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Algumas coisas nos fazem ganhar uma sobrevida: bons livros, CDs, filmes, peças de teatro… ora bolas, não é esse o papel principal da arte?Outras coisas nos fazem acreditar na vida: a família, o sobrinho jogando bola e alegre por ter dado uma “canetinha” no tio, a irmã feliz com os estudos e a vida profissional, os amigos.

Claro que tudo isso é muito importante para o ser humano, entretanto algumas outras coisas especiais nos fazem nos apaixonar pela vida (porque ganhar uma sobrevida e fazer-me acreditar nela, isso ela já fez).

Ontem ela escreveu:

“S
A
U
D
A
D
E
S

D
E

V
O
C
Ê

!
!
!”

Não é preciso dizer porque a vida além de fazer sentido me fez ficar apaixonado!

Beijos e Abraços.

Radinho: “The Mam Who…”, Josh Rouse

Falei pra ela que Céu canta no meu ouvido: “Seu nome na boca do sapo/ Sua boca na minha/ O resto é boi dormindo em história errada de carochinha.”Ela sorri e desmente Céu cantando “Malemolência”: “É tudo o que eu posso lhe adiantar/ O que é um beijo se eu posso ter o teu olhar.”

Você, leitor, não sabe o quanto é agradável ouvir isso dela!

Beijos e Abraços.

Radinho: “Casa Pré-Fabricada”, Roberta Sá

Hoje eu chorei ouvindo “Hurt” de Johnny Cash.Homem não chora é o ca*****!

Acordei de ótimo humor (o dia reservava surpresas e ótimos encontros – iria encontrá-la, coisa rara), por isso dei play no radinho. Faz tempo que não rezo, mas ultimamente tenho encontrado bons motivos (ela) para isso. Para quem já foi ateu essa não é uma tarefa fácil.

Por isso Johnny Cash – poderia ser Nick Cave, mas deixemos pra lá aquele crooner dos infernos – cantando nos fones de ouvidos. Quando o “Homem de Preto” começou a gravar CDs com rocks contemporâneos acompanhado pelo produtor Rick Rubin os mais apaixonados (no sentido musical da palavra) temeram o pior.

Mas quando Cash lançou o quarto CD da série “American IV: The Man Comes Around” em 2002, uma obra-prima entraria para o hall do cancioneiro: “Hurt” versão para a música do grupo Nine Inch Nails. Quando ele inicia a canção com os quatro primeiros versos aquilo ali é uma facada no coração de qualquer um: “Machuquei a mim mesmo hoje/ Pra ver se eu ainda sinto/ Eu focalizo a dor/ É a única coisa real,”

Arnaldo Antunes tem uma canção parecida chamada “Socorro” que tem versos tão dolorosos quanto: “Socorro, não estou sentindo nada/ Nem medo, nem calor, nem fogo,/ Não vai dar mais pra chorar/ Nem pra rir/ Socorro, alguma alma, mesmo/ Que penada,/ Me empreste suas penas/ Já não sinto amor nem dor,/ Já não sinto nada/ Socorro, alguém me de um/ Coração,/ Que esse já não bate nem apanha.”

Enquanto Cash fala de um amor que o ajuda a sair das drogas e do inferno que vive, Antunes apenas aponta para sentimentos que não o habitam.

Em particular Cash me fala mais de perto, não pelas drogas, mas pelo inferno.

Ontem quando fui dormir pensei nela e então rezei! Assim como o escritor grosseiro e sarcástico interpretado por Jack Nicholson no filme “Melhor É Impossível” na cena em que ele precisa tomar os remédios, que odeia, pensa na garçonete (Helen Hunt) para usar de inspiração e obedecer o médico, eu rezei.

Hoje pela manhã precisava provar que “ainda sinto”, por isso Cash no radinho, sua versão é um hino. A versão de Arnaldo Antunes apenas emoldura um vazio de sentimentos que também já me habitaram, mas hoje graças a ela foram para muito longe. Pena, muita pena, ela talvez não perceber ou demonstrar, que sabe disso. Por que (vocês) as mulheres são tão pragmáticas?

Estar apaixonado ou amando é mesmo constrangedor. Estudos com um casal (Martin e Robin) de camundongos, mais especificamente arganazes-do-campo, demonstraram que o acréscimo de um hormônio chamado ocitocina (que desperta a paixão) faz com que eles tenham comportamento igual aos nossos, seres humanos, ou seja: “cara de bobo”.

Passamos um bom tempo olhando para o espelho, na noite anterior escolhemos a roupa que mais gostamos, arrumamos o cabelo, mesmo que o vento teime em despenteá-lo, tentamos da melhor forma agradar a pessoa amada e esperamos dela o mesmo. Mas nem sempre é recíproco.

Lembra quando Forrest Gump diz: “Me*** acontece!” no já clássico filme? Pois é, eu tenho o dom, talvez o único, de fazer isso. Deveria existir uma lei universal onde seria proibido se apaixonar pelas pessoas mais próximas: amigas, por exemplo. Isso não dá certo. Eu ainda tenho a mania infantil de esperar com grande ansiedade e expectativa sentimentos semelhantes. Mas “Acorda filho, a vida não é assim” alguém poderia dizer. É, eu sei!

Por isso, hoje quando voltava para casa Cash me fazia companhia, precisava novamente provar que “eu ainda sinto”. Na parte final da canção, quando o instrumental – dois violões e um piano minimalistas – em crescendo ganha vida, não agüentei: chorei igual criança. Crescer causa dor, e como diz o “Homem de Preto”: “Eu focalizo a dor/ É a única coisa real”.

O amor? Ah, o amor! Tente entender esse sentimento assistindo ao lindo e belo filme “Johnny e June”, em que Resse – linda! – Wistherspoon, morena, interpreta June Carter, esposa de Johnny Cash. Algumas pessoas podem chamar o filme de biografia barata, sorte que a opinião destes não me interessa. A esperança e garra de June em resgatar Cash do inferno que vive(u) é tão linda que faz qualquer um acreditar nesse blá blá blá de paixão e amor.

Eu encontrei a minha June, mas ela tem outro nome, costumo chamá-la de Menininha, mas isso eu não deveria ter dito, é só entre nós dois.

Hamilton de Jesus, compositor do grupo Harmonia Enlouquece tem uma definição impar para sua pessoa: “Sou uma boa pessoa de lidar, mas problemática no meu mundo. Desde que me conheço sou honesto, mas o meu sintoma e a vida são desonestos comigo.” O grupo que Hamilton faz parte é composto por pacientes do Centro Psiquiátrico Rio de Janeiro, isso explica muita coisa.

Quando escreveu sobre o grupo o jornalista Arthur Dapieve fez-se a pergunta: “O que torna esses artistas amadores tão interessantes?”, e ele próprio emendou a resposta: “Acho que é porque eles são verdadeiros.”

Ontem mesmo conversando com um amigo ele definiu a Menininha como “enigmática”. É bem verdade, tanto que isso é um charme seu, mas seu grande crédito é ser uma pessoa que no olhar fujão ilumina a verdade. E isso é raro.

Hoje vou dormir ouvindo Cash cantar “Hurt”. Que ambos – ele e June – estejam ao meu lado ao acordar, para me acompanharem em mais um dia na batalha de provar que “eu ainda sinto.”

Beijos e Abraços.

Radinho: “Hurt”, Johnny Cash

O Cae – um dos poucos amigos que tenho, e um dos poucos que merecem não apenas uma citação, mas um texto inteiro – uma vez me ensinou uma coisa que vou levar para o resto da vida: “Junior aprende uma coisa: Não adianta lutar contra o óbvio!”… O Cae é predeiro (piada interna) formado, pós-graduado, mestre, doutor… mas ele entende das coisas.Obrigado Cae pela lição, você não é apenas um irmão.

Beijos e Abraços.

Radinho: “O Que Hoje Você Vê”, Fresno

A revista inglesa “Mojo” tem, como tantas outras, uma seção na qual músicos falam dos discos que fizeram suas cabeças. A pagina tem o nome bacana de “Last night a record changed my life” (Na noite passada um disco mudou minha vida).A revista “Bizz” quando estava em direção a volta que agora mora nas bancas, lançou antes algumas edições especiais, umas bem legais outras descartáveis. A edição que elege os maiores shows chamava-se “100 Maiores Shows No Brasil Em Todos Os Tempos”, dentro dessa edição uma seção fazia alusão ao nome da seção da revista “Mojo”: “Ontem À Noite Um Show Salvou Minha Vida”.

Sempre quando folheio a revista penso assim como Rob Fleming em “Alta Fidelidade” (o livro) eu também tenho meu Top 5 shows que salvaram minha vida”:

1º Coldplay – Via Funchal – São Paulo, S.P.
Quando Cris Martin ficou só ao piano cantando “The Scientist”, garanto que não havia um ser ali que não ficou com o coração partido. Uma pequenina impressão do que foi o show pode ser conferida no DVD “Live 2003”.

2º REM – Rock In Rio 3 – Rio de Janiro, R.J.
Michael Stipe
cantando “Everybody Hurts” em comoção transformando a canção em hino.

“Quando o dia é longo
E a noite, a noite é somente sua,
Quando você tem certeza [que] já teve o bastante desta vida,
Bem, persista…

Não desista de si mesmo,
Pois todo mundo chora
E todo mundo sofre
Às vezes…

(…)

Todo mundo sofre…

Você não está sozinho…”

Desculpa, mas só não vê beleza e poesia nisso quem não tem um coração. !70 mil pessoas unidas em torno de uma canção. Duas músicas depois Stipe cantaria “It’s The End Of The World As We Know It (And I Feel Fine)”.

O mundo poderia acabar porque havia se encerrado um show antológico.

3º Pearl Jam – Estádio do Pacaembu – São Paulo, S.P.

Quando “Glorified” terminou o que começou foi um petardo sem precedentes, as guitarras soaram alto, as caixas de som estavam em um volume beirando o insuportável e quando as imagens do clipe de “Do The Evolution” de Tod Macfarlane vieram à mente junto a música cantada ao vivo – sabiamente já haviam alertado que o estádio do Pacaembú seria pequeno demais para essa canção – uma versão devastadora foi executada pela banda.

4º Jon Spencer Blues Explosion – Teatro do SESC Pompéia – São Paulo, S.P.

Os três integrantes: Jon Spencer (guitarra e voz), Judah Bauer (guitarra) e Russell Simins (bateria) pareciam três profetas, sendo o primeiro o próprio Jesus. Guitarras sem direção uniam o blues cantado por brancos as pancadas de bateria. Jon Spencer com calça e blusa de coro, mais a barba grande rezava sua oração barulhenta e colhia fiéis.

5º Foo Fighters – Rock In Rio 3 – Rio de Janiro, R.J.

Dave Grohl é o cara mais bacana do rock!

Não consta a data de nenhum deles, é proposital. Esses shows não se alojam no tempo, mas no meu mundo e aqui sempre é hoje.

Beijos e Abraços.

Radinho: “Everybody Hurts”, REM

Na coluna de Daniel Piza publicada aos domingos no caderno “Cultura” no jornal “O Estado de S. Paulo”, há um quadro fixo chamado “Aforismo Sem Juízo”, onde a cada semana ele coloca uma frase.A frase de ontem foi:

“Ele não conseguia ganhar as garotas, não era bom no futebol e não sabia fazer contas. Virou escritor.”

Isso explica muita coisa.

Beijos e Abraço.

Radinho: “Vozes”, Vulgue Tostoi

Um dos poucos blogs que visito todos os dias é o “Calmantes Com Champagne” do jornalista Marcelo Costa, um dos poucos jornalistas que escrevem sobre cultura pop que, ainda, vale a pena ler. Ele consegue como poucos escrever com o coração e a sensibilidade na ponta dos dedos.Hoje abro espaço para suas palavras – segue abaixo o texto -, talvez ele nunca tenha escrito algo tão importante no blog. Por isso, te peço um pouco de atenção. E, por favor, participe!

“Isto aqui é bem sério, visto que o Sesc é um dos projetos mais legais do país, e não só em música. Leia com atenção e participe. É só um e-mail:

‘O Senado Federal votará, nos próximos dias, o projeto de lei que institui o chamado SUPERSIMPLES. Trata-se de uma medida que altera os encargos tributários das pequenas e médias empresas, com aspectos muito positivos. Mas um dos artigos coloca em risco a existência do SESC, ao suspender a contribuição que garante a atuação da entidade. Se aprovado, o SESC será seriamente prejudicado e não poderá manter o mesmo nível de benefícios que hoje oferece à população. Você pode evitar que isso aconteça: clique aqui para garantir os serviços prestados pelo SESC.’”

Beijos e Abraços.

Radinho: “Vapor Barato”, Vulgue Tostoi

Tenho 25 anos. Não creio que um dia vá iniciar um texto com “tenho 83 anos”, mesmo sendo uma vontade. Uma parte da vida já ficou para trás como lembrança. Não me queixo disso. Não lamento estar ficando velho: muitos não ficam. O problema é que a mesma memória que recorda esta frase de Arthur Dapieve, falha cada vez mais.No começo do ano quando assisti a “O Fim E O Princípio”, do mestre Eduardo Coutinho, sai do cinema feliz por ter encontrando beleza naqueles depoimentos de pessoas que já viveram para contar histórias. Por isso, o questionamento acima.

Hoje, voltando para casa com a canção de Marisa Monte na lembrança, mas com “One” do U2 no radinho e o pensamento nela, a mesma pergunta veio à mente: Como salvar a vida?

Ao contrário do que afirma o escritor André Takeda em “Quando Eu Tiver 64”, hoje não “foi mais uma daquelas conversas cheias de reticências e coisas a serem ditas que não foram ditas.” Ela estava ali na minha frente – linda! – e por mais que furtasse o olhar, estava ali.

Naquele instante, entre o êxtase de tê-la ali perto e o sonho, eu desejei com todas as minhas forças salvar o momento de carinho, de atenção, o seu perfume e seu calor, sua amizade inocente, em algum arquivo mental blindado contra o vírus do tempo.

Enquanto Bono e companhia me faziam lembrar do show em janeiro onde cantaram a ácida canção ali na minha frente, outros pensamentos me indicavam ouvir “Todo Carnaval Tem Seu Fim” de Los Hermanos para lembrar dela. Fiquei com a primeira, afinal ela mesma que disse: “Só você para reunir em uma mesma noite Bono e Garcia Márquez. Adorei!”

Em “Amor É Prosa, Sexo É Poesia”, Arnaldo Jabor escreveu “Amar é parecido com sofrer — Luiz Melodia escreveu, não foi? Machado de Assis toca nisso na súbita consciência do amor entre Bentinho e Capitu: ‘Todo eu era olhos e coração, um coração que desta vez ia sair, com certeza, pela boca.’ Isso: felicidade e medo, a sensação de tocar por instantes um mistério sempre movente, como um fotograma que pára por um instante e logo se move na continuação do filme. São momentos em que a ‘máquina da vida’ parece se explicar, como se fosse uma lembrança do futuro, como se eu me lembrasse ali do que iria viver.”

Arnaldo Jabor pode ser louco, mas sabe falar de amor.

Como Cartier Bresson gostaria de poder emoldurar seu sorriso, o seu cabelo despenteado pelo vento teimoso em lhe furtar a beleza, suas brincadeirinhas sem jeito, seu olhar escapando ao meu, sua verdade que brota desses olhos fujões é reposta para as questões da vida.

Mas é preciso ter paciência, ela costuma dizer que sempre é preciso agregar sentimentos, quem sou eu para contrariá-la. Minha sanidade ainda está perfeita, apenas muda de estado quando penso nela.

Eu não sei como vai ser a minha vida – ninguém sabe! – mas se pudesse pedir ao menos um desejo para o gênio da lâmpada, gostaria de pedir a sua companhia, como hoje e como sempre desejei.

A grande verdade é que eu me atrasei e não fomos ao teatro – eu sei que errei – mas é preciso dar atenção à frase de André Takeda citada alguns textinhos abaixo: “As melhores coisas da vida realmente chegam para quem sabe esperar”.

Hoje, eu vou dormir mais um dia pensando nela, e acreditando que posso esperar ela chegar. Bono no som vai me ajudar, afinal foi ela que me fez ficar viciado nessa canção ácida que quando é ouvida pensando nela perde o amargo e torna-se trilha sonora das nossas vidas.

Beijos e Abraços.

Radinho: “One”, U2

No telefone o único momento chato é o do tchau, aquela despedida desconfortável. Ninguém quer dizer o “último” tchau. Um dos dois procura chamar a atenção em algum assunto para que isso desperte o mecanismo do cérebro que diga “ainda não é hora de ir”. Muitas vezes isso dá certa, outras raras não.Quando Marisa Monte compôs “Não Vá Embora” talvez não tivesse noção do que estava criando: a música é quase um hino. Hinos são as músicas nacionais de uma pátria, ora bolas. E quando um dos dois vai embora, essa pátria (se você entendeu pode chamar de coração, isso se você tiver um – para quem não entendeu) fica sem o verde, o céu, a paz e seu bem mais valioso: sua nação.

Por isso, quando Marisa Monte canta “Não Vá Embora” no DVD “Memórias, Crônicas E Declarações De Amor”, entre tanta luz e ótima produção cenográfica é preciso entender que apenas a letra dá o recado, nada mais:

“E no meio de tanta gente eu encontrei você
Entre tanta gente chata sem nenhuma graça, você veio
E eu que pensava que não ia me apaixonar
Nunca mais na vida

Eu podia ficar feio, só, perdido
Mas com você eu fico muito mais bonito
Mais esperto
E podia estar tudo agora dando errado pra mim
Mas com você dá certo

Por isso não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais
Por isso não vá, não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais

Eu podia estar sofrendo caído por aí
Mas com você eu fico muito mais feliz
Mais desperto
Eu podia estar agora sem você
Mas eu não quero, não quero

Por isso não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais
Por isso não vá, não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais”
“Não Vá Embora” Marisa Monte (Marisa Monte)

Beijos e Abraços.Radinho: “Eu Te Amo, Te Amo, Te Amo”, Marisa Monte

Depois de alguns convites a única resposta que se via do outro lado era um silêncio desconfortável (para mim), quando não a negativa aos mesmos convites. Falta de sorte. Mas em um certo momento, ou melhor, o momento (isso mesmo, com artigo definido) uma frase surge do nada trazendo luz: “Eu achei bem bacana” (bacana é um dos adjetivos que eu mais gosto de ouvir), para depois emendar a frase desconcertante: “Claro, vamos sim!”.Por isso, nesse domingo vou ver o doc… ops… a peça do Marcelo Tas, “A História Do Brasil Segundo Ernesto Varela – Como Chegamos Aqui?”, no Tucarena. Eu até te convidaria para ir, mas desculpa, não dá. NENHUMA companhia vai ser melhor que a companhia dela.

Mas, como sou educado, lhe faço outro convite: quer ir comigo para Vanuatu?

Beijos e Abraços.

Radinho: “Não Vá Embora” Marisa Monte

jr

“Sou uma pessoa boa de lidar, mas problemática no meu mundo. Desde que me conheço sou honesto, mas o meu sintoma e a vida são desonestos comigo.”

Hamilton de Jesus Assunção, “Ser poeta é se viver”

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Radiohead - In Rainbows

Livro

de-cabeca-baixa

"De Cabeça Baixa", Flavio Izhaki

("Guarda-Chuva, 186 páginas)

 

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Shows Internacionais

Coldplay - Via Funchal - São Paulo, S.P.
Pearl Jam - Estádio do Pacaembu - São Paulo, S.P.
U2 - Estádio do Morumbi - São Paulo, S.P.
Foo Fighters - Rock In Rio 3 - Rio de Janiro, R.J.
Jon Spencer Blues Explosion - Teatro SESC Pompéia - São Paulo, S.P.

Filmes

"Grandes Esperanças" (Great Expectations, EUA, 1998) de Alfonso Cuarón, com Ethan Hawke e Gwyneth Paltrow

"Um Sonho De Liberdade" (The Shawshank Redemption, EUA, 1994) de Frank Darabont, com Tim Robbins e Morgan Freeman

"Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas" (Big Fish, EUA, 2003) de Tim Burton, com Albert Finney e Ewan McGregor

"O Labirinto do Fauno" (El Laberinto del Fauno, México, Espanha, EUA, 2006) de Guillermo del Toro, com Ivana Baquero e Doug Jones

"Amores Brutos" (Amores Brutos, México, 2000) de Alejandro González, com Gael García Bernal

5 Melhores CDs

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1) "Ok Computer" (1997), Radiohead

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2) "A Rush Of Blood To The Head" (2002), Coldplay

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3) "O" (2003), Damien Rice

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4) "Lady & Bird" (2006), Lady & Bird

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5) "Live In Tokyo" (2004), Brad Mehldau

Mojo Book e outras leituras

Mojo Book e outras leituras

Mojo Book "Grandes Infiéis", Violins

Single Book "Paranoid Andoid Live", Brad Mehldau

Arquivo Poppycorn

Cinema | DVD 2008

"No Direction Home: Bob Dylan"

"CSI - Perigo A Sete Palmos"

"A Vida dos Outros"

"Medo da Verdade"

"Magnólia"

"A Ponte"

"Controle - A História de Ian Curtis"

"Batman - O Cavaleiro Das Trevas"

"Ensaio Sobre a Cegueira"

"Doutores da Alegria"

"O Ilusionista"

"Wall-E"

"Anti-Herói Americano"

"A Ultima Cartada"

"O Plano Perfeito"

"Batman Begins"

"Sangue Negro"

"Nina"

"A Lenda do Tesouro Perdido - 2"

"Arquivo X - Eu Quero Acreditar"

"Eu Sou A Lenda "

"Filhos da Esperança"

"Antes de Partir"

"O Hospedeiro"

"Jumper"

"Borat"

"Cloverfield - Monstro"

"Mandando Bala"

"Mr. Vingança"

"9 Canções"