado:
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Favoritos> Blogs> Cae> Leitura…
Favoritos> Blogs> Marcelo Costa> Leitura…

Agora que eu já vi o que importa na Internet, deixa eu viver minha vida (e zapear pelas esquinas mal-iluminadas dessa Internet vazia).

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Um amigo pergunta quando eu vou atualizar esse espaço, respondi que assim que tiver tempo e coisas bacanas para dividir com os leitores. Cada vez mais falta tempo e faltam coisas bacanas, mas algum tempo e algumas coisas bacanas conseguem burlar as nuvens de mau-humor e resolvem aparecer por aqui.

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Outro amigo avisa que a banda que eu mais gosto acabou. Penso em chorar, em gritar sozinho na rua, em destruir o (meu) mundo, mas lembro que perdi o último show deles em São Paulo por uma pessoa que não valia a pena.

Às vezes a gente faz umas m***** na vida.

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Esqueça o que escrevi acima. Ela valia e vale a pena.

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Diálogo na livraria:

- Você tem o livro “Miúdos Metafísicos” do jornalista e escritor Arthur Dapieve?
- Não, esse apenas por encomenda. – o vendedor diz depois de algum tempo de consulta.
- Não, obrigado.
- Você pode ver se vocês têm o novo livro dele: “Morreu Na Contramão”?
- Sim, esse nós temos, ele fica na seção de Psicologia, fica ali no fundo. – o vendedor diz apontando para a seção azul da livraria.

Você se dirige até a seção azul, ma sem antes pensar “Dapieve escrevendo sobre psicologia? OK!”

Mesmo assim “Miúdos Metafísicos” será minha próxima aquisição literária.

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Domingo à noite não saiu como o programado, mas o cinema foi bem bacana. Eu, o genial Victor e a especial Andréa assistimos “O Cheiro Do Ralo”, com o sempre excelente Seltom Melo.

O que fica depois que a luz ilumina o escuro mágico da sala é que o filme é o que dizem de bom e de ruim na mídia cultural, mas ainda existem aspectos pouco explorados por essa chamada imprensa cultural que apenas faz jornalismo de agenda, mas isso é tema para outro dia.

Encontrar um bar foi missão impossível, mas depois perambulando sozinho encontrei uma Brahma 473 ml me esperando em uma geladeira. Ela olhou para mim eu olhei para ela e como um prazer comprado paguei o preço.

Na prateleira de doces da loja de conveniência encontrei um chocolate que há muito não via. Assim como o prazer do cacau o domingo terminou com um gosto de alegria por ter saído com os amigos.

Ainda fica na agenda o teatro e a cerveja, ok?

“Se você bobear os convites vão parar na gráfica.”

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A cada final de ano escrevo um balanço/mensagem do que foi o ano anterior e o ano que vem iluminando o caminho e fico o ano inteiro tentando encontrar um título que ao mesmo tempo soe bacana e justo.

O ano de 2006 recebeu o título de “Memória, ilha de edição”. Dia desses encontrei o título perfeito para a mensagem deste ano: “Merecimento”.

Se você ainda estiver por aqui vai saber porque.

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Estou escrevendo outro Mojo Book, tenho o primeiro capítulo pronto, mas não sei para que direção seguir já que agora a banda acabou.

Sabe quando o chão abre e te engole?

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Nunca antes foi tão gostoso ouvir uma voz no telefone.
Ligo para casa para avisar que vou passar o final de semana inteiro trabalhando e quem atende é o sobrinho:

- Oi tio!
- Oi meu gostoso!

O cansaço, o caos, as neuras, as decepções, um pouco de ódio com algumas coisas e pessoas, o medo do futuro que não vem, mas já assusta, o lado ruim da vida… Tudo vai para o ralo porque ouvir meu sobrinho que há poucos dias estava no hospital foi tão aquecedor que esqueço que o final de semana vai ser punk, porque agora nada vai me derrubar é só lembrar dele e da sua voz de criança levada e genial que é.

Obrigado Si!

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A notícia que recebi hoje foi, em uma palavra, broxante, mas há de ser contrariada. Isso, me fez lembrar o diálogo entre Keanu Reeves e Al Pacino em “O Advogado Do Diabo” que, alias, cito no Mojo Book que fiz.

Jogo de xadrez.

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Essa nota inteira foi escrita, pensada e editada tendo como trilha sonora o “Acústico MTV Lobão”.

Sangue e porrada na madrugada. “El Desdichado II” e “A Vida é Doce” ficaram devastadoras. Lobão, aqui, se supera.

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Existem algumas coisas que temos que dizer basta! Assim como aquele diálogo de “O Clube Da Luta”: “Essa conversa acabou”.

Rádio: “Me Chama (Acústico)”, Lobão

Os dois (!) despertadores apitam, você não acorda. Sua mãe que levanta ainda mais cedo para chamar o sobrinho para ir a escola (por que será que acordam essas crianças tão cedo? que maldade) te acorda e ao perceber que você não moveu um músculo diz:

“É, você precisa de férias, nem que seja uma semana.”

Eu sei mãe, estou esperando isso já faz alguns bons anos.

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Você percebe que algo de estranho está acontecendo com você ou na verdade é a escassez de tempo quando tem que comprar uma agenda/caderninho para anotar “as coisas a fazer” durante o dia pós trabalho.

Colocar por ordem de prioridades e anotações como “não esquecer” ou “ligar, enviar e-mail e recado no Orkut”. Algo de estranho está acontecendo.

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Enquanto Maradona se recupera dos excessos em uma clínica médica, Messi mostra do outro lado do mundo como se joga bola.

Você pode até não gostar de futebol, assim como eu, mas é preciso reconhecer uma obra de arte. O golaço marcado essa semana pelo atacante do Barcelona merece ser visto e revisto. Vai demorar para alguém fazer algo parecido.

Messi igualou Maradona 20 anos depois (na Copa do Mundo de 1986, no México), com 11 segundos, 13 toques e cinco dribles para percorrer 58 metros. Já o ex-jogador levou dez segundos e 62 metros para ter o mesmo resultado: um gol para a história.” Informou o site Yahoo! Esportes.

Ah Messi é argentino, não brasileiro!

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Em “Balada do Inimigo” canção presente no excelente CD “Canções Dentro Da Noite Escura” Lobão canta: “Talvez alguns sorrisos nos deixem um pouco mais Silvio Santos das nossas torturas/ Pois a salvação floresce feliz como um escárnio”.

Não sei ainda como definir o “Acústico MTV” lançado há uma semana, mas por enquanto essa frase acima é síntese de um pensamento que me norteia quando da idéia de querer argumentar que não é apenas marketing ou rendição ao mercado. Não, não pode ser isso.

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Sábado o dia foi especial, mas durante a semana foi apenas preocupação e aflição.

O sobrinho que no sábado fez o tio bobo voltar a ser criança ao ir ver vê-lo jogar bola, dar muita risada, comer cachorro-quente, beber refrigerante, brincar e falar besteira foi parar no hospital com problemas respiratórios. Eu já disse que essa vida não é justa?

É devastador ver a pessoa que você mais ama em um leito de hospital, mas graças a algum deus o menino já está melhor, possivelmente esse final de semana já estará de alta.

Foi apenas um susto para testar o coração velho do tio bobo.

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As pessoas não mudam, elas se adaptam a situações.
Não meu caro, algumas pessoas mudam sim senhor e isso não é nada legal de ser constatado.

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O novo CD do Manic Street Preachers, “Send Away The Tigers”, ainda não me conquistou. O problema só pode ser comigo, nunca com o Manic Street Preachers, quem já ouviu “Austrália”, só para citar uma música, sabe do que estou falando.

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Air no Tim Festival?

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“Tiros em Columbine” mais atual que antes.
E ainda querem desmascarar Michael Moore!
Uma nação de idiotas.

Rádio: “A Vida É Doce (Acústico)”, Lobão

A Tauane ficou linda com aquele cabelo!

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Duvidas shakesperianas: não sei que rumo dar a esse blog. Fazê-lo um diário com algum toque pop ou apenas um blog de cultura pop?

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Meu Mojobook foi aceito e fiquei muito feliz com isso. Apenas faltam alguns acertos burocráticos, mas os editores Danilo Corci e Ricardo Giassetti que, aliás, foram destaque em matéria desta segunda-feira no caderno “Folhateen” do jornal “Folha de S. Paulo”, adiantaram que a publicação será em junho/julho.

Dois outros discos não me saem da cabeça para serem recontados em mojobooks “Nada Como Um Dia Após O Outro Dia, dos Racionais MC’s e “( )” do Sigur Rós. Um é urbano o outro glacial.

Qual disco recontei no mojobook que será publicado?
Surpresa!!!

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“A mãe dos pecados capitais é a vaidade” canta Mano Brown na visceral “Vida Loka – Parte 1”. Trabalhar com egos inflados/inflamados não é das coisas mais fáceis, o pior é que argumentos sólidos são postos na mesa, mas o ego de reconhecer que desta vez o trabalho do outro é superior faz com que algumas pessoas não deixem de olhar para o umbigo e com isso muitos perdem.

Sorte que tenho ao meu lado pessoas que visualizam a situação a distancia e no fundo do túnel não vêem apenas luz, mas uma nova estrada a seguir.

Obrigado amigos, vocês sabem que são meus heróis.

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Domingo aconteceu o lançamento do novo CD “Tibunal Surdo” do Violins – minha banda nacional preferida no momento – alguns dias depois na comunidade da banda no Orkut, Beto Cupertino vocalista e líder da banda colocou o set list do show:

“Anti-herói – Parte 1”
“Anti-herói – Parte 2”
“Missão de Paz na África’
“Solitária”
“Piloto Russo na Aldeia Suskir”
“Ford”
“Lei Seca”
“Saltos Ornamentais Árabes para Treinamento de Atiradores Americanos”
“22”
“Glória”
“Grupo de Extermínio”
“Interrogatório”
“Deus Você”
“Manicômio”
“Gênio Incompreendido”
“ Delinqüentes Belos”
“Campeão Mundial de Bater Carteira”

“Deus Você” e “Gênio Incompreendido” ao vivo? Sabe qual meu pecado capital preferido neste momento? Inveja!

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Não vou cair no terreno pantanoso de dizer quem é a melhor revista “Rolling Stone” ou “Bizz”, seria o mesmo que cair no questionamento de quem foi o melhor jogador da história: Pelé ou Garrincha. Sobre futebol a minha preferência tem a ver com uma biografia escrita por Ruy Castro.

Mas uma coisa deve ser dita: a matéria “Coronelismo Eletrônico” de André Deak e Daniel Merli presente na “Rolling Stone” (nº 7, Marisa Monte capa) sobre concessões de rádio e TV cedidas a parlamentares como desperta atenção a chamada da matéria: “Pelo menos 80 parlamentares , entre senadores e deputados, são donos de concessões públicas de rádio e TV, contrariando o que diz a Constituição. Quem são eles e por que isso continua assim?”

A matéria deveria ser lida em plenário aberto por algum representante do povo que foi à capital a nosso serviço, não a benefício próprio.

Século XXI e o coronelismo continua a atuar em vários fronts, marcando em brasa a grande massa. “Povo marcado, povo feliz”, Zé Ramalho sabe das coisas.

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Já disse isso aqui, mas não custa relembrar boas, (acho), idéias: alguém ainda há de defender uma tese sobre a capacidade das mesas de bar acompanhadas de amigos em eliminar o caos do cotidiano.

Há algumas semanas fiz pirraça com um amigão no Orkut, deixei um recado dizendo que ele estava muito distante. Como disse era pirraça, mas consegui terminar essa brincadeira em uma mesa de bar. Novidades, cervejas, salgadinhos de pimenta, quase novos relacionamentos (no caso dele), algumas amarguras com ex-relacionamentos (no meu caso) e muita, mas muita risada e conversa jogada fora. Isso sem contar que rimos muito do grande Victor na entrevista de estágio.

O Cae é um cara muito importante para mim e escrevo isso aqui para informar que ele reabilita a idéia de escrever um blog, talvez seja apenas porque ele está apaixonao ou desempregado, mas mesmo assim é chance única para ler os pensamentos de um dos caras mais bacanas que já conheci.

Fica a dica para acessar o novo blog dele.

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Que saudade dos bate-papos com a Suelem e o Kenji. Uma aqui do lado e o outro do outro lado do mundo. Mas os dois no meu coração.

Liga não, em outubro vocês dois estarão juntos e eu abraçando os dois.

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Se eu fosse homem e não um menino bobo que esconde os sentimentos debaixo da cama assim como bicho papão eu falaria para a Fabiana o quanto ela é linda e seu sorriso ilumina o ambiente e o quanto deve ser agradável acordar ao seu lado com seus dois olhinhos servindo de janela para a alma. Mas não, eu me calo e ela… vai embora.

Eu já disse o quanto eu sou idiota?

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A Tauane ficou linda com aquele cabelo!

Rádio: “Atriz”, Violins

Sexta-feira é o melhor dia da semana apenas por um motivo: coluna do jornalista Arthur Dapieve. Certa vez em uma troca de e-mails com ele, disse que sua coluna era um divã para os leitores que buscavam saída em suas palavras para o caos do cotidiano. Ele, humilde como sempre, negou e apenas afirmou que era uma forma de dar dicas de filmes, livros e CDs via “contrabando” nas suas palavras.

Sexta-feira passada ele escreveu mais uma coluna brilhante. Suas palavras se aproximaram muito de sua (na minha idiossincrasia) melhor coluna (“Como salvar a vida?”) onde flerta com o tempo e as coisas que vão embora.

Sexta-feira passada ele, em forma de palavras e idéias, deu esperança para esse pobre descrente aqui.

Obrigado Mestre Dapieve.

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Sexta-feira passada lendo um dos dois jornais (“O Globo” e “Valor Econômico) que compro de forma sagrada, leio com enorme euforia que Arthur Dapieve lança mais um livro “Morreu Na Contramão – O Suicídio Como Notícia” (Jorge Zahar Editor).

A idéia de comprar outro livro, “Kind of Blue – A História da Obra Prima de Miles Davis” (Editora Barracuda), que poderia consolidar meu novo e favorito gosto musical – o jazz – terá que ser adiada. Mas em breve retomada.

As palavras de Dapieve não são apenas divã, mas também pílulas azuis. E, aliás, o suicídio sempre foi um tema – não idéia – que me seduziu.

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Sexta-feira passada ligo para um amigo confirmando o programa de sábado, ele dá o OK. Há mais de um mês negociando uma folga nesta data, também recebo um OK do chefe.

Cordel do Fogo Encantado ao vivo + cerveja + bate-papo jogado fora na mesa de bar + rever o grande amigo… tudo para o ralo.

Chego em casa no sábado pela manhã depois de uma noite inteira no serviço e checando e-mails vejo um do amigo cancelando o programa… m****!

OK, 1 a 1.

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O curso que há alguns dias estava quase tudo certo para fazer a matricula teve que ser adiado por vários motivos, que bom.

Pesquisando em outras escolas encontrei um perfeito: dia, custo/beneficio, escola. Apenas a semana será mais corrida do que já está, mas existem pessoas que reclamam e pessoas que fazem. Qual delas quero ser?

Creio que com esse curso, mais a escola e o outro curso durante a semana alguma coisa vai ter que mudar. Será muito bacana quando isso se tornar realidade e nada tem a ver com desejos ao gênio da lâmpada, mas formação e ética.

Depois sonho mais alto em outros cursos.

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Em outra nota escrevi que o rock há um bom tempo não me chamava mais atenção como sempre fez e por isso buscava no jazz um novo respiro e encontrei em vários fronts, mas há alguns dias o rock voltou a ser a ordem do dia com o novo CD da banda Black Rebel Motorcycle Club, “Baby 81”.

Guitarras formam paredes sólidas, a bateria pulsante liquida qualquer ruído externo que queira atrapalhar a audição nos fones de ouvido, o baixo cadenciado ecoa na caixa craniana.

Peter Hayes (guitarra, baixo e vocal), Robert Turner (guitarra, baixo e vocal) e Nick Jago (bateria) sabem para onde apontar sua fúria juvenil traduzida em música: para nossos ouvidos e nós agradecemos.

Obrigado rapazes!

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Não vou tratar como prioridade quem me trata como opção.

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“Nunca vi alguém se dar bem depois de gravar um acústico.” Lobão
Acústico MTV Lobão. Não tente entender, assista.
Hoje às 21h00.

Propaganda de mais um acústico nos jornais de domingo. O que seria de algumas empresas não fosse o marketing? Depois me perguntam para que serve a aula de mercadologia. Para isso.

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“Pra enxergar o infinito
Debaixo dos meus pés
Não basta olhar de cima”/

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Tenho uma pergunta que rende um bom dialogo: a que se propõe a critica?

Rádio: “El Desdichado (Acústico)”, Lobão

Eu já escrevi aqui sobre o quanto gosto de Aerosmith e o que já fiz para tentar assistir um show da banda. Mas hoje essa espera vai ter fim.

Se eles tocarem “Angel”, desculpe, mas eu vou chorar. Depois explico porque.

Sábado passado enquanto assistia o DVD do documentário “Meninas” para um projeto de trabalho de escola, gravava alguns CDs e alternava a atenção para a televisão assisti o DVD “You Gotta Move”, um especial para o canal de TV A&E onde o Aerosmith tocava algumas músicas e a edição intercalava entrevistas com a banda. Isso, ao mesmo tempo que diminuía a dinâmica do show, nos mostrava os bastidores da gravação do CD “Honkin’ On Bobo”. Mas a melhor parte do DVD é mesmo o show. Junto ao CD duplo “Little South Of Sanith” serve de aperitivo para o show de hoje no Estádio do Morumbi, onde há um pouquinho mais de um ano o U2 fez um grande show. Mas hoje será diferente, não vai ter efeitos ou lasers, será apenas rock’n’roll baby.

O show faz parte da turnê mundial da (mais uma) coletânea “Devil’s Got A New Disguise”.

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Ela se aproximou de mim e baixinho falou:
“- Pára de gostar de mim, me esquece.”
No outro dia eu perguntei:
“- Você quer mesmo que eu faça o que você disse ontem? Te esqueça?”
“- Você quer mesmo que eu te esqueça, não te deseja mais, não te elogie mais e pare de gostar de você? – perguntei dando mais ênfase nos nãos.

Ela apenas sorriu e abaixou a cabeça.

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O professor Bruno é F***, no melhor sentido da palavra!!!

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Mas o mestre Luiz Antônio continua sendo a melhor coisa que aconteceu nesses quatro anos de escola. Ele merece mais das minhas pobres palavras, na verdade ele merece um livro, por isso depois falo mais dele.

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Sábado tem Cordel do Fogo Encantado de graça nas comemorações do aniversário da cidade de Santo André. Lirinha ao vivo é sempre um programão. E rever alguns amigos sempre é muito bom.

Ah, preciso falar da mesa de bar de terça-feira com o grande amigo Cae, mas faço isso depois.

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Nesses últimos dias fiz uma coisa que desde quando comecei a estudar novamente queria fazer: ouvir rap com a janela do trem como cenário.

“Nada Como Um Dia Após O Outro Dia” CD dos Racionais MC’s talvez seja o CD mais pungente da MPB, e você não vem me dizer que rap não é MPB.

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Como eu prometi, vim em missão de paz.

Rádio: “Angel (Live)”, Aerosmith

Reza a lenda que são apenas 3 desejos, e não sou eu quem vai contrariar:

Desejo 1:
Que o Cae consiga o emprego!

Desejo 2:
Que eu consiga um novo emprego na área que estudo!

Desejo 3:
Eu quero o novo CD do Violins “Tribunal Surdo”!

Rádio: “A Minha Menina (Ao Vivo)”, Os Mutantes

O feriado (que feriado, afinal?) foi dividido em três partes: trabalhar, trabalhar e trabalhar.

Exceto por sexta-feira, acho que o primeiro dia inteiro de folga em meses, os outros dias foram de trabalho. Nas horas vagas tinha algumas missões. Arrumar o quarto e eliminar revistas e jornais velhos, atualizar as músicas no mp3-player e terminar meu Mojobook, que não sei se será aceito. Mas caso isso aconteça, não há problemas, eu publico aqui mesmo ou no querido Poppy.

Qual o disco? Surpresa!!!

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Faço uma pirraça no Yakult de um amigo, foi de propósito claro, ele responde com ótimas notícias, entre elas a de que está (quase) entrando em um novo emprego. Isso vai acontecer e eu, nós, vamos comemorar muito.

Amigo, sobre o papo na mensagem eletrônica não tenho pílulas de sabedoria ao contrário do que você disse. E sobre o que você disse, sim as Marianas vão dominar o mundo sim e isso será belo. Mas eu não tenho muito o que lhe dizer, você sabe a altura que foi o meu tombo, e por isso não sou bom professor.

Mas se mesmo assim você quiser um conselho: Cara, segue o seu coração. F***-se o resto. F***-se o mundo, mas cara, cuidado, muito cuidado. Porque como disse o Mário de Andrade: “nome que começa com ‘ma’ tem má sina”.

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Os novos CDs de Black Rebel Motorcycle Club, “Baby 81″; Nick Cave And The Bad Seeds, “The Abattoir Blues Tour”; Dolores O’Riordan, “Are You Listening” e The National, “Boxer” são acachapantes.

O Black Rebel Motorcycle Club conseguiu voltar à forma com guitarras indicando a direção e ganhar o posto de CD do ano, colocando o “Neon Bible” do Arcade Fire para o terceiro lugar. Nick Cave And The Bad Seeds dispensa qualquer palavra, esse crooner dos infernos como certa vez escreveu mestre Dapieve. Dolores O’Riordan faz lembrar os bons tempos de sua banda The Cranberries. Entre os CDs citados no parágrafo acima “Boxer” ainda está sendo ouvido com cuidado. Nos CDs anteriores o The National soava como um Nick Cave mais jovem e cheio de oxigênio, agora com o novo lançamento Matt Berninger parece ser o novo vocalista do Interpol e isso é muito curioso. E igualmente bom!

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Que disco você escreveria um Mojobook?

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Eduardo ou Jr.?

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Quinta-feira tem show do Aerosmith no Estádio do Morumbi, se eles tocarem “Angel”, desculpe, mas eu vou chorar!

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Só agora fui ouvir o disco ao vivo d’Os Mutantes em Londres no Barbican Theatre e o que eu posso dizer é: que coisa linda!

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Hoje, o meu pecado capital favorito é a preguiça. Pronto assumi.

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Existem pessoas que reclamam e pessoas que fazem. Qual delas é você?

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Estou gritando:
EU PRECISO DE UM NOVO EMPREGO.
S O C O R R O.

Rádio: “A Vida É Desafio”, Racionais MC’s

Ato 1

“- Mas você a ama. Ela vai partir seu coração, isso é um fato. É trágico, mas você já esta apaixonado. E embora eu lhe avise, embora garanta que a menina irá magoá-lo terrivelmente, irá atrás dela.
- O amor é incrível.” – Senhora Dinsmoor conversa com o pequeno Finn.

“Bésame Mucho” toca ao fundo.

* * * * * * * * * *

Ato 2

O pequeno Finn já um homem pede a mão da Senhora Dinsmoor.
“- Dê-me sua mão.”
“- Sabe o que é isso?” – já com a mão no peito ele pergunta.
“- É meu coração.”
“- Ele está partido.”
“- Pode sentir?” – ele pergunta.
“- Me perdoe.” – ela diz em lágrimas.
“- Me perdoe.” – ela repete e ele sem mais o que fazer ali vai embora.
“- Meu Deus o que foi que eu fiz?” – Senhora Dinsmoor se arrepende de algo e no alto da escada se lamenta.

* * * * * * * * * *

Ato 3

“- Há muito tempo eu…” – Stella diz.
“- O que?” – Finn diz.
“- Penso em você…”- ela.
“- Mais do que nunca…” – ela.
“- Fico feliz.” – ele.
“- Pode me perdoar? – ela pegunta.
“- Você não me conhece mesmo!” – ele sorri e responde.

“- Ela me conhecia. E eu a conhecia. Sabia quem era desde o primeiro instante. E o resto não importava. Era passado. Era como se nunca tivesse acontecido. Havia apenas a lembrança de tudo.”

Eu sempre escrevo aqui que o amigo Victor é meu herói, mas eu também tenho outros. Um deles é o pequeno Finn personagem, quando adulto Ethan Hawke, no devastador e belo “Grandes Esperanças”, onde ele contracena com a… a… que palavra colocar aqui para não deixa-la pequena diante das palavras? Ele contracena com… vamos lá… Gwymeth Paltrow.

A cena em que os dois, quando crianças, se beijam no chafariz do jardim “Paradiso Perduto” é uma das mais lindas que já vi e me fez lembrar um outro beijo, mas que estou proibido de escrever aqui. Eu prometi.

Rádio: “Like A Friend”, Pulp

Há algumas semanas venho programando reservar este feriado que corre os dias para conhecer a casa da praia que a maninha comprou há quatro meses. Tudo estava programado desde quando o vermelho marcou o calendário.

Durante esses tempos fiz uma nova amizade e ela me convidou para junto com o namorado ir ao teatro, mas a data era a mesma deste feriado. Relutei, mas cedi e disse que iria ao teatro. Programando horários percebemos que seria possível antes da peça beber alguma coisa e darmos boas risadas das nossas vidas. Junto com o namorado dela, um cara genial diga-se e que fique registrado, também vimos uma brecha nos horários e essa seria ocupada por uma ida à sala escura. Ou seja, reservamos a sexta-feira de feriado para bebermos entre amigos, irmos ao cinema e depois ao teatro, programão muito bacana.

(Já disse que sorte é uma palavra que não faz parte do meu dicionário?)

Mas hoje deixei uma mensagem na caixa postal dos dois, talvez tenha sido a mensagem mais chata que tenha escrito esse ano:

“o amanhã vai ter que ser adiado, uma pena…
abração e desculpa, mas não depende de mim, infelizmente…
depois escrevo algo no seu e-mail.”

M****! M****! M****!

É complicado quando o que você programou dá tudo errado. Corro para o calendário e tento achar um novo feriado prolongado, mas me pergunto para quê, se não poderei fazer o que me proponho. Um dia isso vai acabar. Se tornar refém de uma situação é muitas vezes a única saída?

Já virou piada a cada vez que a família vai para a praia eu dizer que também vou, todos riem, menos eu. Não acho graça. Nem poderia.

O que não posso é deixar que isso também se torne piada com os amigos. Isso não.

* * * * * * * * * *

Quanto tempo você conseguiria passar no inferno?
Um minuto? Uma hora? Um dia? Uma semana? Um ano?

O que você me diria de seis anos?

A situação começa a ficar desconfortante quando o tesão do trabalho não é substituído nem mesmo pelo tesão do sexo. Quando o que você recebe pelo tempo que doa para a empresa não satisfaz nem mesmo seus pequenos vícios e prazeres e ainda mais você está em situação de refém: sem poder dizer nada, muito menos exigir.

Dizem que antes do paraíso, há o purgatório e o inferno. Acho que está na hora de alguém fazer a minha transferência.

* * * * * * * * * *

Ao telefone minha mãe pergunta:
“- Mas você quer ir?”
“- Não posso mãe, já que agora os planos foram para o ralo tenho que ir trabalhar para diminuir o estrago.”
“- Mas você quer ir?” – minha mãe pergunta de novo, mas desta vez dando maior ênfase.
“- Querer eu quero, ora bolas, mas eu não posso mais.”

Chegando em casa ela conversa com meu pai:

“- Eu vou, quer saber.”
“- Por que você não larga tudo para cima e também vai, desta vida não se leva nada.” – desta vez ela falou olhando para mim.

Se eu seguisse apenas 10% do que ela me fala seria, sem dúvida, uma pessoa mais feliz.

Por que eu não sigo?
Covardia.

Rádio: “A Balada Do Inimigo”, Lobão

jr

“Sou uma pessoa boa de lidar, mas problemática no meu mundo. Desde que me conheço sou honesto, mas o meu sintoma e a vida são desonestos comigo.”

Hamilton de Jesus Assunção, “Ser poeta é se viver”

Filtro “Eu e o Pop”

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Excelente

Muito Bom

Bom

Regular

Péssimo

Ouvindo

pablo-honey

35

Radiohead - Pablo Honey

the-bends

35

Radiohead - The Bends

ok-computer

50

Radiohead - OK Computer

kid-a

45

Radiohead - Kid A

amnesiac

45

Radiohead - Amnesiac

hail-to-the-thief

5

Radiohead - Hail To The Thief

in-rainbows

50

Radiohead - In Rainbows

Livro

de-cabeca-baixa

"De Cabeça Baixa", Flavio Izhaki

("Guarda-Chuva, 186 páginas)

 

Abril 2007
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Categorias

Shows Internacionais

Coldplay - Via Funchal - São Paulo, S.P.
Pearl Jam - Estádio do Pacaembu - São Paulo, S.P.
U2 - Estádio do Morumbi - São Paulo, S.P.
Foo Fighters - Rock In Rio 3 - Rio de Janiro, R.J.
Jon Spencer Blues Explosion - Teatro SESC Pompéia - São Paulo, S.P.

Filmes

"Grandes Esperanças" (Great Expectations, EUA, 1998) de Alfonso Cuarón, com Ethan Hawke e Gwyneth Paltrow

"Um Sonho De Liberdade" (The Shawshank Redemption, EUA, 1994) de Frank Darabont, com Tim Robbins e Morgan Freeman

"Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas" (Big Fish, EUA, 2003) de Tim Burton, com Albert Finney e Ewan McGregor

"O Labirinto do Fauno" (El Laberinto del Fauno, México, Espanha, EUA, 2006) de Guillermo del Toro, com Ivana Baquero e Doug Jones

"Amores Brutos" (Amores Brutos, México, 2000) de Alejandro González, com Gael García Bernal

5 Melhores CDs

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1) "Ok Computer" (1997), Radiohead

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2) "A Rush Of Blood To The Head" (2002), Coldplay

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3) "O" (2003), Damien Rice

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4) "Lady & Bird" (2006), Lady & Bird

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5) "Live In Tokyo" (2004), Brad Mehldau

Mojo Book e outras leituras

Mojo Book e outras leituras

Mojo Book "Grandes Infiéis", Violins

Single Book "Paranoid Andoid Live", Brad Mehldau

Arquivo Poppycorn

Cinema | DVD 2008

"No Direction Home: Bob Dylan"

"CSI - Perigo A Sete Palmos"

"A Vida dos Outros"

"Medo da Verdade"

"Magnólia"

"A Ponte"

"Controle - A História de Ian Curtis"

"Batman - O Cavaleiro Das Trevas"

"Ensaio Sobre a Cegueira"

"Doutores da Alegria"

"O Ilusionista"

"Wall-E"

"Anti-Herói Americano"

"A Ultima Cartada"

"O Plano Perfeito"

"Batman Begins"

"Sangue Negro"

"Nina"

"A Lenda do Tesouro Perdido - 2"

"Arquivo X - Eu Quero Acreditar"

"Eu Sou A Lenda "

"Filhos da Esperança"

"Antes de Partir"

"O Hospedeiro"

"Jumper"

"Borat"

"Cloverfield - Monstro"

"Mandando Bala"

"Mr. Vingança"

"9 Canções"