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“- O Foo Fighters é a continuação do Nirvana, não é?
“- É, mais ou menos.”
“- Tem aquele cara do Nirvana, não é?
“- Sim, o gente-boa David Grohl.”
“- Você sabia porque o cara do Nirvana, o Kurt, se matou?

Um dos amigos, o que foi perguntado, sabe toda a resposta e até mesmo detalhes, mas quer saber onde esse papo vai terminar.

“- Não, conta aí.”
“- Ele deixou uma carta para a ex-mulher, contando que sabia que estava sendo traído por ela com o baterista da banda (Nirvana), e que por isso ele estava se matando…”
“- Putz cara, é mesmo.” – o amigo ironiza a história, mas dá sinal verde para ele continuar a fabular.
“- Eu tenho um filminho com isso, contado com todos os detalhes e uma cópia da carta.”
“- Um documentário?”
“- É, mas não está em DVD, mas em CD normal mesmo…”
“- Pô cara, eu nem sabia dessa história. F***, né? – o amigo continua com a ironia.
“- É f***, o Nirvana era muito legal, mas o cara (segundo o cara que está contando a história esse cara é David Grohl) foi trair o amigo de banda.”
“- É.” – o amigo resolve não dar mais sinal verde e julga melhor terminar com o papo, pensando em onde poderia ir parar esse assunto.

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“- Cara, olha lá aquelas duas menininhas gostosinhas.” – um amigo fala para o outro.
“- Putz eu trocaria as duas pela minha cama, no estado que eu estou aqui, poderia aparecer quem fosse.” – o outro amigo responde.
“- Você é uma bicha. Olha lá a sainha delas.”
“- Tá bom, se você acha que eu sou bicha fazer o quê? – o amigo pergunta, mas depois dá continuação ao assunto:
“- Pensando melhor, uma pessoa eu preferia agora, nesse instante, que poderia me fazer mudar de idéia e não escolher minha cama.”
O outro amigo olha e não pergunta nada e o amigo da frase acima não responde. Fim de diálogo, mas os dois continuam a olhar as duas meninas com micro-saias.
Viva o verão!

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Fabiana e Bianca, duas novas fortes candidatas para o título da “Hot List” do próximo ano.
Hummm se esse teclado pudesse traduzir o que se passa nessa minha mente insana e imoral.

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Pode pensar besteira, ainda mais depois da notinha acima, mas eu comprei a “Playboy” desse mês, depois explico porque.

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Queria assistir “Pequena Miss Sunshine”, mas essa semana não vai ser possível.
Que pena, queria torcer por ele no Oscar, mas vou ficar com o (contrariando 99% do que leio) ótimo “Babel”.
E viva os hispânicos!

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Por favor, atende o celular.
Minha felicidade depende dessa ligação e de uma resposta positiva.

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Dizem que o ano começa amanhã, para mim ele começou em 1º de janeiro mesmo ou em 09 de fevereiro, mas tudo bem.
Vamos ser felizes esse ano, OK?
Eu vou tentar e você?

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Visitando o yakult achei uma frase muito interessante, que já conhecia, mas não na língua original:

“Ars Existit Ne Veritas Nos Destruat”
(“A arte existe para que a verdade não nos destrua”)
Friendrich Nietzche

Eu sempre disse que a arte iria nos salvar.

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Eu preciso de um show de rock.
Guitarras, microfonia, lugar bacana, pessoas legais e cerveja muito, mas muito gelada.
Só, não quero mais nada.
Quase nada.

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E o final de semana foi para o ralo.

Rádio: “Ruby”, Kaiser Chiefs

Reclama agora, Leão!

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“- Que animal você gostaria de ser, se pudesse ser qualquer um?” – a moça pergunta para o colega de trabalho, e antes que ele responda, ela continua:
“- Eu queria ser uma cobra, para matar todas as pessoas ruins.” – a moça dá uma pausa para depois concluir. “- E falsas.”

O cara que está ouvindo a conversa pensa: “Nunca vi algum animal, muito menos cobra, cometer suicídio.”

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“Inglês é mais que inglês. É cultura.”
Não estudo na Cultura Inglesa (escola de inglês), mas eles acertaram em cheio na propaganda.

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Humildade!
Eu iria escrever uma nota só para lhe falar isso, mas sabe, você (e você sabe quem é você) não merece.
Então, espero do fundo do coração que os fatos ocorridos nestas ultimas semanas façam com que você aprenda alguma lição e seja só um pouquinho humilde!
Fica a dica.

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O rapaz vai entregar o filme “Cinema, Aspirinas e Urubus” na locadora e a atendente pergunta:

“- E aí, o filme é bom?”
“- É muito bonito, belo mesmo. Mas não é tudo o que haviam falado e escrito sobre.” – a atendente apenas observa e o rapaz continua:
“- Se fosse concorrer ao Oscar perderia feio para o “Volver” do Almodóvar, esse que também não foi indicado.” – a atendente continua a observar e o rapaz a falar:
“- Na verdade os dois perderiam para o devastador e belo ‘Labirinto do Fauno’.”

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Se tudo der certo eu vou ver Coldplay na quarta-feira! Torça por mim.

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Parei meu vicio em Arcade Fire. Substituí por Violins.
Mas “Headlight Look Like Diamonds” ficou.
Em uma palavra: viciante.

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Havia escrito aqui sobre a nova edição da revista “piauí” que traz um texto sobre Tom Waits escrito por Simon Schama.
O texto é possível ler na integra no site da revista.
Fica a dica.

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Depois eu digo como foi o show da banda Delicatessen na terça-feira de carnaval.
Tenho que me recuperar do coração, estou ficando velho e não é todos os dias que shows assim marcam uma vida.

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Um amigo e uma amiga conversam no MSN:

Ela diz:
“- Queria tanto te ver apaixonadinho de novo… eh tão fofo.”
“- Espero q isso volte a acontecer logo.”
“- E pela pessoa certa”

Ele diz:
“- Mas prometi que esse ano eu não posso me apaixonar.”

Ela diz:
“- Mas essas coisas a gente não pode programar e por ser assim, mais simples, elas se tornam mais especiais.”

Depois quando o amigo diz que ela é um anjo ela não acredita e desconversa.

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Uma curiosidade: o que você (este você é diferente do “você” ali de cima, nenhum nome citado, por favor, tudo “para sua proteção”) ganha fazendo o que fez há pouco. Isso não seria uma demonstração de infantilidade? Não conhecia esse seu lado.
Uma pena.

Rádio: “Fistful of Love”, Antony And The Johnsons

“É conhecida a história do sujeito que perguntou ao cantor e trompetista Louis Armstrong o que era jazz e recebeu como reposta a genial ’se você tem de perguntar, você jamais irá saber.’ Bingo.”

Arthur Dapieve escreveu a frase acima após escolher as principais atrações jazzísticas do Tim Festival edição 2006. “(rock) Não, obrigado. Nada contra estas outras marinas. E sim muito a favor do palco Club do TIM.”

Para ele jazz também é lirismo, energia, elegância, humor, silêncio, risco…

Hoje tem show da banda Delicatessen, no Teatro do SESC Pinheiros. SESC sempre é sinal de ótimas atrações e grande divertimento, sem contar momentos inesquecíveis. Jazz… ah, jazz é a resposta que o rock não me traz já há alguns anos.

Hoje eu aposto que jazz é… classe.

Rádio: “Todos Os Dias”, Delicatessen

Fui fuçar onde não deveria. Na verdade eu deveria ter deixado o fantasma dormindo, há tempos ele não me assusta mais, mas não, sou teimoso.

Aquela velha frase “quem procura acha”, fez efeito e isso é o pior.

Pronto, agora vou ficar mais alguns meses elaborando teorias punitivas para mim mesmo, sem na verdade ter culpa de nada, acho.

Sabe quando eu disse em outra nota que achei que a ironia iria nos salvar? Pois então, viva a ironia, para quem tem senso de humor.

Ah, antes que eu vá embora, para não ser mal-educado: sejam felizes, vocês se merecem.

Deixa-me ir ali que eu quero vomitar.

Rádio: “Odeio”, Junk

Comentários em textos publicados no querido Poppy, em uma palavra: opostos.

“olha, se sua opinião sobre o cd até onde vai é essa, prefiro não ler mais a matéria… vc realmente não tem um gosto musical apurado… tanto é verdade que esse cd que vc critica foi indicado a grammy latino recentemente… escute o cd antes de criticar, ok?”

“Caro colunista, realmente não sei se vc está apto a escrever sobre música, pq suas colocações aí em cima foram extremamente superadas pelo força da própria música. Veja por exemplo o Cogumelo Plutão com “vc é a escada da minha subida…” Isso já vem sendo regravado há 5 anos por muita gente, por isso acho que vc deveria ao menos entender a linguagem do que é o público brasileiro, suas vertentes e gostos. Nisso você está bem por fora, primeiramente sinta onde a música possa ter tocado essas pessoas pra que ela seja um sucesso. Apenas creiticar não faz bem a ninguém, principamente se não temos fundamentação e não entendemos de CONCEITO MUSICAL. Um abraço.”

“Essa sua admiração pelo trabalho do Dapieve está fazendo com que seus textos se aproximem aos dele. E encare isso com um elogio, dos grandes. Me lembro quando ainda te dava umas dicas de escrita de resenhas. Você as absorveu e as superou. Não é exagero dizer que seus textos estão entre o dos melhores críticos musicais atuais. Sim, ao lado do grupo do Dapieve. O único defeito ainda é a periodicidade que ainda nos causa fome.”

“Li a matéria e fui atrás dessa banda. Muito boa mesmo. A influência de B&S está lá, mas o som é um tanto mais alegre, não somente uma cópia. Chega a ser reconfortante ouvir o disco. Obrigado pela dica e parabéns pelo texto, está muito bom, sempre os leio. Pena é que seus textos andam escassos nas últimas edições desse site :’(“

Rádio: “Amor/Paz”, Adão Xalebarada

Manhã de domingo, acordo cedo, pois tenho que trabalhar. Sim senhor, trabalhar na sexta, sábado, domingo, segunda e terça de carnaval. Sim senhor eu estudei, mas…

Mas há uma coisa que vai me compensar quando eu chegar em casa à tarde: Mariana escreveu para a Mojobooks sua versão de um CD querido, e eu estou muito ansioso para ler.

Fiquei a noite de sábado inteira acordado, elaborando um projeto que acredito muito e que te prometi aqui. Depois veremos no que vai resultar.

Tarde de domingo, após um dia calorento e chuvoso (só em São Paulo isso acontece ou não?) chego em casa e corro para o computador.

Estou muito cansado, à noite de sono está fazendo efeito. Que se dane, ao menos desta vez vou driblhar o sono.

Reservo minha melhor bebida, coloco algum som novo no toca-mp3 e faço o download da versão recontada por Mariana para o disco “Dressed Up Like Nebraska”, do Josh Rouse.

Enfim descubro em quê ela é pós-graduada (já que ela não me responde nas notas em seu belo blog, puxão de orelhas menina): jornalismo literário.

O sono tenta me furtar à beleza de suas palavras e a história que aos poucos vai chamando minha atenção ganha grandeza quando percebo se tratar de amor, esse é seu tema principal, ou um ex-amor. A história não é “bobinha” assim como disse Mariana em seu blog, pode em alguns momentos possuir clichês, mas como disse André Takeda a vida é cheia de clichês. E os clichês de Mariana são xícaras de capuccino em dias frios, abraços em dias solitários, ou sorrisos em dias de tristeza.

Em alguns trechos de seu “livro” lembrei de mim mesmo: “Eu nunca soube definir se a saudade é um sentimento digno. Certa vez me disseram que a saudade é um sentimento bom, que o ruim mesmo é a angústia. E me pergunto, agora, cinco anos depois, se há uma possível distinção da saudade e da angústia. Acredito que não. Ambos nos deixam pálidos, sentindo uma dor seca de incompletude. É uma sensação de manter cacos de vidro nos bolsos de uma calça apertada. Nessas horas, a gente perde o rebolado.”

Em outros lembrei de situações iguais vividas há poucos meses. Mas homem não chora, certo? Claro que não.

O “livro” é uma delicia, daqueles que são lidos “em uma sentada” como reza a boa indicação de leitura. Já te perguntei uma vez o que você ainda fazia aqui que não tinha ido ler o blog dela, mas desta vez vou fazer diferente: se você dá algum valor para as dicas, divagações, paranóias e as palavras escritas aqui neste blog, faz uma coisa, não por mim ou pela Mariana, mas por você: acesse o Mojobooks e leia o “Dressed Up Like Nebraska”, do Josh Rouse, recontado por ela.

Enquanto seguia a leitura uma pergunta me veio à mente: o que será que move pessoas como essa Giovana ou a própria Mariana? Antes do final da leitura a resposta já havia batido a porta.

Toc, toc, toc.
Assim que abri a porta algo me respondeu:
“-E o amor, estúpido.”

Puta cara idiota esse Ângelo, puta cara idiota. Isso, para dizer o mínimo.

Rádio: “Ponto Final”, Kassin +2

Namorado liga para namorada:

“- O que você vai fazer hoje?” – ele pergunta
“- Não sei, o que você tá a fim de fazer?”
“- Você não vai querer ir mesmo…”
“- Mas diz onde é.”
“- Quero ir para a praia.”
“- Quando?”
“- Agora!”
“- Mas agora… OK.”

Os dois descem para a praia e sem destino andam e andam e andam até encontrarem um lugar bacana (seria essa mesmo a apalavra?) para ficarem.

“- Quanto é?” – pergunta o namorado para o senhor da recepção.
“- 70 paus.”
“- Putz 70 paus.” – a namorada fala, tentando esboçar um desconforto ou possível negociação.
“- Se for para reclamar pode ir embora, pega suas coisas e dá no pé.” – o senhor de mal-humorado indica não haver negociação nenhuma.
“- Mas a gente pode dar uma olhadinha no quarto?” – pergunta o namorado, querendo saber se o investimento vale a pena.
“- Não pode nada. È um quarto com cama, mesinha, televisão e só.” – o senhor continua de mau-humor.
“- Mas não tem nenhuma ‘vistinha’ para o mar.” – pergunta o namorado com senso de ironia ímpar e querendo deixar o senhor mais mal-humorado ainda.
“- Não tem ‘vistinha’ nenhuma, tem uma parede e só.” – sentencia o senhor.

“Algumas vezes a gente tem que desligar as turbinas, os motores e dar uma sumida do mundo real.” Me disse mais ou menos isso um amigo genial que tenho e que como poucos me faz rir do cotidiano. E ele nem sabe disso.

Rádio: “Rosie’s Lullaby”, Norah Jones

Ele volta para casa, já é noite. Ele está cansado. Norah Jones faz companhia nos fones de ouvido, fones novos. Enfim uma música do novo CD lhe toca o coração “Rosie’s Lullaby”. Ele olha para o chão fitando o vazio e pensando em algum amor deixado pelas esquinas da vida. Esquinas estas que muitas vezes testemunharam seu choro. Mas ele pensa que isso é passado e trata de mudar de assunto. A formiga no chão olha para ele e ele bobo retorna o olhar. Pensa em sentar puxar conversa, mas ainda não está louco a esse ponto. O relógio marca quase meia noite e ele pensa: “Um homem sentado a meio fio conversando com o nada a essa hora. Não, ainda não estou louco a esse ponto.”

Ele aumenta o som, olha ao redor e segue o caminho.

A vida segue… até o fim.

Rádio: “Tupiguarani”, Pelvs

Sempre pensei que a ironia iria nos salvar. Estava errado.
Depois pensei que a arte iria nos salvar (ora bolas, é para isso que ela serve, não é?), ouvir um bom disco, ler um bom livro, ver um bom filme, assistir uma boa peça de teatro. Estava quase certo.
Os amigos irão nos salvar. Isso é o certo, não importa o que digam.

Amigos servem para nos levar quando a bomba explode, não?

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Sexta-feira o amigo liga:

“- Opa e aí beleza, você vem hoje para a escola?”
“- Putz cara, não vai dar vou ter que trabalhar e amanhã e domingo.”
“- Beleza cara, é que eu ia te chamar para beber alguma coisa.”
“- Caramba é f*** hoje o dia tá uma maravilha, mas não vai dar, tenho que trabalhar. Uma pena. Segunda a gente bebe.”

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A maninha pergunta:

“- E aí vai trabalhar no carnaval?”
“- Todos os dias, nos dois empregos.”
“- Viu você não estudou.” – ela brinca e sorri.
“- Que m****, queria conhecer a casa nova, mas não vai dar, as contas exigem isso.”

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Dias desleais. Quando será que vou poder beber com os amigos? Ou poder ir, ao menos, uma vez por mês para a praia com a família? Ou… ou… ou…

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Estou viciado em Arcade Fire, não apenas no novo e ótimo CD “Neon Bible”, mas no anterior “Funeral” e no primeiro EP o qual estou ouvindo agora. “No Cars Go” está mais crua que no novo CD e continua ótima, mas é “Headlight Look Like Diamonds” que ganha toda a minha simpatia. É uma beleza ficar cantando aquele “Uuuuu uuuuu uuuuu…”

Isso sem contar que toda vez que o play é apertado e “Wake Up” mostra vida nas caixas de som eu tenho certeza que a vida vale a pena. Não, a vida não se resume a uma música, mas que ela fica bem mais bacana com uma trilha sonora bem escolhida, isso fica.

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Garçom, por favor, um chopp escuro com colarinho cremoso e uma caipirinha de saquê de kiwi ou abacaxi ou morango ou melancia com limão.

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A Mariana continua fazendo com que as pessoas abram um sorriso ao entrar em seu blog, desta vez ela faz isso citando Caio Fernando Abreu:

“Não sei, deixo rolar.
Vou olhar os caminhos: o que tiver mais coração, eu sigo.”

Lembrei de Bruno Medina (Los Hermanos), em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo”: “Na dúvida, a melhor bússola é o coração.”

Mas porque será que eu sempre erro o caminho e me perco e vou parar em uma ilha, sozinho?

Minha bússola deve estar quebrada, só pode ser isso.

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Mestre Dapieve voltou das férias, então fica combinado desde já que sexta-feira é o melhor dia da semana, ok?

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Você já ouviu Lady & Bird ou Susanna and The Magical Orchestra?
E Damien Rice e seu disco “9″? Ah bom.
Você tem um coração?

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Um anjo chamado Su (com todo respeito amado japonês) pergunta se está tudo bem. Agora está Su, obrigado pela força.

Amigos servem para nos levar quando a bomba explode, não?


Rádio: “Headlight Look Like Diamonds”, Arcade Fire
Quando cheguei em casa e fui conferir a caixa de mensagens, uma em especial fez valer o dia, o mês e porque não o ano?

A maninha havia escrito belas palavras para mim, me desejando sucesso, felicidade e que um dia eu consiga ser o bom profissional que quero e para isso estudo.

Ela não sabe, mas tudo (TUDO!) o que faço é para ser só um pouquinho do que ela é. Sei que ser sombra de alguém não é muito confortável, mas eu não quero abraçar o mundo com os dois braços. Aliás, o mundo que eu quero abraçar é a minha casa, minha família e uma pessoa que amo, mas está longe. Não quero o mundo aí fora, ele é muito feio. Aqui em casa não.

Prefiro as coisas simples: a pureza do meu sobrinho, o sorriso e encanto da minha irmã quando conta alguma conquista, a garra e dedicação para seus estudos e o planejamento para que suas vontades dêem resultado e tornem-se táteis e fatos; a garra e luta da minha mãe para dar aos filhos o que a vida não lhe deu injustamente, o jeito recluso do meu pai, mas que deixa escapar a amargura de uma vida sofrida de muito trabalho e pouco resultado, o sorriso sem alguns dentinhos do meu sobrinho.

Enquanto chovia e fomos nós dois para a casa dele buscar algumas coisas, ele saiu correndo na frente desafiando o tio bobo. Ele ganhou a corrida, mas o que fica é que nesta data eu não fiquei mais velho como o calendário teimou em querer me mostrar. Eu fiquei muitos e muitos anos mais novo. Porque se a vida é dura e injusta na maioria das vezes e os dias são desleais, alguns momentos vão estar editados no filminho da vida, este foi um deles.

Por isso, o primeiro pedaço do bolo foi do meu sobrinho que de uma forma simbólica mostrou o quanto admiro minha irmã e minha mãe. Ali, naqueles braçinhos magrinhos, corre não apenas o mesmo sangue das minhas duas heroínas, mas uma vontade imensa de viver o melhor desta vida.

Como escreveu Manoel Bandeira: “Quero a delícia de poder sentir as coisas simples.”

Rádio: “Tempo De Carne E Osso”, Mombojó (Com Céu)

jr

“Sou uma pessoa boa de lidar, mas problemática no meu mundo. Desde que me conheço sou honesto, mas o meu sintoma e a vida são desonestos comigo.”

Hamilton de Jesus Assunção, “Ser poeta é se viver”

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Radiohead - Amnesiac

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Radiohead - Hail To The Thief

in-rainbows

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Radiohead - In Rainbows

Livro

de-cabeca-baixa

"De Cabeça Baixa", Flavio Izhaki

("Guarda-Chuva, 186 páginas)

 

Fevereiro 2007
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Shows Internacionais

Coldplay - Via Funchal - São Paulo, S.P.
Pearl Jam - Estádio do Pacaembu - São Paulo, S.P.
U2 - Estádio do Morumbi - São Paulo, S.P.
Foo Fighters - Rock In Rio 3 - Rio de Janiro, R.J.
Jon Spencer Blues Explosion - Teatro SESC Pompéia - São Paulo, S.P.

Filmes

"Grandes Esperanças" (Great Expectations, EUA, 1998) de Alfonso Cuarón, com Ethan Hawke e Gwyneth Paltrow

"Um Sonho De Liberdade" (The Shawshank Redemption, EUA, 1994) de Frank Darabont, com Tim Robbins e Morgan Freeman

"Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas" (Big Fish, EUA, 2003) de Tim Burton, com Albert Finney e Ewan McGregor

"O Labirinto do Fauno" (El Laberinto del Fauno, México, Espanha, EUA, 2006) de Guillermo del Toro, com Ivana Baquero e Doug Jones

"Amores Brutos" (Amores Brutos, México, 2000) de Alejandro González, com Gael García Bernal

5 Melhores CDs

ok-computer.jpg

1) "Ok Computer" (1997), Radiohead

a-rush-of-blood-to-the-head.jpg

2) "A Rush Of Blood To The Head" (2002), Coldplay

o.jpg

3) "O" (2003), Damien Rice

lady-bird.jpg

4) "Lady & Bird" (2006), Lady & Bird

live-in-tokyo.jpg

5) "Live In Tokyo" (2004), Brad Mehldau

Mojo Book e outras leituras

Mojo Book e outras leituras

Mojo Book "Grandes Infiéis", Violins

Single Book "Paranoid Andoid Live", Brad Mehldau

Arquivo Poppycorn

Cinema | DVD 2008

"No Direction Home: Bob Dylan"

"CSI - Perigo A Sete Palmos"

"A Vida dos Outros"

"Medo da Verdade"

"Magnólia"

"A Ponte"

"Controle - A História de Ian Curtis"

"Batman - O Cavaleiro Das Trevas"

"Ensaio Sobre a Cegueira"

"Doutores da Alegria"

"O Ilusionista"

"Wall-E"

"Anti-Herói Americano"

"A Ultima Cartada"

"O Plano Perfeito"

"Batman Begins"

"Sangue Negro"

"Nina"

"A Lenda do Tesouro Perdido - 2"

"Arquivo X - Eu Quero Acreditar"

"Eu Sou A Lenda "

"Filhos da Esperança"

"Antes de Partir"

"O Hospedeiro"

"Jumper"

"Borat"

"Cloverfield - Monstro"

"Mandando Bala"

"Mr. Vingança"

"9 Canções"