Música: “Love Me Like A River Does”, Melody Gardot

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Quando fazia a saborosa leitura do excelente livro “Ao Vivo No Village Vanguard” de Max Gordon que conta a história da renomada casa de shows de jazz em Nova Yorke, tentava em vão encontrar um CD de jazz, claro, para acompanhar a leitura e por mais que o adorável “Live In Tokyo” do geniozinho Brad Mehldau fizesse o seu papel, quando ia dormir e antes passava os olhos no livro nenhum CD de jazz me fazia companhia.

Hoje indicaria “Brad Mehldau Trio Live”, gravado, aliás, na própria casa de shows.

Ler “Ao Vivo No Village Vanguard” me dava a impressão de sempre ter a cidade ou os espaços ao redor em tempo de chuva, às vezes o jazz me dá essa melancólica impressão o que nem sempre é triste.

“Worrisome Heart” de Melody Gardot é um saboroso CD para fazer com que essa impressão de “tempo de chuva” torne-se confortável.

As primeiras músicas trazem como destaque um delicado piano e am algumas músicas a solidão clama por companhia.

Grande candidato a disco do ano…

Hummm… mas bem que existe “Live” de Brad Mehldau Trio e “Thyrd” do Portishead, aliás, ótimas companhias para dias de chuva.

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Duas dicas… musicais
“Brilhante”
Melhores (e Piores) de 2007

Música: “Now Café 03 (Podcast)”, IDG Now!

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Quando teve inicio há quase dois anos este blog tinha um outro poropósito, mesmo que disfarçado entre algumas pipulas pop, a idéia central era outra, o leitor mais fiel sabe do que aqui se escreve.

A vida segue caminhos diferentes e o propósito deste espaço agora é outro.

Ao longo do período de esxitência deste blog alguns leitores se tornaram não apenas fiéis, mas também amigos, outros apenas colegas e outros tantos blogueiros, entre eles alguns que admiro e sempre indico.

Mas nunca falei neste espaço do blog “Where I’m Anymore”, do especial Guilerme. Havia um motivo para isso, creio que agora não exista mais e isso me deixa muito alegre e contente e por mais que ninguém entenda me deixa também absurdamente feliz, só sabe quem conhece.

Poucos são os blog e endereços virtuais que cativam minha leitura e emprego/invisto meu tempo, mas sem dúvida um blog que traz boas histórias, ótima literatura e - coisa rara - o coração nas mãos é o blog do Guilherme.

Fica a dica: se algum dia este espaço ficar desanimado com o caminho que a vida segue e depois voltar a ter rumo saiba que o Guilherme tem muito a ver com isso, principalmente quando chega à caixa postal palavras de esperança.

Música: “Whatever Happened To My Rock ‘N’ Roll (Punk Song)”, Black Rebel Motorcycle Club

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Saiu um dos resultados:

Sou eu (ou seja: minha experiencia de vida, cultural, acadêmica e de formação) contra outros 108 e outros 1024.

Dia 03/08 é a grande batalha, não vai ser nada fácil.

Sei que isso nada tem a ver com sorte, mas…

Deseje-me sorte!

Música: “Americam X (Live)”, Black Rebel Motorcycle Club

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Ainda lembro a primeira vez que ouvi uma música do Black Rebel Motorcycle Club. Um Dj fazia o som antes do devastador show da banda americana And You Will Know Us By The Trail Of Dead em um salão quase abandonado do SESC Belenzinho, quando começou a tocar “Whatever Happened To My Rock’N'Roll”. O poderoso equipamento de som fazia com que não houvesse mais nenhum lugar na face da Terra além daquele salão abandonado onde as guitarras guiavam nossas emoções e esperanças.

Momentos depois e por mais de uma hora a banda americana Trail Of Dead fez um grande show, mas quando fui embora o que ficou foi a canção do Black Rebel ecoando na caixa da memória por dias e dias.

“A banda vive se debatendo com questões metafísicas e religiosas ao longo dos 4 álbuns, com o estado da alma e a possibilidade de salvação. Não à toa, terminaram de vez o show com “Salvation” e “Heart + Soul”, após um total de duas horas e dez minutos (!!!) no palco. Mais do que uma idéia fixa ou mera carolice cristã, os fãs do Black Rebel Motorcycle Club presentes puderam compreender perfeitamente a preocupação da banda com suas almas, constatando o quanto o grupo fez para deixar mais elevadas as nossas.”

O parágrafo acima faz parte da resenha de um show da banda que fez mini-turnê pela América do Sul e de alguma forma incompetente (por parte de empresários e organizadores) não passou pelo Brasil. Palavras quase nunca nos fazem sentir a realidade (daí muitas vezes a inutilidade de algumas literaturas), mas ler essa resenha e ouvir ao mesmo tempo algum registro ao vivo da banda faz qualquer fã deixar algumas lágrimas fugirem do controle.

Uma ótima dica para quem procura registros ao vivo da banda é o EP “iTunes Festival: London”, são apenas 7 canções, mas a força e distorção presentes em algumas dessas canções é algo assustador.

Um belo exemplo é a canção “American X”. Neste EP ela tem 9:16, mas nenhum segundo é desperdiçado, as guitarras trabalham sem pausa, a bateria marcante deixa um tom marcial o baixo ecoa nos ouvidos como um guia apontando a direção. A sensação é da mais pura solidão, ouvir “American X” em disco é ter a impressão de estar sozinho, ouvir ao vivo é como se a humanidade estivesse dizimada. Não sobra nada.

Três “muleques” com menos de 30 anos salvaram a noite quando tocavam no meu mp3, um dia ainda se vai ouvir falar mais desses shows pela América do Sul. Um dia eles ainda tocam no Brasil. Eu quero estar vivo para poder ver, mesmo que a humanidade tenha sido dizimada.

Música: “Worrisome Heart”, Melody Gardot

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Música: “Song For Jo”, Scarlett Johansson

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Na fila do banco uma moça deliciosa usa uma calça que mais parece a pele junto ao corpo, usa uma calcinha que passa a idéia de ser do tamanho de um alfinete, eu apenas olho, ela olha e vai embora.

A menina que trabalha onde eu trabalho é tão sexy e atraente e provocante que desperta em mim os sentimentos mais primitivos, mas o nome dela estraga tudo, tudo mesmo.

Perguntam se eu toparia ir a uma casa de swing acompanhado da minha namorada, digo que minha vida particular é minha e não pública, mas o que eu gostaria de responder era: - Não, minha namorada não, mas aceitaria levar você e sua mãe e fazermos um menage à trois.

Um novo colega de trabalho conta muitas histórias, poucas que poderiam ser provadas, comecei a chama-lo de Forrest, ele quer saber porque, eu disse que era apenas um apelido.

Ela tem uma carinha de inocente, pele lisa, boa educação, bons papos, roupas com estilo, não fuma, não bebe, mas sim ela fode, e como fode…

Hummm… o novo CD da Scarlett Johansson “Anywhere I Lay My Head” é perfeito para momentos a dois.

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Caramba, perdi um papelzinho com anotações de pensamentos que são impublicáveis.
Já sei onde isso vai parar: na internet.

Música: “Lenda”, Céu

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Caralho. É o que eu tenho a dizer sobre isso. Caralho.

Ps.: Imitando o grande Cae.

Música: “Reggae Power (Ao Vivo)”, Natiruts e DJ Marlboro

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É inegável a competência artística de “Wall-E” novo filme da Pixar-Disney, em cartaz nos cinemas, mas o que também merece atenção e iguais elogios é a animação “Presto” que abre o filme do robozinho.

O curta conta a história de um mágico e um coelho, o mágico quer fazer seu trabalho e o coelho quer apenas uma cenoura.

Por mais que o argumento do curta-metragem pareça simples, é nesse detalhe que habita todo talento e criatividade de seus criadores, aliás, assim que a Pixar firmou o nome na vanguarda da animação: transformando a simplicidade em magia.

Outra ótima dica para quem gosta de animação e adimira o trabalho da Pixar é o DVD “Short Films Vol I” que compila10 curtas-metragens, entre eles os sensacionais “O Jogo de Gari”, “A Banda de um Homem Só”, “Quase Abduzido” e o adorável “O Ataque de Zezé” ( - Triangulo, casa, foguinho…).

O DVD ainda traz como bônus entrevistas com os responsáveis pela história da Pixar, desde o primeiro curta até o mais recente e sensacional “Presto”.

É possível afirmar que “Wall-E” se tornou um novo clássico (bem definido pelo Smell Cat como um “poema cinematográfico”), mas também é possível afirmar que “Presto” vai fazer com que o espectador esqueça todos os coelhinhos já vistos, entre eles até mesmo o clássico Pernalonga.

Quem não foi ao cinema pode fazer o download do curta-metragem neste link, créditos para a comunidade da Pixar no Orkut.

Música: “Jager Yoga”, Cansei de Ser Sexy

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eueopop: ela liga, pergunta se quero sair, quero, claro, mas não tenho tempo, tenho que ir trabalhar, para ajudar é feriado… merda.

eueopop: passo na banca e pergunto: - A nova “Rollinstones” já chegou? - Não, ainda está aquela dos peladões… - Que não tocam nada - digo.

eueopop: ouvindo um podcast ouço a melhor dica para assistir o filme “Viagem ao centro da Terra - 3D”. - O legal é ir assistir com umas 4 cervejas na cabeça.

eueopop: um grande e querido amigo me indica a audição de um novo CD, odeio a banda, mas ouço, por ele, não adianta… continuo odiando a banda…

eueopop: há semanas ouço, sem parar, uma coletânea de lados b da banda Radiohead, penso: porque o caos e as outras bandas não poderiam ser assim…?

eueopop: está quase tudo certo para a gravação do seu primeiro podcast, você combina tudo com os amigos, data marcada, eis que… tem que desmarcar tudo.

eueopop: os filmes “O Procurado”, “Número 9″, “Sicko - $O$ Saúde” estão do lado do computador esperando apenas apertar o play.

eueopop: percebo que minha cidade está uma droga quando tenho que ir pagar uma conta em outra cidade porque lá o atendimento demora apenas 15 minutos…

eueopop: um amigo diz que o show do Radiohead este ano no Brasil tem apenas uma palavra: - Esqueça…

eueopop: digo que o Radiohead vem tocar aqui no país apenas quando o Corinthians ganhar a Taça Libertadores da América, ou seja…

“Sou uma pessoa boa de lidar, mas problemática no meu mundo. Desde que me conheço sou honesto, mas o meu sintoma e a vida são desonestos comigo.”

Hamilton de Jesus Assunção, “Ser poeta é se viver”

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Livro

"1984", George Orwell

(IBEP Nacional, 302 páginas)

 

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Shows Internacionais

Coldplay - Via Funchal - São Paulo, S.P.
Pearl Jam - Estádio do Pacaembu - São Paulo, S.P.
U2 - Estádio do Morumbi - São Paulo, S.P.
Foo Fighters - Rock In Rio 3 - Rio de Janiro, R.J.
Jon Spencer Blues Explosion - Teatro SESC Pompéia - São Paulo, S.P.

Filmes

"Grandes Esperanças" (Great Expectations, EUA, 1998) de Alfonso Cuarón, com Ethan Hawke e Gwyneth Paltrow

"Um Sonho De Liberdade" (The Shawshank Redemption, EUA, 1994) de Frank Darabont, com Tim Robbins e Morgan Freeman

"Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas" (Big Fish, EUA, 2003) de Tim Burton, com Albert Finney e Ewan McGregor

"O Labirinto do Fauno" (El Laberinto del Fauno, México, Espanha, EUA, 2006) de Guillermo del Toro, com Ivana Baquero e Doug Jones

"Amores Brutos" (Amores Brutos, México, 2000) de Alejandro González, com Gael García Bernal

5 Melhores CDs

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1) "Ok Computer" (1997), Radiohead

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2) "A Rush Of Blood To The Head" (2002), Coldplay

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3) "O" (2003), Damien Rice

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4) "Lady & Bird" (2006), Lady & Bird

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5) "Live In Tokyo" (2004), Brad Mehldau

Mojo Book e outras leituras

Mojo Book e outras leituras

Mojo Book "Grandes Infiéis", Violins

Single Book "Paranoid Andoid Live", Brad Mehldau

Arquivo Poppycorn

Cinema | DVD 2008

"No Direction Home: Bob Dylan"

"CSI - Perigo A Sete Palmos"

"A Vida dos Outros"

"Medo da Verdade"

"Magnólia"

"A Ponte"

"Controle - A História de Ian Curtis"

"Doutores da Alegria"

"O Ilusionista"

"Wall-E"

"A Ultima Cartada"

"Batman Begins"

"Nina"

"A Lenda do Tesouro Perdido - 2"

"Eu Sou A Lenda "

"Filhos da Esperança"

"Antes de Partir"

"Jumper"

"Borat"

"Cloverfield - Monstro"

"Mandando Bala"

"Mr. Vingança"